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  • Mutualidades contribuem para a coesão e desenvolvimento regionais

    13244841 1036569176431686 4711244961946399610 nO Ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, recebeu, no passado dia 18 de maio, a União das Mutualidades Portuguesas (UMP), representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, e pela Vice-presidente Norte, Jani Salomé Silva.

    Nesta reunião, ficou demonstrada a vontade da UMP de cooperar no desenvolvimento de projetos e iniciativas, no âmbito da saúde, educação, ação e intervenção social, em prol do desenvolvimento e coesão regionais. “A UMP, através das suas associadas, tem procurado, ao longo do tempo, dar respostas mais inclusivas, mais solidárias e utilizando recursos com eficácia e eficiência comprovados. Temos Associações Mutualistas por todo o país que atendem às especificidades da área geográfica em que se inserem e que contribuem para o desenvolvimento dessa região, através da criação de emprego e de novas respostas sociais para a população que servem”, referiu Luís Alberto Silva.
    União das Mutualidades Portuguesas vem defendendo o Mutualismo como uma resposta nacional e mundial para os problemas económicos e sociais que assolam a generalidade das sociedades, pelo que nos projetos futuros seja essencial contar com o apoio e cooperação do Ministério do Planeamento e Infraestruturas.
    “Consideramos que, apenas reunindo esforços, será possível alcançar os nossos objetivos e permitir a nossa capacitação institucional bem como o investimento em projetos inovadores”, sublinhou ainda o Presidente da UMP.
    A disponibilização de instalações para a sede da União das Mutualidades Portuguesas foi outro dos temas abordados neste encontro.

  • Já está online o Boletim Informativo n.º 86. Acompanhe as notícias da Economia Social!

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  • UMP perto dos CDSS para apoiar Mutualidades

    13240133 1033539330068004 6710595489526691151 nNo passado dia 13 de maio, a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) foi recebida pelo Diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro, Manuel Ruivo, no sentido de dar conta de alguns dos projetos das Associações Mutualistas.

    O presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, procurou, neste encontro, articular sinergias e sensibilizar Manuel Ruivo para as problemáticas e constrangimentos que lhe têm vindo a ser reportados pelas suas Associadas do distrito de Aveiro.
    “Muitas das nossas Associações Mutualistas desejam alargar o seu leque de serviços e expandir a sua área de atuação, tendo sempre em vista a prossecução dos fins fundamentais do movimento mutualista. Para a UMP, as pessoas são o mais importante, e estas audiências procuram soluções e respostas para que a o trabalho de cada Associação Mutualista faça a diferença na área geográfica em que se insere”, defendeu Luís Alberto Silva.
    A UMP aposta na valorização da entreajuda e na busca de soluções integradas, com vista a dar resposta às necessidades da população em situação de vulnerabilidade.

  • Luís Alberto Silva eleito para Presidente do Conselho Fiscal da CASES

    Já foram eleitos os titulares dos órgãos sociais da CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social para o triénio 2016/2018. O presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, voltou a ser indicado como presidente do Conselho Fiscal da CASES para efeitos de nomeação governamental.
    Na Assembleia Geral realizada no dia 10 de maio não houve, de resto, surpresas. Todos os membros foram reeleitos para os mesmos cargos, deixando clara a vontade de dar continuidade ao bom trabalho que tem sido levado a cabo.
    No mesmo dia, os membros efetivos reuniram-se em Assembleia Geral Extraordinária para votar a proposta de Regulamento do Programa de Apoio Institucional às Entidades da Economia Social.

