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  • Mutualistas marcam presença no Encontro Portugal Economia Social

    A convite da Fundação AIP, a União das Mutualidades Portuguesas associou-se à iniciativa Portugal Economia Social – Encontro do Empreendedorismo e Inovação na Economia Social, que decorrerá de 19 a 21 de maio.

    Esta iniciativa reveste-se de particular importância, na medida em que os intervenientes terão oportunidade de mostrar o trabalho feito em resposta às diferentes necessidades das populações, os projetos inovadores e as boas práticas que fazem o sucesso do dia a dia das organizações, mas também porque poderão estabelecer contactos com potenciais financiadores e fornecedores especializados no setor. A UMP, apostando na cooperação entre Mutualidades e ciente da pertinência da presença das mesmas neste evento, está a providenciar um espaço que colocará à disposição das suas Associadas para a sua divulgação e promoção.

    Para participar, preencha a ficha de inscrição aqui.

  • UMP participa na reunião da CNPCJR

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), representada pela Vice-Presidente da Associação Internacional das Mutualidades, Ana Silva, participou, no passado dia 3 de maio, na reunião da Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR). Esta sessão de trabalho foi bastante participada e permitiu tomar decisões quanto à linha de atuação da Comissão.
    Em ponto prévio, fez um ponto de situação sobre a organização do evento Encontro Nacional de Avaliação da Atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, que este ano terá lugar no Arquipélago da Madeira. Igualmente, os Comissários tomaram conhecimento da nomeação de José Carlos Sousa como Diretor Executivo da CNPCJR.
    Durante a reunião, foram trocadas informações sobre algumas das iniciativas apadrinhadas pela CNPCJR, como por exemplo, o projeto “Mês da Prevenção dos Maus Tratos”, que decorreu no mês de abril de 2016, em continuidade de anteriores edições, iniciadas em 2008, e o projeto “Tecer a Prevenção”.
    A questão da formação dos agentes envolvidos, direta e indiretamente, no trabalho levado a cabo pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens em Risco foi considerada urgente e essencial. Ana Maria Silva entende tratar-se de um importante investimento, já que o sucesso da ação das equipas das Comissões depende do conhecimento que possuem sobre as diferentes problemáticas.
    “A formação técnica específica e a formação contínua, cada vez mais, se têm vindo a revelar de primordial importância. É, de facto, um investimento de valor acrescentado que importa salientar e proliferar, em especial junto das equipas que compõem as CPCJ, sendo absolutamente essencial que as organizações invistam na sensibilização dos seus técnicos para que apostem na busca de mais e melhor saber. E no que ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no terreno, importa reconhecer e enaltecer as organizações que muito têm feito para apoiar e fomentar o desenvolvimento das atividades das Comissões de Proteção. Quando sentimos que o nosso trabalho é reconhecido, a envolvência nos projetos é maior, e os resultados ainda se tornam melhores e mais visíveis”, sublinhou.

  • Mutualidades querem estar mais perto do Ministério da Administração Interna

    13178824 1028780950543842 5926622529612857633 nA União das Mutualidades Portuguesas (UMP) foi recebida, dia 5 de maio, pelo Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, procurando, através desta audiência, mostrar a disponibilidade do Movimento Mutualista para dar o seu contributo na implementação de iniciativas deste Ministério.

    O presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, tem pugnado pela promoção de parcerias junto do atual Governo que permitam trazer vantagens para a resolução de alguns constrangimentos sentidos pelas Mutualidades no âmbito social, educativo, da saúde, entre outros.
    A assinatura de um protocolo de colaboração e auxílio da distribuição dos prémios não reclamados que resultem dos concursos aprovados pela Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (MAI) nas Modalidades Afins de jogo de fortuna ou azar foi uma das propostas apresentadas pela UMP.
    De acordo com Luís Alberto Silva, este protocolo vai permitir que as Associadas da UMP possam ter um suporte financeiro extraordinário para a prossecução dos seus fins, em especial no que respeita à saúde e proteção social.
    “No caso de os prémios dos concursos aprovados pela Secretaria Geral do Ministério da Administração (SGMAI) Interna não serem reclamados no prazo devido, ou de não ser feita prova, os mesmos, em espécie ou o seu valor em dinheiro, revertem para um estabelecimento de assistência a designar pela SGMAI. Queremos, por isso, que as Associações Mutualistas sejam consideradas nesta atribuição”, defendeu Luís Alberto Silva.
    A disponibilização de instalações para a sede da União das Mutualidades Portuguesas foi outro dos temas abordados neste encontro, depois de, em Assembleia Geral Extraordinária, ficar decidida a venda das atuais instalações. “O Conselho de Administração tem diligenciado no sentido de obter novas instalações para aí instalar os serviços da Sede da UMP”, referiu o presidente da UMP.

  • A UMP lançou o seu Boletim Informativo n.º 85. Fique a par das novidades mutualistas!

     

    A nova edição da publicação mensal da UMP já está disponível.

