O PSD reuniu, dia 20 de dezembro, com as entidades do Setor Social, na Assembleia da República, para trocar impressões inerentes às políticas públicas e para auscultar o setor social, numa data em que se assinala o Dia Internacional da Solidariedade Humana.
Para o PSD, é essencial que o Governo dialogue com o setor social e solidário e que seja estabelecido, até ao final do ano, o valor da atualização do acordo de cooperação anual com as instituições
“Deixamos aqui um apelo dirigido ao Governo para que, até ao final do ano, rapidamente estabeleça com os parceiros do setor social e solidário o valor da atualização das comparticipações e com isso garanta a previsibilidade e estabilidade que este setor necessita para continuar a apoiar ativamente os portugueses, no seu dia-a-dia”, declarou o Vice-Presidente do PSD, após a reunião.
Marco António Costa também anunciou que o PSD irá realizar, no inicio de janeiro, uma “reunião alargada” com os “representantes do setor social e solidário” para debater temas como a sustentabilidade, a descentralização e a fiscalidade.
Na reunião, foi também discutida a questão da falta de respostas para idosos, sendo que o PSD vai agendar, em janeiro, a discussão, no parlamento, do plano nacional de ação para o envelhecimento positivo, uma iniciativa que já foi apresentada em outubro.
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PSD recebe entidades do Setor Social
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20 anos de Cooperação do Setor Social
Assinalaram-se, no passado dia 19 de dezembro, os 20 anos sobre a assinatura do Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social como instrumento que visava criar condições para o desenvolvimento da estratégia de cooperação entre as instituições do setor social, que prosseguem fins de solidariedade social e a Administração Central e as Administrações Regional e Local.
Este primeiro pacto de Cooperação para a Solidariedade Social previa apenas apoios financeiros do Estado para “comparticipar nas despesas (…) com as obras de construção ou remodelação de instalações sociais (…)”, bem como para “comparticipar o custo das respostas sociais prestadas aos utentes, no âmbito dos acordos de cooperação”.
Hoje, o pacto de cooperação entre o Estado e as IPSS é uma peça fundamental para o trabalho das entidades da Economia Social.
“Em 20 anos muito mudou, e ainda bem. A União das Mutualidades Portuguesa (UMP), em conjunto com os seus parceiros, percorreu um longo caminho para que o setor social crescesse e assumisse a devida importância social e económica, assumindo um importante papel de suporte e apoio a todos aqueles que, por vicissitudes diversas, se encontram em situação de vulnerabilidade”, refere o presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva.
Para o presidente da UMP esta data deve ser recordada pois a assinatura do primeiro pacto de cooperação contribuiu para o desenvolvimento de uma rede de apoio social integrado e para a cobertura equitativa do país, no que aos serviços e equipamentos sociais diz respeito.
“Em 2016, reforça-se o papel fundamental que estas entidades têm tido, não apenas enquanto parceiros do Estado, como junto da sociedade civil que conhece e sente, no terreno, o trabalho que temos vindo a desenvolver”. -
Congresso Nacional da Economia Social em marcha
No passado dia 19 de dezembro, o Grupo de Trabalho (GT) “Congresso Nacional da Economia Social”, constituído pelos elementos designados pelas organizações da Economia Social que compõem o CNES, voltou a reunir-se, dando sequência ao trabalho iniciado na reunião ocorrida no dia 30 de novembro, a propósito da organização do evento que se realizará em 2017.
Nesta reunião, foram definidos os objetivos do Congresso Nacional da Economia Social bem como se discutiram a metodologia e as grandes temáticas que poderão ser abordadas no evento.
Para a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) o Congresso deverá permitir que todas as famílias que compõem a Economia Social tenham a oportunidade de se mostrarem e de reforçarem a importância do setor.
“Este evento poderá ser uma excelente oportunidade para reforçar a importância e impacto que a Economia Social tem na economia nacional e na vida das pessoas, pelo que considero importante que se desenvolvam ações que chamem a atenção da sociedade civil, dos poderes públicos e do setor privado, para que reconheçam, efetiva e meritoriamente, a importância e o trabalho desenvolvido pelas Entidades da Economia Social Solidária. Não esqueçamos que o movimento Mutualista, por exemplo, concede benefícios a 25% da população portuguesa”, referiu Ana Silva, representante da UMP, à margem da reunião.
