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  • Setor social e ANMP analisam transferência de competências

    Setor social e ANMP analisam transferência de competências

    A transferência de competências no âmbito da ação social do Estado para os municípios, que se vai operar a partir de 3 de abril, foi o tema central de uma reunião entre as entidades representativas do setor social e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

    Ressalvando a autonomia de cada uma das câmaras municipais, da parte do governo e da ANMP, as instituições sociais que desenvolvem no terreno as respostas sociais protocoladas com a Segurança Social deverão continuar a ser parceiras na prossecução destas respostas de proximidade.

    Em cima da mesa, está a possibilidade da constituição de uma comissão de acompanhamento deste processo de transferência de competências, com representantes dos municípios e das entidades do setor social e solidário.

    O novo diploma da Ação Social, que resulta das intensas negociações da ANMP com o Governo, vai permitir a transferência, para os municípios, de mais de 91 milhões de euros, o que representa mais de 35 milhões de euros a mais do que inicialmente previsto.

    No que concerne aos recursos humanos, é garantida, no mínimo, um técnico por município, estando definido um rácio de 100 processos de Rendimentos Social de Inserção por técnico e 250 processos de atendimento de ação social por técnico.

  • Correio Mutualista | Newsletter da UMP n.º 67, 2022

    Correio Mutualista | Newsletter da UMP n.º 67, 2022

    Clique sobre a imagem para consultar o Correio Mutualista, da edição n.º 67 | 23 de janeiro de 2023.

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  • Conheça os destaques da nova edição do Correio Mutualista

    Conheça os destaques da nova edição do Correio Mutualista

    O governo quer alargar a rede de balcões SNS 24 às estruturas residenciais para pessoas idosas e celebrou um protocolo de colaboração com a União das Mutualidades Portuguesas e as demais entidades representativas do setor social, procurando sensibilizar as instituições para aderirem a esta medida.

    A notícia é desenvolvida na edição desta semana do Correio Mutualista, que destaca ainda a reunião que juntou os representantes do setor social e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que abordou a transferência de competências do Estado na área da Ação Social para as câmaras municipais.

    Outros temas em foco:

    • 30 anos do Infarmed
    • A apresentação do estudo “Organizações Mutualistas na Sociedade Portuguesa do Século XXI, na Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, agendada para 4 de fevereiro.
    • A edição de janeiro do Mutual XXI dedicado à Familiar de Espinho
    • Os novos brinquedos que dão outra alegria no CIDACL
    • As candidaturas e calendário dos Prémios BPI la Caixa
    • Formação da CASES dedicada à Gestão de Projetos em Organizações Sociais
    • Notícias das atividades das Associações Mutualistas.
  • UMP subscreve protocolo para balcões SNS 24 em lares

    UMP subscreve protocolo para balcões SNS 24 em lares

    A União das Mutualidades Portuguesas subscreveu, esta quinta-feira, um protocolo de colaboração entre as entidades do setor social e solidário e os Ministérios da Saúde e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, para a instalação de Balcões SNS24 em equipamentos de respostas sociais e unidades de internamento.

    O Balcão SNS 24 é um espaço que, gerido por entidades parceiras do Serviço Nacional de Saúde (SNS), pretende facilitar e mediar o acesso dos cidadãos aos profissionais de saúde do SNS e aos serviços de saúde digitais incluindo a TeleSaúde, mediante a criação de uma rede nacional de estruturas locais existentes de confiança e proximidade.

    O objetivo do Governo passa, numa primeira fase, pela instalação destes balcões nas estruturas residenciais para pessoas idosas, unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e lares de residência para pessoas com deficiência, que pertençam às áreas de influência de Unidades Locais de Saúde. Numa fase posterior, está previsto o alargamento a outras respostas sociais.

    Nos balcões SNS24, são disponibilizados serviços de marcação de consultas, realização de consultas, consulta de exames e guias de tratamento, renovação e consulta de medicação crónica, avaliação e registo dos sintomas provocados pela COVID-19, agendamento de vacinação COVID-19, emissão de Certificados COVID da UE (vacinação, testagem e recuperação) acesso ao serviço de interpretação língua gestual portuguesa, realização de chamada para o SNS 24 – 808 24 24 24, pedido de isenção de taxas moderadoras por insuficiência económica e emissão e alteração de dados do utente.

    A celebração do protocolo decorreu em Arcos de Valdevez, com as presenças da Secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes, e do Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre.

  • UMP saúda Infarmed pelos 30 anos de atividade

    UMP saúda Infarmed pelos 30 anos de atividade

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou o Infarmed, com as insígnias de Membro Honorário da Ordem de Mérito, no dia em que a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos da Saúde celebrou os seus 30 anos de atividade.

    Durante as comemorações, nas quais a União das Mutualidades Portuguesas esteve representada pelo seu Presidente, Luís Alberto Silva, o Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, anunciou a elaboração de uma lista de medicamentos críticos, cuja disponibilidade passará a ser monitorizada, através de medidas específicas, de forma a evitar ruturas nas farmácias.