    Leia em formato folheável ou pdf

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  • CDS-PP reconhece importância do Dia Nacional do Mutualismo

    IMG 1024No dia 27 de abril, o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, reuniu com o Deputado do CDS-PP Filipe Lobo D’Ávila, com o objetivo de levar a mensagem do Movimento aos diferentes grupos parlamentares.

    Luís Alberto Silva levou para esta audiência o tema da fixação da data do Dia Nacional do Mutualismo a 8 de julho, colocando em evidência a relevância da sua celebração e a importância do Mutualismo no contexto da Economia Social enquanto alternativa de caráter social, que não depende do Estado nem tem fins lucrativos. O Presidente da UMP informou que a Petição Pública neste âmbito conseguiu já obter mais de 4000 assinaturas, e que é desejo da UMP levar o tema a discussão em plenário da Assembleia da República. De acordo com o deputado Filipe Lobo D’Ávila este é um tema que merece também a atenção do CDS-PP, e sublinhou que todos os partidos deverão estar plenamente informados acerca da Petição, de modo a que os desígnios do Conselho de Administração ganhem uma maior relevância do debate parlamentar.
    “A data escolhida, votada por maioria em Assembleia Geral, foi a de 8 de julho, atendendo a que, segundo o historiador Henrique Gama Barros, foi a 8 de julho de 1297 que surgiu a primeira Associação Mutualista, em Beja. Quer isto dizer, que o Movimento Mutualista comemorará, em 2016, 719 anos de história, algo que prova a ação meritória das Mutualidades”, esclareceu Luís Alberto Silva.

  • Protocolo com INATEL é caminho para expansão da atividade mutualista

    inatelO presidente do Conselho de Administração (CA) da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, reuniu, no dia 27 de abril, com o presidente do CA da Fundação INATEL, Francisco Caneira Madelino.
    Nesta reunião, o enfoque foi dado à celebração de um protocolo de cooperação entre a UMP e o INATEL, que vise proporcionar, aos associados das Mutualidades filiadas na UMP, o acesso às instalações e serviços dos equipamentos de Turismo do INATEL, em condições mais favoráveis.
    Conforme esclarece Luís Alberto Silva, “com a celebração de um Protocolo com a INATEL pretendemos aumentar os benefícios dos Associados das Mutualidades, igualmente preocupadas com a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Paralelamente, será uma forma de dinamizarmos a atividade turismo social oferecido pelas Associações Mutualistas, com especial destaque para a população mais idosa, na medida em que o envelhecimento da população é um processo em crescendo, pelo que deverá ser encarado de forma séria, sendo nosso dever a promoção e melhoria da qualidade de vida das pessoas que envelhecem”.
    “Este protocolo poderá permitir que os associados das Mutualidades, em especial os que possuem maiores dificuldades financeiras, tenham acesso a instâncias de turismo/lazer em condições socioeconómicas mais vantajosas. O turismo social é uma área importante, uma vez que contribui para o bem-estar biopsicossocial das pessoas, pelo que interessa ao nosso Movimento expandir esse serviço”, acrescenta Luís Alberto Silva.

  • UMP participa na primeira reunião do CNES de 2016

    As conselheiras e conselheiros do Conselho Nacional para a Economia Social (CNES) reuniram hoje, 22 de abril, naquela foi a primeira Reunião Plenária de 2016.

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), representada pelo presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, é igualmente membro da Comissão Executiva do CNES.
    Nesta reunião foi apresentado o Programa Nacional de Reformas e discutidas e estabelecidas as atividades do CNES para 2016.
    Para a União das Mutualidades Portuguesas a participação ativa no CNES é essencial para contribuir para uma sociedade mais coesa, mais equilibrada, mais justa e mais igualitária, permitindo às Entidades da Economia Social acompanhar os desígnios do Governo e participar no desenho de estratégias que afetem direta ou indiretamente a economia social.

  • Fórum sobre Incontinência reúne peritos de todo o mundo

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), representada pela vice-presidente Norte do Conselho de Administração, Jani Salomé Silva, e pela vice-presidente da Associação Internacional das Mutualidades (AIM), Ana Maria Silva, participou, nos dias 19 e 20 de abril, no 6º Fórum sobre a Incontinência, em Berlim.