  • Mais cooperação e novos protocolos na área da Segurança Social

    SEGO presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, e a vice-presidente Norte, Jani Silva, reuniram-se, no dia 6 de maio, com a Secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, procurando reforçar a cooperação fundamental com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
    Luís Alberto Silva aproveitou a ocasião para sensibilizar este Ministério para a importância de serem consignadas as propostas da UMP no que respeita ao novo CAM, uma vez que é decisivo para o futuro do Mutualismo em Portugal. “A União considera essencial a criação de uma Comissão Técnica que analise com profundidade a atual proposta apresentada, e está totalmente disponível e interessada em dar os seus contributos no que a esta matéria diz respeito”, frisou.
    O relevo que a UMP tem na Economia Social e Solidária é visível na participação ativa que tem junto dos vários Ministérios com que trabalha, assim como pela presença em diferentes comissões, subcomissões e grupos de trabalho de norte a sul do país. Luís Alberto Silva defende que o Movimento Mutualista está a crescer, mas que é necessário um maior apoio e cooperação, pois “só assim será possível a concretização dos projetos das Associações Mutualistas, que têm pugnado por encontrar, para além das suas tradicionais áreas de intervenção, outras devidamente identificadas como necessárias e socialmente úteis”.
    A ação do atual Conselho de Administração tem sido pautada pela intenção de afirmar e expandir o movimento mutualista e, nesse sentido, a UMP mostrou disponibilidade para a celebração de um Protocolo Internacional entre o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e a União das Mutualidades Portuguesas com vista a criação de uma organização que represente o movimento mutualista no mundo.
    “No XI Congresso Nacional do Mutualismo, realizado em 2015, ficou patente a vontade de se criar uma organização que represente o mutualismo no mundo. Este objetivo implica um esforço financeiro e logístico necessários ao desenvolvimento das diferentes atividades, sendo que a celebração de um protocolo com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social seria uma alavanca fundamental para que tal desiderato se concretize”, explicou.
    Nesta audiência, o presidente do CA da UMP renovou o convite para que a Secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, participe no Dia Nacional do Mutualismo, que se realizará já no dia 8 de julho, no auditório da Torre do Tombo, em Lisboa.

  • UMP continua a apostar na descentralização das suas ações

    ovarCom o objetivo de chegar a cada vez mais pessoas, impulsionando a imagem da marca “Mutualidades Portuguesas”, o Conselho de Administração (CA) da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) reuniu-se, no dia 9 de maio, com o presidente da Câmara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro.

    Não é a primeira vez que a UMP se reúne com munícipes das zonas de influência das suas Associadas, procurando, através destes encontros, soluções no âmbito das áreas de intervenção das Mutualidades. Esta foi também uma oportunidade para dar a conhecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela UMP e a importância do movimento mutualista na Economia Social e Solidária, quer pela ação de complementaridade na área da proteção social e saúde quer pela qualidade dos seus serviços.
    A ação de descentralização e dinamização institucional da UMP junto de várias entidades tem sido uma aposta deste Conselho de Administração, permitindo estreitar relações de cooperação e trabalhar em projetos e iniciativas comuns.
    A UMP levou já a cabo algumas atividades no concelho de Ovar e pretende, no futuro, poder contar com o apoio do município para a organização de eventos de cariz mutualista.
    À margem da reunião, Luís Alberto Silva explicou que estes encontros são essenciais para dar visibilidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelas Associações Mutualistas. “A União das Mutualidades Portuguesas tem tido como preocupação central a promoção e a divulgação da importância da ação do movimento mutualista junto da sociedade e, igualmente, junto dos Organismos e Entidades Públicas e Privadas”, disse.

  • Lar de idosos no horizonte da A.S.M de Nossa Senhora da Esperança de Sandim

    DSCF6053No 113.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos de Nossa Senhora da Esperança de Sandim e Freguesias Circunvizinhas, a idade é o que menos conta. Os anos de vida são também anos de conquistas e, nas palavras do Presidente da Direção, Augusto Ferreira Machado, “nada seria possível sem a ajuda de uma equipa de voluntários que acredita nos projetos”.

