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  • “Que a participação das mulheres no Movimento Mutualista não se resuma apenas a este Encontro”

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    O 1.º Encontro Nacional de Mulheres Mutualistas, realizado pela União das Mutualidades Portuguesas, em Ovar, produziu várias conclusões, que foram reportadas no final dos trabalhos. O documento regista o apelo a que a participação das mulheres no Movimento Mutualista “não se resuma apenas a este Encontro, mas que se envolvam ativamente nas Mutualidades, ultrapassando o limite dos 30 por cento impostos pela Lei da Paridade”, e que “sejam uma voz ativa, participativa e presente, engrandecendo o Mutualismo”.

    Deste Dia Internacional da Mulher, mas também dia do 1.º Encontro Nacional de Mulheres Mutualistas, ficou ainda o apelo para que “estas lutas pela igualdade sejam travadas, conjuntamente, por homens e mulheres, em busca de uma sociedade mais justa e uma vida mais digna para todos os cidadãos, independentemente do género que representam”.

    Das várias intervenções ressaltou, também, a ideia de que “as mulheres vão-se assumindo, cada vez mais, como protagonistas do filme da sua própria vida. As mulheres pensam mais em superação e agem em termos ambivalentes”. Olhando a essas características, ficou sublinhada a perceção de que “as mulheres não se podem autolimitar, não podem cruzar os braços e não podem esperar que sejam só os homens a mudar a realidade existente”, um “desafio grande para cada uma das mulheres”.  

  • 1.º Encontro Nacional de Mulheres Mutualistas supera expectativas

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    O 1.º Encontro Nacional de Mulheres Mutualistas, organizado pela União das Mutualidades Portuguesas (UMP), em pleno Dia Internacional da Mulher, no Polo de Inovação e Capacitação Social de São João de Ovar (em Ovar), superou as expectativas mais otimistas, pelo nível de participação (sala completamente cheia), das intervenções das oradoras e pela dinâmica gerada entre as oradoras e a assistência.

    São as principais notas que se extraem da avaliação que os participantes no Encontro fizeram do evento no inquérito de satisfação distribuído pela UMP e que formula, para o futuro, o desejo de que o universo masculino do Mutualismo também esteja presente num próximo Encontro Nacional de Mulheres Mutualistas.

    “Estamos verdadeira e positivamente surpreendidos pela adesão e pela forma como decorreu esta iniciativa, que recolheu a pontuação mais elevada atribuída pelos participantes a um evento da UMP”, afirmou o Presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva.

    Para o dirigente, a adesão das mulheres a esta primeira edição do Encontro demonstra que “o Movimento Mutualista dá sinais de querer corresponder à aposta e ao desafio de integrar, no seu seio, mais mulheres”.

    Na sessão de abertura, em que marcou presença o Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, Luís Alberto Silva recordou que a sub-representação da mulher não é um exclusivo do Mutualismo e existe em muitos outros quadrantes da sociedade. “Nós, UMP, estamos a fazer o nosso trabalho”, disse, referindo-se ao esforço de sensibilização desenvolvido pelo Conselho de Administração no sentido de promover o rejuvenescimento do Movimento Mutualista, também através da participação feminina.

    Um levantamento efetuado pela UMP revela que a participação da Mulher nos Órgãos Associativos das Mutualidades se situa na ordem dos 29 por cento, praticamente em linha com os objetivos mínimos estabelecidos pela Lei da Paridade, quanto à composição dos órgãos legislativos e autárquicos.

    No que concerne às lideranças, no seio do associativismo mutualista, aquele levantamento indica que, no universo de presidentes das Associações, apenas 10 por cento são Mulheres.

    “São números que não nos envergonham, mas não nos satisfazem e que nos desafiam a prosseguir a nossa estratégia”, ressalvou Luís Alberto Silva, para sublinhar depois que “importa, sobretudo, o contributo que a mundividência feminina pode aportar ao Mutualismo”.

