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  • Presidente da UMP entronizado pela Federação das Confrarias Báquicas de Portugal

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    Luís Alberto Silva, Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), foi entronizado pela Federação das Confrarias Báquicas de Portugal, numa cerimónia em que também receberam as insígnias de confrades personalidades como o Ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, o Reitor da Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro, António Fontainhas Fernandes, e a jornalista Dina Aguiar.

    A cerimónia decorreu na Igreja de Vila Nova de Foz Coa, depois de uma missa presidida pelo Bispo de Aveiro, António Moiteiro, também ele entronizado.

    “É com grande orgulho e sentido de responsabilidade que a União das Mutualidades Portuguesas, que representa o Movimento Mutualista português, que concede benefícios a mais de dois milhões e meio de pessoas, se associa  a esta jornada carregada de simbolismo”, sublinhou Luís Alberto Silva, na intervenção que proferiu no final da cerimónia.

    Estabelecendo uma ponte entre o mutualismo e a atividade vitivinícola, lembrou, a título de curiosidade, que o Movimento Mutualista português tem 721 anos de História e que “a primeira Associação Mutualista foi fundada no Alentejo, em 1297, em pleno reinado de D. Dinis, e a sua ação estava ligada precisamente à agricultura, em que se enquadram a Vinha e o Vinho”.

    Perante dezenas de representantes das diferentes confrarias portuguesas ligadas ao Vinho, novos confrades e convidados, Luís Alberto Silva, assumiu o compromisso de “contribuir, ainda que de forma singela, no mundo do Mutualismo, em Portugal e além-fronteiras, nas organizações internacionais em que estamos representados, para a divulgação e promoção deste produto de características inigualáveis”.

    A cerimónia de entronização de novos confrades fazia parte do programa da Festa da Vindima, que resulta de uma parceria da Quinta da Boeira, Ponto Urbano e União das Mutualidades Portuguesas. O programa começou com uma receção na Câmara Municipal de Meda e prosseguiu no centro de vinificação de Cancelos de Baixo, naquele concelho, onde estudantes do programa “Erasmus +” que frequentam a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) pisaram uvas no lagar, com animação musical assegurada por grupos locais.

    “Para além da associação do Mutualismo, que cria riqueza e gera emprego, mesmo em momentos de contração da economia, a uma fileira importante como o Vinho, esta parceria permitiu ainda recolher experiências no âmbito do programa “Erasmus +”, numa altura em que a UMP está a trabalhar no projeto “Your Home”, que acolherá 37 jovens refugiados de cinco países, no próximo ano”, explica Luís Alberto Silva.

     

     

  • Propostas da UMP para o “Portugal 2030” apresentadas em audição promovida pela Assembleia da República

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    O presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, defendeu “um maior equilíbrio entre as verbas destinadas a financiar os setores privado (lucrativo) e público e aquelas destinadas ao setor da economia social” no quadro financeiro Portugal 2030 em preparação.

    Falando numa Audição Pública realizada pela Assembleia da República, através da Comissão Eventual de Acompanhamento do Processo de Definição da Estratégia «Portugal 2030», na Universidade da Beira Interior, na Covilhã, Luís Alberto Silva advogou que o novo quadro financeiro plurianual deverá prever financiamento destinado à requalificação infraestrutural das Instituições de modo a permitir a especialização, diversificação ou ampliação das áreas em que operam.

    Na sua perspetiva, também deverão ser contempladas medidas de incentivo à empregabilidade, específicas para o universo da economia social e solidária, considerando “o potencial de recrutamento destas Instituições, onde o fator humano não pode ser substituído por maquinaria”.

    Entre outras propostas, o Presidente do Conselho de Administração da UMP chamou a atenção para a necessidade de o novo quadro financeiro acautelar verbas para financiar projetos que aproximem as instituições de ensino superior das entidades da economia social e solidária e de diversificar linhas de financiamento e alargar elegibilidades, quer em matéria de ações e atividades, quer em tipologias de beneficiários, para permitir que estas instituições se ajustem e respondam, de modo mais flexível e ágil, às necessidades pontuais dos territórios que servem.