     

  • Uma semana e muitos momentos em destaque no Correio Mutualista

    Uma semana e muitos momentos em destaque no Correio Mutualista

    A edição do Correio Mutualista desta semana destaca a audiência com o Presidente da República, que colocou na agenda de Marcelo Rebelo de Sousa vários temas do mutualismo. Neste mesmo período, merece realce noticioso a reunião da UMP e da Associação de Socorros Mútuos Familiar Bracarense com o Presidente da Câmara Municipal de Braga, que também serviu para analisar vários assuntos do mutualismo e daquela mutualidade bracarense.

    Na preparação da V Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, que vai decorrer em 4 de fevereiro, fica a confirmação da participação do Secretário de Estado da Segurança Social, Gabriel Bastos, que presidirá à sessão de abertura.

    Entre outros temas em foco, salientam-se as referências ao prolongamento do prazo de candidatura ao programa “Emprego Mais Digital”, às alterações ao regulamento do PARES 3.0 e às atividades das associações mutualistas, nomeadamente à apresentação do projeto da unidade de cuidados continuados da Associação de Socorros Mútuos São Mamede de Infesta e à reportagem da SIC sobre a Unidade Móvel de Saúde da Mutualista Covilhanense, que presta cuidados de saúde nas aldeias mais recônditas da Covilhã.

    Consulte a newsletter da UMP AQUI.

  • Correio Mutualista | Newsletter da UMP n.º 66, 2022

    Correio Mutualista | Newsletter da UMP n.º 66, 2022

    Clique sobre a imagem para consultar o Correio Mutualista, da edição n.º 66 | 16 de janeiro de 2023.

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  • ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    CONVOCATÓRIA

    Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea a) e h) do artigo 15.º, da alínea b) do n.º 1 e n.º2 do artigo 17.º, do artigo 19.º e do artigo 51.º dos Estatutos desta União, convocam-se as Associadas da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) para reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar no próximo dia 10 de fevereiro de 2023, às 10h00, no Cine-Teatro de Benavente, sito na Rua Luís Godinho n.º 2, 2130-049 Benavente, na cidade e concelho de Benavente, distrito de Santarém, com a seguinte ordem de trabalhos:

    1. Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2022, o qual vai acompanhado do respetivo Parecer do Conselho Fiscal;
    2. Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração de alteração do n.º 3 do artigo 1.º dos Estatutos da União das Mutualidades Portuguesas;
    3. Discussão de outros assuntos de interesse.

    Nos termos do número 5 do artigo 19.º dos Estatutos da UMP, a Assembleia Geral reúne à hora marcada na convocatória, se estiverem presentes ou representados mais de metade dos Associados efetivos no pleno gozo dos seus direitos associativos, ou meia hora depois de qualquer número de presenças.

    Os documentos aludidos na presente convocatória estão, desde esta data, disponíveis para consulta na Sede da União das Mutualidades Portuguesas e publicados no sítio da Internet em www.mutualismo.pt e foram enviados por correio eletrónico para todas as Associadas nesta mesma data.

    Esmoriz, 13 de janeiro de 2023

    A Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

     

    Carla Sofia Oliveira Silva

     

     

    NOTA: Chama-se à especial atenção das Associadas para a Informação seguinte

    Informação:

    A Mesa da Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas chama à especial atenção dos Excelentíssimos Associados para as seguintes disposições Estatutárias e Regulamentares, relacionadas com a composição e funcionamento da Assembleia Geral:

    1º – Nos termos do número 3, do artigo 7º dos Estatutos da UMP, “As quotas consideram-se vencidas no primeiro dia dos meses a que digam respeito e são pagas antecipadamente, trimestralmente, semestralmente ou anualmente”. Por outro lado, nos termos do número 5 do artigo 9º dos Estatutos da UMP, “Os associados efetivos e participantes só poderão exercer os seus direitos se tiverem em dia as quotas”.

    2º – Nos termos do artigo 2º e 5º do Regulamento de Funcionamento de Assembleia Geral da UMP:

    Artigo 2º

    (Composição)

    1.       As Assembleias Gerais são realizadas de forma presencial sendo, contudo, permitido o recurso em simultâneo a meios telemáticos, desde que se encontrem assegurados os respetivos meios, a autenticidade das declarações e a segurança das comunicações.
    2.       A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados efetivos que estejam no pleno gozo dos seus direitos associativos, isto é, que tenham sido admitidos há mais de doze meses, tenham as quotizações pagas e em dia e não estejam suspensos nos termos dos Estatutos.
    3.       Os Associados participantes, desde que tenham as suas quotizações pagas e em dia e não estejam suspensos nos termos dos Estatutos, podem participar nas reuniões da Assembleia Geral, mas sem direito a voto.
    4.       Os Associados beneméritos e honorários podem participar nas reuniões da Assembleia Geral, mas sem direito a voto.
    5.       Os Associados efetivos e participantes que não estejam no pleno gozo dos seus direitos associativos apenas podem assistir às Assembleias Gerais.”