    Os associados foram os atores principais na sessão solene realizada no passado dia 8 de maio, no auditório da A. S. M. de Nossa Senhora da Esperança de Sandim, homenageados pelos 65 ou mais anos de ligação à instituição. O espírito de união e o sentimento de família são os ingredientes que ainda fazem a “máquina trabalhar” e que levam tantos voluntários a dar-se pelos outros. Exemplos destes não faltam e foram também lembrados, com a homenagem de uma cozinheira voluntária no Centro de Dia da Associação.
    Mutualista desde criança, Augusto Ferreira Machado acompanhou parte da história da Associação, mas só quando assumiu a Direção é que compreendeu a dimensão e importância que esta Mutualidade tem para a população que serve. “Este serviço que nós prestamos, sobretudo aos mais velhos, e as valências que temos fazem realmente a diferença. Temos, neste momento, 70 utentes no Centro de Dia e não temos capacidade para mais. E, para além disso, fazemos 200 refeições diárias, que distribuímos nas nossas carrinhas. Estamos mesmo no máximo”, admitiu.
    Luís Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), considerou que esta Associação “muito tem dignificado o movimento mutualista português”, na medida em tem vindo a demarcar-se, na história, pela procura de soluções ajustadas à realidade e aos anseios da população que serve. “Recordo que, na sequência da auscultação das necessidades dos seus associados e da população em geral, há dois anos, esta Instituição dinamizou as suas modalidades investindo na área da saúde, através da abertura de uma farmácia e de uma clínica, com diversas especialidades médicas”, disse.
    A atual Direção da Associação assumiu funções em condições muito difíceis, mas, com a envolvência de toda a equipa, foi possível criar novos serviços e respostas, tendo sempre em vista o próximo. “Em Sandim, não quero que haja ninguém com fome, todos têm direito a receber, pelo menos, uma refeição quente uma vez por dia”, sublinhou Augusto Ferreira Machado.
    “É, para mim, gratificante poder participar nestes convívios, conhecer de perto a realidade das associações e sentir como as pessoas são as peças-chave na sobrevivência das mesmas. São exemplos como este que constituem a tónica central do desenvolvimento do Mutualismo”, admitiu Luís Alberto Silva.

     

    Ainda há caminho a percorrer

    DSCF6045Um centro de dia, uma clínica e uma farmácia social são há muito realidade, mas há ainda sonhos no papel para concretizar. “O grande sonho seria construir um lar permanente, a funcionar dia e noite. Temos previsões e expectativas de comprar o terreno ao lado do nosso edifício para o construir”, adiantou o presidente da Associação.
    Luís Alberto Silva concorda que as Instituições têm que aumentar e melhorar a sua capacidade de ação, desenvolvendo, para além das tradicionais áreas de intervenção das Associações Mutualistas, outras devidamente identificadas como necessárias e socialmente úteis. “A União das Mutualidades Portuguesas tem tido como preocupação central a promoção e a divulgação da importância da ação do movimento mutualista junto da sociedade e, igualmente, junto dos Organismos e Entidades Públicas e Privadas. Destaco, também, a ação do movimento mutualista, que tem vindo a apoiar e a associar-se ao Estado na tarefa de prestar apoio em todas as valências que conhece”, referiu o presidente do CA da UMP, apelando para que as Associações participem ativamente nas atividades que se avizinham, como as Jornadas Mutualistas Regionais ou o evento “Portugal Economia Social”, no qual a UMP também marcará presença, nos próximos dias 19, 20 e 21 de maio, na FIL.
    O presidente da União aproveitou, ainda, o momento para anunciar a realização do Dia Nacional do Mutualismo, a 8 de julho, na Torre do Tombo, em Lisboa.

  • Presidium da AIM reunido

    O Presidium da Associação Internacional das Mutualidade (AIM) reuniu no passado dia 29 de abril. Nesta reunião foi já preparada a XXXV Assembleia Geral da AIM, que se realizará entre os dias 1 e 3 de junho, na Holanda.

    Durante o Presidium foi veiculada informação essencial sobre os desenvolvimentos nos Grupos de Trabalho, nas diferentes regiões que a AIM representa, colocando em evidência o que tem sido feito no âmbito da saúde e da proteção social.
    Tem sido objetivo da AIM a angariação de membros à escala mundial, pelo que foi também discutida a possibilidade de integração de novas Mutualidades, com vista a uma maior proximidade entre as organizações e tomada de decisões comuns.

  • UMP participa no Dia da Língua e Cultura Portuguesa

     O Dia da Língua Portuguesa e Cultura na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi celebrado a 5 de maio, na sede da CPLP. A União das Mutualidades Portuguesas foi uma das entidades convidadas para participar nesta celebração.

