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  • Os Órgãos Associativos da Liga das Associações Mutualistas do Porto

    LIGA DO PORTO

    Os Órgãos Associativos da Liga das Associações Mutualistas do Porto reuniram-se na passada terça-feira (dia 16), na sede da instituição, no Porto. O encontro contou com a presença do presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, reforçando a coesão e a partilha de experiências entre os representantes das Associações Mutualistas que compõem os Órgãos Associativos.

    A Liga do Porto foi criada em 1905 e continua a servir milhares de Associados mutualistas, nas áreas da Saúde, regimes complementares de Segurança Social, aconselhamento jurídico, acordos de cooperação, entre outras (mais informações em www.liga.pt).

    Os Órgãos Associativos da Liga do Porto são compostos, no biénio 2017-2018, pelas seguintes Associações Mutualistas:

    ASSEMBLEIA GERAL

     

    PRESIDENTE
    A Previdência Familiar do Porto – ASM
    1º SECRETÁRIO
    A Beneficiência Familiar do Porto – ASM
    2º SECRETÁRIO
    Associação Socorros Mútuos S. Bento das Pêras de Rio Tinto

    DIREÇÃO

    PRESIDENTE
    A Lutuosa de Portugal – AM
    SECRETÁRIO
    A Glória Portuguesa – ASM
    TESOUREIRO
    A Previdência Familiar do Porto – ASM
    1º VOGAL
    A Vencedora – AM
    2º VOGAL
    A Restauradora de Ramalde – AM

    CONSELHO FISCAL

    PRESIDENTE
    A Beneficência Familiar do Porto – ASM
    SECRETÁRIO
    A Vencedora – AM
    RELATOR
    A Benéfica e Previdente – AM
  • UMP reuniu com A Beneficência Familiar

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    Mantendo uma política de proximidade e contacto regular com as Associações Mutualistas, o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas esteve esta terça-feira (dia 16) na sede d’A Beneficência Familiar, no Porto.

    Luís Alberto Silva reuniu com a direção da instituição portuense, presidida por Carlos Jorge, abordando diferentes assuntos de interesse para o Movimento Mutualista, entre os quais a primeira Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, que decorrerá no próximo dia 27 de janeiro, em Bragança.

    Recorde-se que A Beneficência Familiar é uma das instituições centenárias da cidade do Porto, tendo comemorado recentemente 141 anos de história mutualista. Saiba mais sobre a atividade e as valências d’A Beneficência Familiar através do website oficial da instituição em www.abeneficencia.org ou através da página oficial no Facebook em www.facebook.com/ABeneficenciaFamilarASMPorto.

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  • Newsletter n.º 41 | 12 de janeiro de 2018

    Já está disponível a Newsletter n.º 41 da União das Mutualidades Portuguesas.

    Clique no link acima ou na imagem e fique a par de todas as novidades do Mutualismo e da Economia Social.

    Newsletter 41

     

  • Luís Alberto Silva na TVI e RTP

    RTP2

    Luís Alberto Silva, o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, participou recentemente em programas televisivos da TVI24 e RTP2. No dia 6 de janeiro (sábado), o responsável da UMP esteve na TVI24 para participar no noticiário das 11h00, onde abordou as principais apostas estratégicas para o Movimento Mutualista no triénio 2018-2020, analisando também alguns dos temas que marcaram a atualidade informativa.

    No dia 13 de janeiro (sábado), a RTP2 transmitiu o programa Página 2, a partir das 21h50, onde Luís Alberto Silva foi o convidado do jornalista João Fernando Ramos. O presidente do CA da UMP reforçou o papel do Mutualismo na sociedade portuguesa e abordou ainda diferentes temas inerentes ao Movimento Mutualista. Clique nos links para ver os programas da TVI24 e RTP2.

  • De Tavira ao Porto: Chama Mutualista continua a iluminar o país

    CHAMA BENEFICÊNCIA

    Depois de ter iluminado as comemorações do 160.º aniversário do Monte-pio Artístico Tavirense, a Chama Mutualista percorreu 573 quilómetros entre as cidades de Tavira e do Porto, onde foi entregue à Beneficência Familiar – A.S.M. O símbolo luminoso, criado pela União das Mutualidades Portuguesas para representar a força e vitalidade do Movimento Mutualista, continua o seu roteiro pelas Associações Mutualistas do país, estando neste momento nas instalações da instituição portuense, que no passado dia 1 de janeiro comemorou 141 anos de história.

    Na próxima semana, A Beneficência Familiar entregará a Chama Mutualista à sua congénere da A.S.M. de São Mamede de Infesta, que comemorará o 128.º aniversário no dia 15 de janeiro.

    Recorde-se que a Chama Mutualista foi inicialmente acesa no dia 22 outubro de 2016, na cidade de Coimbra. A segunda edição do roteiro da Chama começou no XII Congresso Nacional do Mutualismo, realizado na Alfândega do Porto, a 7 e 8 de julho de 2017.

    Pode acompanhar o percurso da Chama Mutualista através do website da iniciativa em www.chamamutualista.mutualismo.pt.  