    O Presidente da Câmara Municipal de Ovar destacou, na sua intervenção, que “há muito ainda a fazer” no combate à desigualdade de oportunidades, e reforçou a “importância do terceiro setor, absolutamente decisivo para o País”.

    O evento, que decorreu ao longo de todo o dia, contemplou dois painéis. O da parte da manhã, intitulado “Caminhos da Igualdade”, moderado por Carla Silva, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da UMP, que contou com a participação de Carla Rodrigues, presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida e ex-deputada; Cristina Almeida, Diretora da Yasaki Saltano (Ovar); Rosa Maria Gomes, Comissária da PSP Ovar; e Rosa Venâncio, do Departamento de Mulheres Socialistas de Aveiro.

    No período da tarde, Mafalda Rodrigues, da UMP, moderou uma “Conversa de Mulheres”, que reuniu três mulheres Presidentes de Associações Mutualistas: Ângela Pereira (AMUT Associação Mutualista de Gondomar), Armanda Fernandez (Associação de Socorros Mútuos Freamundense) e Jani Silva (Presidente da Direção d’A Familiar – Associação de Socorros Mútuos da Póvoa de Varzim). 

  • Info n.º 113 – março 2019: Gaia acolhe comemorações do Dia Nacional do Mutualismo é o tema principal

    Está disponível a edição n.º 113, de março de 2019, do Info da União das Mutualdiades Portuguesas. Para consultar clique na imagem.

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  • “O novo paradigma do mutualismo” é pretexto de artigo de opinião de Luís Alberto Silva no JN

    “O novo paradigma do mutualismo” é pretexto de artigo de opinião de Luís Alberto Silva no JN

    Artigo JN 01 mar 2019

     

    O subsídio de funeral, que ajudava a família a garantir uma última despedida digna, foi, durante mais de um século, o core business e a razão de ser das Associações Mutualistas em Portugal.

    O paradigma mudou radicalmente nas últimas décadas com as mutualidades a diversificarem a sua carteira de produtos – desde a proteção social à poupança – e as suas áreas de atuação – desde as caixas económicas, à saúde (gerindo hospitais, clínicas e farmácias sociais), à ação social (dinamizando lares residenciais, centros de dia e de convívio), à educação (creches e centros infantis), à formação profissional, ao turismo social, ao apoio jurídico, às artes e cultura, entre muitas outras.

    O modelo mutualista evoluiu na multiplicidade de respostas sem abandonar os seus princípios e os seus valores primordiais de há 721 anos, prevalecendo a entreajuda entre os seus membros e a afetação das receitas aos fins próprios da associação mutualista.

    Essa mudança de paradigma está em marcha, mas ainda há quem lhe queira colar o estigma do “pagar para a morte” ou até quem lhe augure um fim próximo.

    As mutualidades estão a reinventar-se, longe dos holofotes, mas cada vez mais próximas das pessoas, dos seus problemas, dos territórios mais recônditos, em permanente busca de novas soluções para os desafios cada vez mais complexos que a sociedade lhes coloca e para os quais o Estado não está preparado para dar resposta.

    O movimento mutualista é, indubitavelmente, um dos importantes pilares da economia social, que foi tábua de salvação, para muitos dos desprotegidos, da crise económica que atravessámos, e tem seguido uma trajetória de rejuvenescimento e de capacitação das organizações.

    É esse o grande desafio que o movimento mutualista tem pela frente e para o qual a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) tem procurado mobilizar os seus recursos, os dirigentes, os técnicos e os colaboradores das associações mutualistas.

    Num Mundo cada vez mais global, importa também pensar o posicionamento do mutualismo português relativamente aos territórios da CPLP e à sua própria representação internacional. Neste último capítulo, dar-se-á mais um passo com a adesão da UMP à União Mundial das Mutualidades, este mês, e a sua indigitação para a vice-presidência do Comité Intercontinental, em representação da Europa.

    Luís Alberto Silva

    Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas

    Artigo de opinião publicado no Jornal de Notícias, 01mar2019

     

  • CNPDPCJ assinala Mês da Prevenção dos Maus Tratos 2019 na Infância em abril

    MES PREVENCAO DOS MAUS TRATOS INFANTIS

     

    Está agendado para 1 de abril, a partir das 9h30, o Encontro de Abertura do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância 2019, iniciativa organizada pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ).