    Luís Alberto Silva integrou um painel em que participaram também Constantino Mendes Rei, Presidente do Instituto Politécnico da Guarda; António Fernandes, Presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco; Lino Maia, Presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade; e Francisco Rodrigues Araújo, presidente da União das Misericórdias Portuguesas.

     

     

  • Jornadas Mutualistas Regionais em Esmoriz reforçam competências das Mutualidades Portuguesas

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    Mais de meia centena de dirigentes, técnicos e colaboradores de Associações Mutualistas do norte do país participaram na terceira edição das Jornadas Mutualistas Regionais promovidas pela UMP, que decorreram, esta segunda-feira, no auditório de A Mutualidade Santa Maria – Associação Mutualista, em Esmoriz.

    Casa cheia para ouvir, durante todo o dia, especialistas em instrumentos de financiamento de operações de reabilitação urbana e do edificado, de organizações como a Entidade de Gestão do IFRRU2020, do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) e da Fundiestamo S.A. e no novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), matéria que tantas dúvidas tem suscitado nas instituições e empresas. Os trabalhos serviram ainda para serem apresentados os novos protocolos institucionais celebrados pela União das Mutualidades Portuguesas (UMP) e entidades públicas e privadas.

    O presidente da UMP, que também lidera a Mutualidade Santa Maria, Luís Alberto Silva, enquadrou a realização destas jornadas no objetivo estratégico de capacitar as Associações Mutualistas.

    “Informar, esclarecer, estreitar laços e partilhar experiências são fatores críticos para a modernização de um Movimento Mutualista rejuvenescido e voltado para o futuro. E isso passa por continuar a elevar as competências técnicas dos dirigentes e colaboradores das Mutualidades Portuguesas”, disse Luís Alberto Silva.

    O dirigente sublinhou ainda os grandes desafios que o Movimento Mutualista enfrenta. Desde logo, o novo Código das Associações Mutualistas, que entrou em vigor no início do mês e que trouxe consigo um leque de significativas alterações ao nível da supervisão e da governança das Mutualidades. Estas mudanças implicam a adequação dos seus estatutos às normas do novo Código, até 1 de setembro de 2019, prazo para o qual chamou a atenção das Associações no sentido de acautelarem esses mecanismos e evitarem a perda do estatuto de utilidade pública.

    “Pelo impacto que terá no futuro, vamos dedicar o Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas, que vai acontecer, em 25 de outubro, na Covilhã, ao debate e ao esclarecimento sobre o novo Código das Associações Mutualistas”, acrescentou.

    Luís Alberto Silva aproveitou a abertura dos trabalhos, em que esteve presente também o presidente da Junta Freguesia de Esmoriz, António Bebiano, para dar nota de uma reunião com o Secretário Geral da UGT, Carlos Silva, onde se deu o pontapé de saída num processo negocial com vista à criação de um Instrumento de Regulação Coletiva de Trabalho específico para as Mutualidades.

    Intervieram, ao longo do dia, Sérgio Leça e Tiago Maia, da “Farma +”, que apresentaram soluções inovadoras na área das farmácias; Rui Galvão, da ORBIS, SA; Alberto Souto, da Fundiestamo S.A., Abel Mascarenhas, da Estrutura de Gestão do IFRRU2020, Ana Cruz, do IHRU, que esclareceram a plateia sobre os diferentes instrumentos de financiamento disponíveis para a reabilitação urbana e do edificado; e Henrique Necho e Joana Montenegro, da Necho & Associados, que esmiuçaram o Regulamento Geral de Proteção de Dados.

    A segunda sessão das Jornadas Mutualistas Regionais, destinada aos dirigentes, técnicos e colaboradores das Mutualidades do sul do país, está agendada para a próxima sexta-feira (28 de setembro), em Lisboa, nas instalações de “O Porvir da Família Telégrafo Postal”. Os oradores e o programa desenvolvido em Esmoriz repetem-se, na sessão a realizar na capital, e que vai ao encontro das preocupações que a União das Mutualidades Portuguesas manifesta de descentralizar iniciativas.

  • A Restauradora de Ramalde organiza passeio para os seus Associados

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    Reforçar os laços entre os seus Associados e proporcionar momentos de convívio e confraternização foram os objetivos do passeio convívio em Aveiro, realizado no sábado, dia 15, pela Associação de Socorros Mútuos A Restauradora de Ramalde.