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  • Novo CA da UMP reuniu em Lisboa

    CA UMP

    O novo Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, eleito para o triénio 2018-2020, reuniu esta sexta-feira (dia 12) em Lisboa, com o objetivo de debater os principais assuntos e linhas estratégicas do Movimento Mutualista.

    Este foi o primeiro encontro formal do novo Conselho de Administração, que é presidido por Luís Alberto Silva (ao centro na foto, em representação d’A Mutualidade de Santa Maria – Associação Mutualista) e do qual também fazem parte (da esquerda para a direita na foto) José Carvalho (em representação da A.S.M. dos Artistas Vilafranquenses), Jani Salomé Silva (A Familiar – A.S.M. da Póvoa de Varzim), José Almeida (A Familiar de Espinho – Associação Mutualista) e João Esteves (A.S.M. “A Protectora dos Artistas” de Faro).

    A reunião do novo CA decorreu nas instalações do Centro Infantil Dr. António da Costa Leal, cuja gestão é da responsabilidade da União das Mutualidades Portuguesas.

  • Comunicado: Uma leitura da Economia Social sobre o processo da Associação Raríssimas

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    A União das Mutualidades Portuguesas é uma das subscritoras do seguinte comunicado, em conjunto com oito outras entidades representativas do setor da Economia Social.

     

    UMA LEITURA DAS ORGANIZAÇÕES DA ECONOMIA SOCIAL SOBRE O PROCESSO DA ASSOCIAÇÃO RARÍSSIMAS

    2017 foi um ano extraordinário para a Economia Social No ano 2017, decorreram um conjunto vastíssimo de iniciativas da maior importância para a Economia Social, nomeadamente a realização do 1º Congresso Nacional da Economia Social, que compreendeu cinco sessões realizadas de norte a sul do país e onde foram debatidos os grandes temas e desafios do sector cooperativo e social constitucionalmente consagrado e constituído por cooperativas, associações mutualistas, coletividades, fundações, misericórdias, associações de desenvolvimento local e IPSS.

    Deste grandioso movimento e do seu inestimável contributo para a qualidade de vida e felicidade dos portugueses pouco ou nada transpareceu, nem tão pouco das boas práticas que são correntes no seio da Economia Social.

    E, no entanto, um eventual desvio do bom governo, que os princípios que orientam a Economia Social exigem, foi tratado de forma parcial, proporcionando uma amálgama que se arrisca a confundir uma simples árvore com toda uma promissora floresta.

    Efetivamente, as recentes notícias divulgadas sobre a Associação Raríssimas têm vindo a gerar grande especulação acerca dos modelos de gestão das entidades da economia social, havendo infelizmente uma grande tentação de tomar o todo pela parte. Sem pormos em causa o legítimo interesse da Comunicação Social face à gravidade dos indícios na citada organização, devemos ter bem presente que a realidade da esmagadora maioria das entidades da economia social, e concretamente na área da assistência social, onde se incluem as IPSS, não merece ser injustamente atingida por suspeições de quem ignora essa realidade.

    Entidades da Economia Social são transparentes e escrutinadas

    Dada a natureza das entidades da economia social, bem como os princípios que lhe estão subjacentes, o escrutínio sobre a gestão interna destas começa pelo normal e regular funcionamento dos seus órgãos próprios, nomeadamente os seus conselhos fiscais e assembleias gerais, a quem compete acompanhar a atividade e garantir a regularidade e cumprimento dos pressupostos da legalidade, regularidade orçamental e da boa gestão financeira das entidades.

    Contrariamente a algumas ideias concebidas, o atual modelo de financiamento das entidades da economia social é insuficiente e ineficaz face às necessidades do quadro de atuação destas entidades, sendo que uma boa parte destas entidades, atua apenas com base no voluntariado dos/as seus/suas dirigentes e membros.

    Na realidade, a sua atuação está limitada e condicionada pelos excessivos processos burocráticos impostos no acesso ao financiamento ou na gestão destes, acarretando implicações várias: as mais gravosas decorrem dos atrasos verificados ao nível da aprovação de candidaturas, e do fluxo dos reembolsos das despesas efetuadas, diminuindo os recursos das entidades que, por si, já são insuficientes para o cumprimento dos seus compromissos, a que acresce o tempo e energia gasta pelos/as dirigentes e trabalhadores/as que têm de responder a padrões burocráticos rígidos frequentemente desajustados às condições reais a que responde o financiamento e os respetivos montantes financiados.

    Neste sentido, e ainda que predomine a ideia de benevolência, altruísmo e generosidade por parte das entidades da Economia Social, verifica-se que na maioria da atividade destas entidades, sobretudo aquela que é financiada ao abrigo dos quadros comunitários, é alvo de escrutínio por parte do Estado e das entidades financiadoras, e objeto de certificação de contas por parte de um TOC – Técnico Oficial de Contas e, em algumas situações, por um ROC – Revisor Oficinal de Contas, sendo exigidas declarações de não dívida à Fazenda Pública e Segurança Social atualizadas enquanto requisitos para a apresentação de candidaturas e recebimento de verbas, a obrigatoriedade de apresentação de registo criminal e de declarações de inexistência de conflitos de interesses relativamente a terceiros contratados, o que revela o cumprimento de princípios de boa governação destas organizações. Outra das dimensões de escrutínio que é aplicada a estas organizações, muitas delas com certificação de qualidade, é a obrigação de cumprimento das regras da Contratação Pública.