    Atendendo ao elevado número de inscrições, a organização mudou o local para a realização do evento, que irá decorrer no auditório da Ordem dos Contabilistas Certificados, na Av. Defensores de Chaves, Lisboa.

    A sessão de abertura será presidida pela Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, seguindo-se dois painéis de reflexão e discussão.

    O Painel 1, com o tema “Serei o que me deres… que seja amor”, será constituído por Zélia Barroso – Socióloga, formadora e investigadora na área da violência doméstica e de género; António Castanho – Psicólogo Clínico/Psicoterapeuta – Representante do MAI na CNPDPCJ e Maria Dantier – Comissário da PSP, tendo como moderadora Ana Aranha, da Equipa Técnica Operativa da CNPDPCJ.

    O Painel 2, que versa “Maus Tratos Vs Parentalidade Positiva”, é formado por Julieta Monginho, Procuradora da República no Tribunal de Família e Menores Cascais; Teresa Goldschmidt – Diretora de Psiquiatria da Infância e da Adolescência no Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, e terá como moderadora Fátima Duarte, da Equipa Técnica Operativa da CNPDPCJ.

    Na sessão de encerramento, prevista para as 12h45, estará Rosário Farmhouse, Presidente da CNPDPCJ.

  • Beneficência Familiar apostada em promover campanhas de literacia em saúde

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    A Beneficência Familiar do Porto está apostada em reforçar a importância do Movimento Mutualista na comunidade e em desenvolver campanhas de literacia em saúde. É nesse contexto que se inseriu a realização, no dia 21 de fevereiro, no espaço Atmosfera M, no Porto, de um colóquio sobre “Viver com a Diabetes”.

    Um painel constituído por especialistas na área – Dr. José Manuel Boavida, Dr. José Luís Medina e a enfermeira Ana Barbosa, do projeto Sweet-Football – e moderado pela Dra. Eduarda Ferreira, do ACES Porto Oriental, contribuiu para esclarecer a plateia sobre as rotinas e os cuidados a observar por quem vive o problema da Diabetes.

    Participaram no colóquio, o Presidente da Direção d’ A Beneficência Familiar, Carlos Jorge Silva; Rosário Loureiro, em representação da Segurança Social; e Raquel Castelo Branco, que representou a Câmara Municipal do Porto.

     

    (Fotos: A Beneficência Familiar) 

  • Vila Nova de Gaia vai receber comemorações do Dia Nacional do Mutualismo em 2019

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    Vila Nova de Gaia vai acolher as comemorações do Dia Nacional do Mutualismo em 2019, que se celebra a 8 de julho, anunciou a União das Mutualidades Portuguesas, depois de uma reunião com o Presidente da Câmara gaiense, Eduardo Vítor Rodrigues.

    “Escolhemos Vila Nova de Gaia, porque se trata de um Município com uma forte presença do Mutualismo e encontramos na Câmara Municipal, através do seu Presidente, uma total disponibilidade para apoiar este evento”, referiu o Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas.

    O Dia Nacional do Mutualismo é o momento mais significativo do Movimento Mutualista em cada ano e que promove a reflexão sobre a agenda estratégica do Mutualismo e da Economia Social com personalidades relevantes desses campos, assim como da política, da comunicação e da universidade.

    É também neste evento que são distinguidas as individualidades que mais se notabilizaram nas áreas do Mutualismo e da Solidariedade em 2018 e é atribuído o Prémio Inovar Para Melhorar” referente a 2019 à Associação Mutualista que tenha implementado um projeto inovador que constitua uma boa prática a replicar.

    O evento, que no ano de 2018 se realizou na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, reúne não só o Movimento Mutualista Português, como figuras internacionais do setor e da Economia Social, e assinala os 722 anos do Mutualismo em Portugal. 

