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  • A Restauradora de Ramalde celebra o Dia Mundial da Saúde Mental com várias atividades

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    A Restauradora de Ramalde – Associação Mutualista associou-se à UCC Cuidar para assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental.

    Distribuição de material informativo à população, exercícios de estimulação cognitiva, exercício físico, conversas sobre as diferentes dimensões da saúde mental fizeram parte do programa.

    O Dia Mundial da Saúde Mental foi criado em 1992 e pretende sensibilizar a população para a questão da saúde mental global e combater o estigma em torno da saúde psicológica.

  • CAM em debate no Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas agendado para 25 de outubro

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    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) vai promover o VII Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas no dia 25 de outubro, das 9h30 às 13h00, na Covilhã, no auditório da Mutualista Covilhanense.

    É um dos eventos mais importantes do calendário mutualista português e contará, por isso, com a presença de um membro do Governo (a anunciar) e dos dirigentes das Mutualidades Portuguesas, para além dos oradores convidados.

    O Código das Associações Mutualistas, que entrou em vigor no dia 2 de setembro, é o assunto da ordem do dia no Movimento Mutualista e, por isso, será o tema central deste Encontro Nacional. “Pelo seu caráter estruturante e pelas implicações que reserva para o futuro do Mutualismo, importa informar, esclarecer, discutir e perspetivar caminhos de desenvolvimento e de afirmação deste setor da economia social, que representa ” – afirma o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva.

    O diploma que entrou em vigor há pouco mais de um mês prevê, entre outras alterações, a introdução de novos requisitos de elegibilidade dos titulares dos órgãos associativos e novidades quanto às regras para a concretização da autonomia financeira e orçamental das modalidades associativas e demais atividades, a garantia do seu equilíbrio técnico e financeiro e a aplicação de valores e gestão de ativos.

    Pode consultar o programa e preencher (até ao dia 18 de outubro) o formulário de inscrição em https://endm.mutualismo.pt/#/home 

  • UMP nos órgãos sociais da Confederação Portuguesa da Economia Social

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    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) integra os órgãos sociais da Confederação Portuguesa da Economia Social (CPES) eleitos, por unanimidade, esta segunda-feira, dia 8 de outubro, na Assembleia Geral Eleitoral.

    A CPES reúne nove entidades fundadoras – a ANIMAR – Associação Portuguesa Para o Desenvolvimento Local, a CNIS (Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, a CONFAGRI (Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal), a CONFECOOP (Confederação Cooperativa Portuguesa, CCRL), a CPCCRD (Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto), o CPF (Centro Português de Fundações), a UMP (União das Misericórdias Portuguesas), a UMP (União das Mutualidades Portuguesas) e a APM (Associação Portuguesa de Mutualidades) – representando, quase na totalidade, o universo das entidades da Economia Social.

    A União das Mutualidades Portugueses está representada na CPES através de José dos Santos Almeida, como Secretário da Mesa da Assembleia Geral, e João Filipe Esteves Cardoso (que tomará posse oportunamente), como Vogal do Conselho Fiscal.

    A CPES resulta da conjugação de forças no respeito pela autonomia e diversidade de cada uma das famílias da Economia Social, em nome do reconhecimento público de um setor que representa mais de 6% do emprego remunerado a tempo completo nacional e cerca de 3% do VAB nacional, implantado em todo o território nacional.

    O Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, reitera “o compromisso da União das Mutualidades Portuguesas e o seu empenho de colaborar ativamente no seio da Confederação para continuarmos a fazer do setor da Economia Social uma das principais forças motrizes de bem-estar e desenvolvimento do país”.

     

    (Foto:CASES)

  • A Familiar de Grijó celebra 126º Aniversário com missa no Mosteiro

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    A Familiar de Grijó – Associação Mutualista assinalou o seu 126º Aniversário com a celebração de uma missa evocativa no Mosteiro de Grijó, na qual se fizeram representar também outras associações da União de Freguesias de Grijó e Sermonde.

    Fundada a 2 de outubro de 1892 como Associação Socorros Mútuos Fúnebre Familiar para ambos os sexos em Grijó e Freguesias Circunvizinhas, alterou a sua designação em 2012 para “A Familiar de Grijó – Associação Mutualista”, conserva o grau de solidariedade para com todos os Associados e seus familiares.

    Esta mutualidade dinamiza regimes complementares de segurança social, nomeadamente através das modalidades de benefícios de Subsídio de Funeral e Assistência Médica e Enfermagem.

    A modalidade de Assistência Médica e Enfermagem engloba serviços prestados pelos profissionais de saúde na clínica a Familiar de Grijó. 