    É fundamental que tenhamos presente que estamos perante um universo que abrange milhares de organizações que substituem e complementam o Estado, proporcionando qualidade de vida a milhões de pessoas de todas as idades e a promoção de uma maior coesão social.

    A Economia Social tem presente e tem futuro

    De acordo com os dados da Conta Satélite da Economia Social, em 2013, a Economia Social representava 2,8% do Valor Acrescentado Bruto nacional, 5,2% das remunerações, 6% do emprego remunerado e 5,2% do emprego total. O total de recursos das entidades da ES foi estimado em quase 14 mil milhões de euros, provenientes principalmente da produção (60%), dos subsídios e transferências (26,7%) e dos rendimentos de propriedade (10,1%), em contrapartida com o total de utilizações estimado no valor de mais de 14 mil milhões de euros, verificando-se uma necessidade líquida de financiamento no montante de 412 milhões de euros, o que revela a necessidade de apoio deste setor, sobretudo, do setor não mercantil da Economia Social.

    As entidades subscritoras vêm assim sensibilizar a comunicação social para uma melhor atenção ao papel fundamental que milhares de organizações, dirigentes, colaboradores/as, e voluntários/as, tem no contributo para um pilar cada vez mais estruturante da sociedade portuguesa, e talvez aquele que mais contribui para uma maior justiça social e sustentabilidade.

    Os dados vindos a público de gestão da Instituição “Raríssimas”, a serem comprovados, são considerados por estes subscritores graves e suscetíveis de todas as investigações que permitam apurar responsabilidades, mas rejeitam liminarmente a generalização que alguns pretendem fazer. Trata-se de um caso isolado, que pode acontecer em qualquer setor com o qual o Estado se relacione. O que é preciso evitar é que, por força de palavras e/ou ideias mal medidas, se prejudiquem milhares de organizações, com sérios impactos na sua imagem, integridade e dedicação e até com consequências imprevisíveis na sua sustentabilidade.

    Refira-se por último que a Raríssimas, os profissionais que nela trabalham e os utentes que beneficiam dos apoios por ela prestados nos merecem todo o respeito, consideração e solidariedade. As organizações com provas dadas prevalecem muito para além de pessoas que, por atitudes menos legais ou dignas, as possam colocar em causa.

    As entidades representativas da Economia Social subscritoras,

     

    ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local

    CEEPS (CIRIEC Portugal) – Centro de Estudos em Economia Pública e Social

    CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade

    CONFAGRI – Confederação Nacional Das Cooperativas Agrícolas E Do Crédito Agrícola De Portugal

    CONFECOOP – Confederação Cooperativa Portuguesa CCRL

    CPCCRD – Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto

    CPF – Centro Português de Fundações

    UMP – União das Misericórdias Portuguesas

    UMP – União das Mutualidades Portuguesas

  • Do Alentejo ao Algarve: O roteiro de luz da Chama Mutualista

    CHAMA ASM FARO

    Simbolizando, através da luz, a vitalidade e a coesão do Movimento Mutualista português, a Chama Mutualista prossegue o seu roteiro de luz pelas Associações Mutualistas do país. Depois de ter viajado desde Sesimbra até ao coração do Alentejo e ao Legado do Caixeiro Alentejano, a Chama Mutualista foi depois entregue pela instituição de Évora à sua congénere da Associação de Socorros Mútuos “Protectora dos Artistas” de Faro (imagem em cima).

    O símbolo criado pela União das Mutualidades Portuguesas manteve-se depois na região do Algarve e foi entregue pela ASM “Protectora dos Artistas” de Faro ao Monte-pio Artístico Tavirense (imagem em baixo), que celebrou esta quarta-feira (dia 20 de dezembro) 160 anos de história mutualista, numa cerimónia realizada no Hotel Vila Galé, em Tavira.

    A Chama Mutualista, inicialmente acesa em outubro de 2016, vai já na sua segunda edição e continua a fomentar o contacto entre Associações Mutualistas de diferentes pontos do país.

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  • Conselho de Administração da UMP reuniu em Espinho

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    A última reunião mensal do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas em 2017 decorreu no passado dia 14 de dezembro (quinta-feira), em Espinho.

    O encontro, que serviu para debater os assuntos mais pertinentes do Movimento Mutualista na atualidade, foi também a última reunião da atual composição do Conselho de Administração, que termina o seu mandato no final do ano.

    Recorde-se que a UMP elegeu os seus Órgãos Associativos para o triénio 2018-2020 na Assembleia Geral realizada no dia 16 de dezembro, em Coimbra.