A próxima reunião terá lugar no dia 5 de janeiro, na CASES. -
Mutualismo português mais próximo de São Tomé e Príncipe
A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) foi recebida por vários membros do governo de São Tomé e Príncipe, durante a semana de 6 a 9 de dezembro, de forma a divulgar o seu projeto de internacionalização.
Depois da bem-sucedida visita a Cabo Verde, a UMP rumou a São Tomé e Príncipe para dar continuidade a um projeto que definirá novas estratégias de cooperação entre os vários países-membros da CPLP. O objetivo é que o movimento mutualista possa ser reconhecido como resposta às necessidades inerentes, entre outras, à garantia da proteção social e da saúde das pessoas.
Foi uma semana de muitos contactos e uma oportunidade importante para o movimento mutualista português, já que o estabelecimento de novas parcerias poderão resultar em ações concretas de promoção do movimento e da criação de novas respostas nos domínios da Segurança Social, Saúde, Educação, Economia, entre outros, em prol dos cidadãos são-tomenses e do desenvolvimento social e económico do país.Durante esta semana, o presidente do Conselho de Administração da UMP, Luis Alberto Silva, reuniu-se com o Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares, com o Presidente da Assembleia Nacional, com os Ministérios do Emprego e Assuntos Sociais, da Saúde, da Defesa, da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, das Infraestruturas, das Finanças, Comércio e Economia Azul, da Juventude e Desporto, da Agricultura e Desenvolvimento Rural, da Educação, Cultura, Ciência e Comunicação, com o Presidente da Câmara Municipal de Cantagalo, com o Presidente da Associação Nacional das Autarquias Locais e Regional, entre outras organizações, sendo discutidas propostas de intervenção a favor da proteção na saúde, segurança social e bem-estar da população de São Tomé e Príncipe.
“Tratou-se de uma excelente oportunidade para a UMP poder alavancar o projeto de internacionalização do movimento mutualista português. Esperamos que estes contactos, alicerçados pelo Plano Estratégico e de Cooperação (PEC), tornem possível a criação de pontes de comunicação e de atuação entre os dois países. Pretendemos que vejam a UMP como parceiro, pelo que o governo de São Tomé e Príncipe poderá contar connosco, com a nossa disponibilidade, conhecimento e experiência mutualistas, na procura de respostas/soluções para os problemas e aspirações do país, em especial no que concerne à proteção social e à saúde”, refere Luís Alberto Silva.
Como resultado desta visita, deverá ser celebrado um protocolo com o Ministério do Emprego e Assuntos Sociais, que tutela a área da Economia Social em São Tomé e Príncipe, em representação dos vários ministérios com intervenção na área social. O protocolo pretenderá aproximar os dois países em termos de cooperação no âmbito de projetos da promoção da proteção social e da saúde e viabilizar a criação de novas mutualidades e a promoção e desenvolvimento das existentes.
A UMP quer posicionar o Mutualismo como uma força de referência do Setor Social e Solidário, sendo-lhe confiada a missão de reforçar e desenvolver o movimento mutualista, em Portugal e além-fronteiras. “Importa que os governos nos olhem como parceiros, que tenham outra visão sobre o nosso setor e que privilegiem políticas de proximidade, através do estabelecimento de parcerias”, resume Luís Alberto Silva. -
Preparação do Congresso Nacional da Economia Social já está em marcha
Realizou-se, no passado dia 30 de novembro, a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) “Congresso Nacional da Economia Social”, constituído pelos elementos que compõem o CNES, e cuja criação foi aprovada na reunião Plenária deste Conselho.
O Congresso procurará o envolvimento e participação das entidades da economia social solidária e demais sociedade civil, pelo que as temáticas inerentes ao Congresso terão em nota os objetivos para os quais o mesmo está pensado. A próxima reunião deste GT ocorrerá na tarde do dia 19 de dezembro, na CASES.