  • UMP apoia Associações Mutualistas no processo de adequação dos seus Estatutos ao novo CAM

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    O Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, iniciou, esta semana, um ciclo de reuniões de acompanhamento e apoio às Associações Mutualistas, nos processos de revisão dos seus Estatutos, à luz do novo Código das Associações Mutualistas (CAM).

    Este ciclo, iniciado na terça-feira, dia 19 de fevereiro, contemplou reuniões com: a Associação de Socorros Mútuos Fúnebre Nosso Senhor dos Aflitos de Valadares; a Associação de Socorros Mútuos Fúnebre Familiar Nossa Senhora da Conceição para Ambos os Sexos de Lever e Freguesias Circunvizinhas; a Associação de Socorros Mútuos e Fúnebre do Concelho de Valongo; a A Familiar de Espinho e a Associação Artística de Socorros Mútuos 19 de Março (Tondela).

    “Estes encontros de trabalho resultam do compromisso assumido pela UMP em apoiar, técnica e institucionalmente, as suas filiadas nos processos de adequação dos seus Estatutos ao novo CAM”, explica Luís Alberto Silva, que tem aproveitado estes encontros para exortar as Associações a ampliarem o seu leque de respostas, por exemplo, através da criação de farmácias sociais ou clínicas.

    O CAM, que entrou em vigor no início de setembro de 2018, estabelece o prazo de um ano para que as Mutualidades alterem os seus Estatutos, em conformidade com as novas normas.

    Depois de um período de esclarecimentos e sensibilização, junto das Associações Mutualistas, a União das Mutualidades está a fazer o acompanhamento dos processos que as Mutualidades estão a desencadear, desde o apoio técnico à nova redação dos Estatutos, à instrução e seguimento do dossiê, junto da Direção-Geral da Segurança Social, até ao registo final.

    Entre outras alterações, o novo CAM introduziu novos requisitos de elegibilidade dos titulares de Órgãos Associativos e novidades quanto às regras para a concretização da autonomia financeira e orçamental das modalidades associativas e demais atividades, garantia do seu equilíbrio técnico e financeiro e a aplicação de valores e gestão de ativos. 

  • Mariana Vieira da Silva: das funções na UMP a Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa

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    Mariana Vieira da Silva, que em 2003 começou a trabalhar na União das Mutualidades Portuguesas (UMP), foi empossada, no dia 18 de fevereiro, como Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, substituindo Maria Manuel Leitão Marques, que deixou o cargo para se candidatar na lista do PS ao Parlamento Europeu.

    Licenciada em sociologia e com a parte curricular do doutoramento em Políticas Públicas concluída, em 2005 foi requisitada à UMP para integrar, como Adjunta, o gabinete da Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, transitando no governo seguinte (de José Sócrates), para Adjunta do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Almeida Ribeiro, onde permaneceu até 2011.

    Em 2012, pediu licença sem vencimento para prosseguir os estudos de doutoramento, posteriormente prorrogada, tendo passado, entretanto, a desempenhar funções governativas.

    Tida como “braço direito” de António Costa, Mariana Vieira da Silva integrou a equipa organizadora do Fórum das Políticas Públicas do ISCTE e foi membro do Conselho Consultivo do Descobrir – Programa Gulbenkian para Cultura e Ciência, da Fundação Calouste Gulbenkian.

    Nesta remodelação governamental, operada pelo Primeiro-Ministro, António Costa, Pedro Nuno Santos, que era Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, assumiu o Ministério das Infraestruturas e Habitação, enquanto Nelson de Souza deixa aSecretaria de Estado do Desenvolvimento e Coesão para liderar o Ministério do Planeamento.

    Alberto Souto – que, em setembro de 2018, participou nas Jornadas Mutualistas Regionais promovidas pela UMP, enquanto Presidente do Conselho de Administração da Fundiestamo S.A.-, é o novo Secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, que trabalhará com o Ministro Pedro Nuno Santos. 

    (Foto: Portal do Governo)

     

     

  • Newsletter n.º 63, de 15 de fevereiro

    Newsletter n.º 63, de 15 de fevereiro

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