  • A Restauradora de Ramalde assinala Dia Mundial da Saúde Mental

    A Restauradora de Ramalde – Associação Mutualista assinala esta quarta-feira, 10 de outubro, o Dia Mundial da Saúde Mental, com um conjunto de atividades que vão decorrer, em parceria com a UCC Cuidar, no Espaço Raiz, na Avenida Vasco da Gama, e no Bairro das Campinas, em Ramalde, Porto

    O dia principia com uma distribuição de material informativo à população e, pelas 10h00, realiza-se um Rali Mental, com exercícios de estimulação cognitiva e a entrega de um “Kit Saúde Mental” aos participantes.

    Uma hora depois a fisioterapeuta Joana Rodrigues dinamiza uma sessão de jogos e exercício físico, que antecede a sessão de relaxamento dirigida pela enfermeira Amélia Sá.

    Pelas 13h30, vai falar-se sobre a importância da saúde mental, sobre a promoção da Saúde Mental e do Bem-estar Físico, da importância do exercício físico, da promoção da saúde mental no ciclo da maternidade e primeira infância e do projeto da UCC Cuidar “Cuidar + da mente”.

     

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  • Mutualista Covilhanense volta a ganhar Prémio BPI Seniores com novo projeto

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    Um novo projeto da Mutualista Covilhanense, denominado “Idosos e Jovens num clique”, destinado a combater a infoexclusão e o isolamento, acaba de ser distinguido com o Prémio BPI Seniores, atribuído anualmente a iniciativas de instituições privadas sem fins lucrativos que melhorem a qualidade de vida e o envelhecimento ativo de pessoas com idade superior a 65 anos. O anúncio dos vencedores da edição de 2018 foi feito a 1 de outubro, numa cerimónia que decorreu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

    O júri independente deste ano foi constituído por António Barreto, António Seruca Salgado e Rafael Shueca, que avaliaram 412 candidaturas nacionais e distinguiram apenas 33, entre as quais a da Mutualista Covilhanense. Através desta distinção, a Mutualista Covilhanense recebe uma quantia de 17 mil euros para concretizar este novo projeto focado na intergeracionalidade, que contempla a criação de uma sala multimédia adaptada às necessidades dos seniores, possibilitando-lhes a produção digital de conteúdos multimédia, mini reportagens e outros trabalhos e experiências em conjunto com jovens.

    O “Idosos e Jovens num clique” vai ser executado em parceria com a Escola Secundária Quinta das Palmeiras, cujos alunos participarão ativamente, e com o Laboratório NetGNA, afeto ao Instituto de Telecomunicações e localizado no Departamento de Informática da Universidade da Beira Interior. Os jovens participarão em regime de voluntariado e ensinarão os seniores a usar as novas tecnologias. Por sua vez, os seniores partilharão com os mais novos memórias, rituais e experiências que adquiriram ao longo da vida, promovendo a cidadania.

    “Sentimo-nos honrados com este prémio e, sobretudo, muito motivados para avançarmos com a sua implementação, o que deverá acontecer até ao final deste ano”, afirma o vice-presidente da Associação, Fernando Alexandre, ao defender que “numa sociedade cada vez mais digital, assume particular importância combater a infoexclusão”. “Continuamos a apostar em projetos de excelência, que promovam o envelhecimento ativo, bem como a inclusão, e prémios como este são muito importantes para nos ajudarem a executá-los, em prol da melhoria da qualidade de vida das pessoas”, acrescenta o dirigente.

    Numa primeira fase, os beneficiários serão os utentes da associação – da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) –, prevendo-se depois que o projeto se abra progressivamente à comunidade e a seniores de outras instituições sociais. Com duração de um ano, o “Idosos e Jovens num clique” culminará com uma experiência itinerante destinada a partilhar o projeto com a comunidade em geral.

    Esta é a segunda vez que uma iniciativa da Mutualista Covilhanense é distinguida com o Prémio BPI Seniores. A primeira vez foi na edição de 2016, com o projeto da Unidade Móvel de Saúde, intitulado “Saúde + Perto.

     

  • Info n.º 109 – 1 de outubro’18

     Já está disponível o boletim digital Info n.º 108 da União das Mutualidades Portuguesas.

    Clique na imagem e fique a par de todas as novidades do Mutualismo.

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  • Sessão de Lisboa fecha, com sucesso, Jornadas Mutualistas Regionais dedicadas à reabilitação urbana e ao RGPD

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    O Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, considerou que a elevada participação de dirigentes, técnicos e colaboradores das Associações Mutualistas nas Jornadas Mutualistas Regionais, que esta sexta-feira terminaram em Lisboa, é “um sinal revelador” da importância que atribuem à capacitação dos seus recursos humanos.