A representante da UMP, Ana Maria Silva, que integra este GT, considera importante que “este congresso permita a abordagem de temas transversais às diferentes famílias pertencentes à Economia Social e que permita mostrar à sociedade civil o que somos e o que fazemos, para que este setor seja social e economicamente reconhecido. Está na altura de se trabalhar a favor da consensualização/união das diferentes famílias da Economia Social, através de uma plataforma comum que lhes dê voz e as aproxime”. -
Mutualista António Reis homenageado
O movimento mutualista assume a sua força nos homens e mulheres que dedicam grande parte da sua vida a ajudar o próximo. Foi nesse sentido que, no passado dia 10 de dezembro, foi homenageado o mutualista António Reis, que esteve ao serviço d’ Beneficência Familiar – Associação de Socorros Mútuos, durante 25 anos.
Aos 91 anos, António Reis é uma referência incontornável no movimento mutualista, tendo dedicado a vida ao trabalho voluntário associativo. A sua relevante e ininterrupta atividade abarcou vários domínios, desde a intervenção política – durante a ditadura e em democracia – passando pelo desporto, pelo movimento cooperativo e, nos últimos 25 anos, pelo mutualismo, como Presidente da Direção d’ A Beneficência Familiar, na cidade do Porto. Por isso, numa cerimónia especial e significativa que contou com a participação de tantos outros companheiros mutualistas, António Reis foi reconhecido pela entrega e devoção à causa mutualista.
A União das Mutualidades Portuguesas também se fez representar neste evento e a mensagem do presidente do Conselho de Administração, Luis Alberto Silva, traçou o perfil de um homem digno, leal, íntegro e sempre pautado pela honestidade em tudo o que fez.“Esta é uma homenagem que nasce do profundo reconhecimento por parte de quem, como eu, teve a oportunidade e a satisfação de conviver com o meu caro amigo, que foi um verdadeiro exemplo do que é trabalhar por amor à causa e ao próximo, já que lutou sempre, com dedicação, fé, coragem, resignação e trabalho, em prol das comunidades que entendeu servir”, disse. Luís Alberto Silva recordou também alguns momentos que vivenciou com António Reis e as inúmeras conversas sobre os ideais do mutualismo e sobre os projetos de desenvolvimento do movimento.
Todos destacaram a dedicação do homenageado e a perseverança perante os obstáculos, tendo dado um inestimável contributo ao movimento mutualista, e ao próprio crescimento d’ A Beneficência Familiar.Entre tantas palavras de reconhecimento, foram as do homenageado as que mais emocionaram a sala.
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Protectora dos Artistas” de Faro comemora 160 anos
A Associação de Socorros Mútuos “Protectora dos Artistas” de Faro assinalou, no passado dia 7 de dezembro, o seu 160.º aniversário, com um jantar de confraternização que juntou centenas de mutualistas.
Foi com muitos sorrisos e num ambiente descontraído que se comemoraram 160 anos de vida. Apesar de centenária, nem o peso da idade abranda os projetos desta Associação Mutualista que tem protegido, apoiado e concedido benefícios a milhares de pessoas.
A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) também se juntou às comemorações, sublinhando que a “Protectora dos Artistas” de Faro tem sabido responder aos desafios que se lhe colocam.
“Junta-se a experiência dos 160 anos com a irreverência de uma administração que procura dar sempre mais e melhor por este concelho, por esta Associação. Hoje, a saúde tem sido uma das suas grandes apostas, com a abertura da Farmácia do Montepio. Ainda com o propósito de dar resposta às necessidades e desafios que atualmente são colocados, esta Mutualidade tem procurado conceder benefícios aos Associados e seus familiares através do apoio médico que presta, do subsídio de funeral que concede, e através da celebração, com a UMP, do Protocolo Mutual IN que concederá benefícios a todos os seus Associados e respetivos familiares, de norte a sul do país, promovendo os serviços das mutualidades e alavancando o movimento”, referiu José Almeida, membro do Conselho de Administração da UMP.No horizonte da Associação centenária está a reestruturação da sede, visando o crescimento e a melhoria dos serviços desta instituição, sempre a pensar nos seus associados e demais beneficiários.