    Depois de um passeio para conhecer a Veneza portuguesa, os 54 Associados participantes rumaram a Águeda para almoço, seguido de um animado baile, que terminou com um lanche, antes do regresso a casa. “Foi um dia de grande confraternização que serviu para que alguns Associados se ficassem a conhecer”, descreve o presidente da Direção d’A Restauradora de Ramalde, Manuel Valentim.

  • UMP participa em reunião nacional que avaliou preocupações com os Protocolos RSI

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    A União das Mutualidades Portuguesas participou na reunião nacional das instituições sociais com Protocolos RSI (Rendimento Social de Inserção), promovida pela CNIS, em Fátima, em que marcaram presença ainda a União das Misericórdias Portuguesas, CONFECOOP e cerca de 75 entidades protocoladas.

    O modelo de financiamento – nomeadamente dos encargos com os recursos humanos e com o funcionamento – é a maior preocupação expressa pelas instituições, num inquérito desenvolvido pela CNIS sobre o desenvolvimento dos 81 Protocolos RSI, cujos resultados foram apresentados neste encontro.

    Os 81 protocolos envolvem um universo de 100 equipas e de 602 trabalhadores e a taxa de respostas ao inquérito foi de 70 por cento.

    As conclusões desta reunião serão remetidas pela CNIS ao Presidente da República, ao Ministério do Trabalho e Segurança Social e à Comissão Parlamentar de Trabalho e Segurança Social.

  • Newsletter n.º 54 | 14 de setembro de 2018

    Newsletter n.º 54 | 14 de setembro de 2018

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  • Mutualidade de Anta homenageia Associados na comemoração do 113.º Aniversário da instituição

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    A Associação de Socorros Mútuos de São Francisco de Assis de Anta homenageou os seus Associados com 55 e 56 anos de ligação à instituição, no decorrer da sessão comemorativa do seu 113.º Aniversário, realizada na sede desta Associação Mutualista do concelho de Espinho.

    A entrega de uma medalha alusiva foi um dos momentos altos do evento no qual a União das Mutualidades Portuguesas se fez representar pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração, José Almeida, e em que marcaram presença, entre outras entidades o Centro Regional de Segurança Social de Aveiro, através do seu Diretor, Fernando Mendonça, o Município de Espinho, através do Vice-Presidente da Câmara, Vicente Pinto, e da Presidente da Assembleia Municipal, Filomena Maia Gomes, e do Presidente da Junta de Freguesia de Anta e Guetim, Nuno Almeida.

    Na intervenção que proferiu, o presidente da Direção da Associação, Manuel Pereira, realçou cada uma das valências dinamizadas pela instituição que tem registado um forte crescimento nos últimos anos.

    A Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), que em agosto assinalou um ano de funcionamento, foi uma das respostas mais recentes proporcionadas pela Associação, estando já a atingir o número limite de vagas, numa demonstração da qualidade das suas instalações e dos serviços que presta aos seus utentes e famílias.

    Além da ERPI, esta Associação Mutualista dinamiza uma creche, um centro lúdico e um centro de convívio, a que se juntam as modalidades de clínica médica e subsídio de funeral.

    Imagens da sessão solene comemorativa e outras informações relevantes sobre a Associação de Socorros Mútuos de São Francisco de Assis de Anta podem ser encontradas na sua página de Facebook e no seu Site.

  • ASMAB celebra contrato de empreitada para construção de Casa Abrigo para Vítimas de Violência Doméstica

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    A Associação de Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança (ASMAB) celebrou, a 2 de agosto, o contrato administrativo da empreitada de “Construção do Edifício para Casa Abrigo – Apoio à Vítima de Violência”, numa sessão pública em que marcaram presença várias entidades parceiras, públicas e privadas, com responsabilidade na assistência e proteção às vítimas de violência doméstica.

    A ASMAB, enquanto instituição gestora do Núcleo de Atendimento às vítimas de Violência Doméstica do distrito de Bragança, disponibilizará, com a construção deste edifício, um total de 30 vagas para acolhimento de vítimas e respetivos dependentes, que integrará a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica, de que fazem parte mais 36 estruturas.