    A 6ª Conferência GFI (Global Forum Incontinence) juntou responsáveis políticos na área da saúde e assistência social, especialistas e representantes de grupos de pacientes, cuidadores e organizações da sociedade civil, que aproveitaram para conhecer novas práticas que contribuam para o melhor cuidado das pessoas que vivem com a incontinência.
    Este fórum apresentou um conjunto de disposições que permitam melhorar a qualidade dos serviços daqueles que trabalham com esta realidade, nomeadamente, as Associações Mutualistas.
    A conferência teve, também, como objetivo discutir boas práticas que permitam minimizar as complicações e os custos que a incontinência pode implicar e fomentar o consenso sobre o caminho a e as práticas que devem ser implementadas em diferentes ambientes, sejam no âmbito dos prestadores de cuidados de saúde como de assistência social.
    Durante os dois dias de painéis e sessões de trabalho, foi possível o debate e a troca de ideias produtiva, dando a todos os participantes a oportunidade de contribuir para encontrar soluções comuns.
    “A participação neste fórum deu-nos a oportunidade de refletirmos sobre o problema da incontinência e sobre a responsabilidade que temos nesta matéria. A incontinência é um assunto sério, cuja gestão da doença é fundamental para permitir uma vida com maior dignidade e autonomia”, defendeu Jani Salomé.
    “O problema da Incontinência pode acarretar complicações de vários níveis, desde logo no que à saúde diz respeito, mas também no que concerne à vida pessoal, na medida em que afeta as esferas social, profissional e interpessoal. É, claramente, um fator de exclusão social e é, também, um problema de saúde pública, pelo que o tema merece ser debatido pública e politicamente”, acrescentou Ana Silva.
    O convite para participar no GFI foi feito através da Associação Portuguesa de Psicogerontologia, que sugeriu, por sua vez, um conjunto de Associações, Instituições e personalidades, à entidade organizadora, a SCA (Svenska Cellulosa Aktiebolaget).
    Na Delegação Portuguesa estiveram também o Padre Lino Mais e José Leirião da CNIS; Maria João Quintela, Presidente da Associação Portuguesa de Psicogerontologia; Teresa Tavares Trigueiros e Cláudia Rosa dos SSCGD – Serviços Sociais da Caixa Geral de Depósitos; Rita Valadas, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; António Bento Barcelos, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo; Rui Emanuel Freitas, Presidente do Conselho Diretivo do ISS da Madeira; e ainda o médico Salazar Coimbra e o cardiologista Manuel Carrageta. João Paulo Iglesias, Carlos Neiva e Arturo Engaña foram os elementos da SCA que acompanharam esta equipa durante estes dois dias de trabalhos.

  • UMP reafirma importância do Mutualismo na Economia Social em reunião com BE

    BE PEQUENO SITEA União das Mutualidades Portuguesas (UMP) foi recebida, no dia 21 de abril, pelo Deputado Paulino Ascensão, aproveitando esta oportunidade para expor a importância do Mutualismo e o seu papel na Economia Social.

    A UMP, representada pelo presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, levou para esta audiência o tema da fixação da data do Dia Nacional do Mutualismo a 8 de julho, colocando em evidência a relevância da sua celebração e a importância do Mutualismo no contexto da Economia Social enquanto alternativa de caráter social, que não depende do Estado nem tem fins lucrativos. Luís Alberto Silva informou que a Petição Pública neste âmbito conseguiu já obter mais de 4000 assinaturas, e que é desejo da UMP levar o tema a discussão em plenário da Assembleia da República.
    Nesta mesma reunião, Luís Alberto Silva apresentou as linhas gerais do Programa de Ação da UMP, assim como as principais dificuldades que o Movimento Mutualista enfrenta. Entre os temas abordados, destacou a importância da publicação breve do Código das Associações Mutualistas, inteirando Paulino Ascensão do processo, bem como a necessidade de proceder a alterações ao Estatuto Fiscal das IPSS, que permitirá às Mutualidades ultrapassar alguns constrangimentos sentidos em matérias legais e fiscais.

    “As Associações Mutualistas portuguesas têm sabido complementar e colmatar as falhas e limitações dos sistemas públicos de proteção social e das respostas das entidades privadas com fins lucrativos. A remoção destes obstáculos, dificuldades e constrangimentos legais no livre acesso das mutualidades a todas as atividades económicas, vai permitir o alargamento da sua intervenção aos setores primário e secundário, que de resto é uma das intenções deste Conselho de Administração”, adiantou Luís Alberto Silva.

  • Mutualismo é parceiro na promoção da cidadania e igualdade

    SecestadomaispequenaDecorreu, na manhã do dia 21 de abril, uma reunião entre a Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, que procurou reafirmar a importância da ação da UMP e das Associações Mutualistas na defesa dos valores cívicos.

    A promoção da Cidadania e Igualdade, a fim de melhor sustentar projetos nestes domínios, tem sido uma das preocupações da UMP, razão pela qual Luís Alberto Silva considera essencial reforçar os laços de cooperação já existentes. Para tal, defendeu a celebração de um protocolo que vise a afirmação da UMP como um parceiro do Governo na execução dos objetivos deste gabinete governamental. Parte desse trabalho passa pela inserção no currículo escolar do tema “Mutualismo”, já que, pelos seus princípios e valores, é um promotor de cidadania e igualdade.“A UMP quer ser um parceiro privilegiado quando o Estado quiser implementar iniciativas nestes domínios. Os valores da igualdade, proteção e cidadania são valores que norteiam toda a nossa atividade e que influenciam decisivamente as nossas atividades”, referiu Luís Alberto Silva.

    A UMP levou também para esta audiência o tema dos refugiados, lembrando a sua participação nas reuniões do Grupo de Trabalho da Agenda Europeia para as Migrações. Neste âmbito, as Associações Mutualistas estão disponíveis para dar apoio a vários níveis.

    As Associações Mutualistas, nos territórios em que se inserem, são impulsionadoras das economias locais, empregando pessoas mais idosas, sendo também agentes integradores de pessoas com deficiência, numa clara promoção da igualdade social.