    Artigo 5.º

    (Representação)

    1. Os Associados participam na Assembleia Geral da UMP, em princípio, através de representante pessoa singular que seja titular efetivo da respetiva Direção/Conselho de Administração, devendo este ser portador de carta-mandato para esse efeito, salvo se a UMP possua no seu dossier de apoio às Assembleias Gerais cópia dos documentos referidos no artigo anterior, bastando a esse representante identificar-se através de documento idóneo, para nela poder participar e, se permitido, votar.
    2. Os Associados podem, igualmente, participar na Assembleia Geral através de qualquer outra pessoa singular desde que a mesma apresente, no dia da Assembleia Geral, carta-mandato dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
    3. Os Associados efetivos podem, nos termos previstos nos Estatutos, fazerem-se representar por outros Associados efetivos, devendo o Associado Mandatário ser portador de carta-mandato do Associado mandante, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregue no dia da Assembleia Geral.
    4. As cartas-mandato referidas nos números anteriores devem, cumulativamente:

            a)  Identificar o Associado mandante e a pessoa singular sua representante ou o Associado mandatário;
            b)  Indicar se se destinam a uma Assembleia Geral em concreto ou às Assembleias Gerais, ordinárias e/ou extraordinárias, que venham a realizar-se dentro de um período temporal determinado;
            c)  A extensão dos poderes de representação que são conferidos pelo Associado mandante ao seu representante pessoa singular ou ao Associado mandatário;
            d) Ser assinadas por quem estatutariamente obriga a Associação e com as assinaturas reconhecidas nos termos da lei, na qualidade e com poderes para esse ato, salvo se a UMP possua no seu dossier de apoio às Assembleias Gerais cópia dos documentos referidos no anterior artigo 4.º deste RFAG, caso em que o reconhecimento das assinaturas não será necessário

            5. Na mesma sessão da Assembleia Geral, nenhum Associado efetivo pode, para além de si próprio, representar mais que um Associado efetivo e nenhuma pessoa singular pode ser representante de mais do que dois Associados.
            6. É permitida a inscrição de qualquer Associado para assistir, participar e, se permitido, votar na Assembleia Geral até ao encerramento da sessão, seja em primeira sessão ou em qualquer um dos seus prolongamentos.
            7. No caso em que Assembleia funcione em mais de uma sessão, a inscrição/acreditação dos Associados far-se-á apenas uma vez e em qualquer uma das sessões podendo, todavia, os Associados alterar os seus representantes

    Anexos
  • MSM participa no concurso Reinventar o Traje das Fogaceiras

    MSM participa no concurso Reinventar o Traje das Fogaceiras

    A Mutualidade de Santa Maria, através do Centro Infantil de Lourosa (CIL), participa no concurso XVII Reinventar o Traje das Fogaceiras, promovido pelo Município de Santa Maria da Feira, no âmbito da secular Festa das Fogaceiras, e apela à colaboração na votação online que vai decorrer entre 19 e 20 de janeiro, na página www.rtf.crem.pt.

    O traje que o Centro Infantil de Lourosa submete a concurso alia a elegância e o respeito pela tradição, inspirando-se no projeto educativo da instituição “Os Guardiões do Ambiente”. Vamos ajudar a eleger este traje!

  • UMP leva preocupações das mutualidades ao Presidente da República

    UMP leva preocupações das mutualidades ao Presidente da República

    A delegação da UMP apresentou a Marcelo Rebelo de Sousa as principais preocupações do movimento mutualista, desde a premência na revisão do Código das Associações Mutualistas (CAM) a vários dossiês relacionados com o papel das mutualidades na saúde.

    O Presidente da UMP, Luís Alberto Silva, realçou os múltiplos constrangimentos que o CAM comporta para o setor e deu conta de algumas das propostas de alteração já submetidas à apreciação do Governo e da Direção Geral da Segurança Social.

    Na área da Saúde, a UMP procurou sensibilizar o Presidente da República para a necessidade de revisão do regime jurídico das farmácias de oficina, que impede as mutualidades de abrirem novas farmácias sociais, e para outras preocupações, nomeadamente as decorrentes da Lei de Bases da Saúde e das restrições à celebração de novas convenções para a prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica.

    À saída do Palácio de Belém, Luís Alberto Silva sublinhou a “importância e o significado” desta audiência com o Presidente da República, e saudou a sua disponibilidade para ouvir as preocupações do Movimento Mutualista e o interesse manifestado, nomeadamente, em conhecer mais pormenorizadamente as propostas para a revisão do CAM que a UMP oportunamente lhe fará chegar.

    Partilhamos a vídeo-reportagem UMP sobre esta audiência.