    “Informar, esclarecer, estreitar laços e partilhar experiências são fatores críticos para a modernização de um Movimento Mutualista rejuvenescido e voltado para o futuro. E isso passa por continuar a elevar as competências técnicas dos dirigentes e colaboradores das Mutualidades Portuguesas”, disse Luís Alberto Silva, no decurso da segunda sessão das Jornadas Mutualistas Regionais, realizadas na sede da Associação Mutualista O Porvir da Família Telégrafo Postal, em Lisboa, que, a exemplo da primeira realizada em Esmoriz, no norte do país, registou elevada participação.

    Luís Alberto Silva sublinhou, ainda, os grandes desafios que o Movimento Mutualista enfrenta. Desde logo, o novo Código das Associações Mutualistas, que entrou em vigor no início do mês e que trouxe consigo um leque de significativas alterações ao nível da supervisão e da forma de governação das mutualidades. Estas mudanças implicam a adequação dos seus estatutos às normas do novo Código, até 1 de setembro de 2019, prazo para o qual chamou a atenção das Mutualidades, no sentido de acautelarem esses mecanismos e evitarem a perda do estatuto de utilidade pública.

    “Pelo impacto que terá no futuro, vamos dedicar o Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas, que vai acontecer, em 25 de outubro, na Covilhã, ao debate e ao esclarecimento sobre o novo Código das Associações Mutualistas”, acrescentou.

    Luís Alberto Silva aproveitou a abertura dos trabalhos, em que esteve presente também o presidente de O Porvir da Família Telégrafo Postal, anfitriã do evento e a Associação Mutualista mais recentemente filiada na UMP, António Soares, para dar nota de uma reunião com o Secretário Geral da UGT, Carlos Silva, onde se deu o pontapé de saída num processo negocial com vista à criação de Instrumento de Regulação Coletiva de Trabalho, específico para as Mutualidades.

    As Jornadas decorreram durante todo o dia, com intervenções de especialistas em instrumentos de financiamento de operações de reabilitação urbana, de organizações como a Entidade de Gestão do IFRRU2020, representada por Teresa Ferreira; do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (Rui Estríbio) e da Fundisestamo (Eduardo Júlio); e no novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), matéria que tantas dúvidas tem suscitado nas associações e empresas e que foi esmiuçada por Henrique Necho, da Necho & Associados.

    Os trabalhos serviram ainda para apresentação dos novos protocolos institucionais celebrados pela União das Mutualidades Portuguesas e entidades públicas e privadas, com realce para os casos da “Farma +”, representada por Sérgio Lessa, que apresentou soluções inovadoras na área das farmácias; e da Orbis, cujos produtos na área da limpeza e conservação foram apresentados por Rui Galvão.

    O Vice-Presidente da UMP José Carvalho encerrou a sessão reiterando a disponibilidade da UMP em continuar a contribuir para a capacitação das Associações Mutualistas.

  • UMP celebra acordo de cooperação com “Necho & Associados” no âmbito do RGPD

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    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) acaba de celebrar um protocolo de cooperação com a “Necho & Associados”, no âmbito das medidas de implementação e cumprimento do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

    Este protocolo de cooperação possibilita às Associadas da UMP acederem a um serviço de qualidade, beneficiando de preços inferiores aos habitualmente praticados.

    Desta parceria, estabelecida depois de um estudo de mercado, resulta ainda a realização de duas sessões públicas de informação e esclarecimento por ano.

  • UMP presente em conferência do CES que discutiu o presente e o futuro do Serviço Nacional de Saúde

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    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), representada pelo seu Vice-Presidente do Conselho de Administração, José Carvalho, marcou presença na conferência sobre “Saúde, o Estado e o futuro do SNS”, que se realizou em Lisboa, pelo Conselho Económico e Social (CES).

    Encontrar as causas para a “fadiga” do modelo inicial do SNS ao fim de quase 40 anos da sua criação e apontar caminhos para o futuro foi a missão que reuniu, no Fórum Lisboa, vários especialistas em saúde, parceiros sociais e membros do CES.

    Na sessão de encerramento, António Correia de Campos, presidente do CES, preconizou reformas no sistema, referindo que o SNS tem sido marcado por “longos períodos de espera por consultas e cirurgias (…) acolhimento demorado e nem sempre qualificado das urgências hospitalares”, e, entre outras, por falhas na cobertura de médicos de família. O ex-ministro da Saúde considerou que, apesar desse quadro, o SNS “está longe da decadência e muito distante de uma crise grave”.