O aniversário da Associação de Socorros Mútuos “Protectora dos Artistas” de Faro também foi “abrilhantado” pela presença da Chama Mutualista que foi depois entregue ao Monte-pio Artístico Tavirense.
A festa fez-se de homenagens e de memórias de quem já muito deu pelo movimento mutualista, ficando a certeza de que mais histórias se registarão. -
Festas de Natal animam Centros Infantis da AMSM
A uma semana do Natal, os Centros Infantis de Santa Maria da Feira e de Lourosa d’ A Mutualidade de Santa Maria (AMSM) já apresentaram as suas festas de Natal, mostrando que os mais pequenos dominam a arte do palco.
No Centro Infantil da Feira (CIF) o tema escolhido foi “O Natal da Bicharada” e a dança, o teatro e muitas coreografias deram vida ao Europarque de Santa Maria da Feira que acolheu este evento. Os mais pequenos souberam conquistar a plateia que acompanhou, com entusiasmo, o desenvolver da narrativa em palco.
A festa envolveu também as famílias, que ajudaram na preparação da festa e ficaram responsáveis por alguns momentos de entretenimento. “O CIF tem procurado que os pais e encarregados de educação se envolvam nestes momentos de convívio. Este ano, os pais fizeram uma apresentação do Natal pelo mundo, nos intervalos do espetáculo”, explicou Isabel Sá, Diretora Técnica do CIF.
Em Lourosa, a festa também teve lotação esgotada no Auditório da Junta de Freguesia de Lourosa. Além da participação das salas, houve atuação do grupo de Expressão Corporal (Creche) e Expressão Corporal / Dança (Pré- Escolar). Os pequenos artistas, que interpretaram diversos animais deliciaram a plateia com a apresentação de temas como “Doidas, doidas andam as galinhas”, “Os sons dos Animais” e “Os Crocoloucos” e com a representação da “História da Carochinha”. No final, o Pai Natal veio alegrar a festa e distribuir muitos sorrisos às crianças e ao público ali presente.
“Estes são momentos em que procuramos, acima de tudo, integrar as famílias no Centro Infantil de Lourosa (CIL) e fazê-las sentirem-se elementos ativos na educação dos filhos. É um momento de descontração e diversão, em que as próprias crianças podem experimentar novos desafios”, referiu Susana Correia, Diretora Técnica do CIL.
Para o presidente da AMSM estes momentos de convívio reforçam a importância que estas duas respostas sociais têm na vida das pessoas. “Os Centros Infantis têm sido uma importante resposta para muitas das famílias pertencentes à área geográfica das Terras de Santa Maria. Procuramos, acima de tudo, pautar o nosso trabalho pela excelência, o qual, felizmente, tem dado importantes frutos, na medida em que sentimos que, de facto, somos necessários e marcamos a diferença”, proferiu Luís Alberto Silva.
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UMP quer integrar o CES
A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) reuniu, no dia 12 de dezembro, com o presidente do Conselho Económico e Social (CES), António Correia de Campos, tratando-se do primeiro encontro oficial entre presidentes, na medida em que foi em outubro deste ano que Correia de Campos tomou posse.
Nesta audiência, Luís Alberto Silva relembrou a importância da UMP tornar-se membro efetivo do CES, tendo já formalizado o seu pedido.
“A União das Mutualidades Portuguesas está disponível para assumir o cargo de membro efetivo no Conselho Económico e Social, pois entendemos que as mutualidades devem ter um papel ativo no CES, fazendo chegar as propostas e dando contributos nas decisões que afetam a economia e a vida das pessoas”, referiu Luís Alberto Silva, à margem da reunião.
O presidente da UMP aproveitou para dar a conhecer o projeto de internacionalização do movimento mutualista, os resultados obtidos com as visitas aos países da CPLP, como Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, e o projeto inerente à criação e desenvolvimento da Organização Mundial do Mutualismo. Igualmente, aproveitou para convidar António Correia de Campos para participar no XII Congresso Nacional do Mutualismo e na celebração do Dia Nacional do Mutualismo e dos 720 anos de história de mutualismo em Portugal, nos dias 7 e 8 de julho de 2017, na cidade do Porto.