    “CPLP 20 anos – A Diversidade Cultural Que Nos Une” foi o tema escolhido para este evento, que contou com a realização de duas mesas redondas – “Nossa Língua, Que Futuro?” e “Discursos na Primeira Pessoa: Diversidade Cultural, Nosso Património Comum” – com um conjunto de intervenções que procuraram enaltecer a língua portuguesa e a sua importância em todo o mundo.
    No decorrer das comemorações, foi inaugurada uma exposição denominada “Na Tua Face/Nabulus”, uma visão sobre a figura da mulher cabo-verdiana pelo olhar do poeta e fotógrafo cabo-verdiano “XAN”, nome artístico de Alexandre da Conceição.
    As comemorações do “Dia 5 de Maio” contemplaram, ainda, a entrega do “Prémio Literário UCCLA – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa”, pelo Secretário Geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), Vitor Ramalho, prémio que pretende promover e divulgar a literatura em português, tendo como objetivo estimular a produção de obras literárias em língua portuguesa por novos escritores.
    A sessão de encerramento da cerimónia comemorativa do dia 5 de maio foi presidida pelo Representante Permanente de Timor-Leste junto da CPLP, o embaixador Antonito Araújo, um dos oradores convidados para a conferência do Dia Nacional do Mutualismo “Diáspora Mutualista: mudam-se os tempos, mantêm-se as vontades”, promovida pela União das Mutualidades Portuguesas, a acontecer no próximo dia 8 de julho. Na mesma conferência, representantes de outros países da CPLP terão oportunidade de debater a questão da difusão do Mutualismo nos países da CPLP, refletindo-se sobre a importância deste movimento na construção de uma sociedade mais democrática, assente nos valores e princípios de entreajuda, solidariedade, liberdade e independência.
    “A UMP tem vindo a dar a conhecer o Movimento Mutualista, mostrando como é importante o trabalho desenvolvido pelas Mutualidades, que se preocupam com a saúde e a proteção social das pessoas, pelo que tem procurado sensibilizar os representantes dos países da CPLP para que possa, em parceria, desenvolver as mutualidades existentes e criar novas mutualidades nesses países. No nosso entender é premente difundir e expandir o movimento mutualista além-fronteiras , sendo igualmente importante a existência de uma organização que represente o mutualismo no mundo, pelo que é nossa pretensão criá-la”, refere Luís Alberto Silva.

  • UMP deseja solução administrativa moderna no diálogo com os parceiros

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    No dia 5 de maio, a União das Mutualidades Portuguesas (UMP), foi recebida, em audiência, pela Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, tendo levado a mensagem do Movimento Mutualista.

    Durante o encontro, o presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, deu conta do trabalho que vindo a ser desenvolvido pela União, tanto a nível nacional como internacional e mostrou a relevância do movimento mutualista enquanto parceiro do Estado, enaltecendo a importância do diálogo entre as Entidades da Economia Social Solidária e o Estado, numa relação de complementaridade.
    “O importante papel que as Mutualidades desempenham na sociedade está bem patente na participação ativa que tem junto de Entidades Nacionais e Internacionais. É também, por isso, que temos vindo a efetuar um percurso com vista a afirmar e expandir o movimento mutualista, sendo nosso desiderato a criação de uma organização que represente o mutualismo no mundo e o desenvolvimento e a criação de (novas) mutualidades nos países da CPLP”, referiu Luís Alberto Silva.
    O presidente da UMP relembrou, nesta audiência, a utilidade de ser avaliada a dimensão económica e as principais características da Economia Social em Portugal, através da Conta Satélite da Economia Social (CSES), reiterando a importância deste estudo, na medida em que mostrará a força e o peso da Economia Social no nosso país. Em 2013, foram publicados os primeiros resultados com referência a 2010, sendo que começará, neste momento, a ser feito um novo levantamento referente ao ano de 2013. Sobre este hiato de tempo, a UMP considera demasiado longo o período decorrente entre o período de análise, o levantamento e a publicação de dados.
    Luís Alberto Silva propôs, ainda, a criação de um canal de comunicação de dados online, através da Plataforma da UMP, onde as Mutualidades possam automaticamente comunicar os dados e documentos que fazem parte dos procedimentos que as mesmas estão obrigadas a cumprir perante os diferentes serviços do Estado, nomeadamente à Direção Geral da Segurança Social e ao Instituto Nacional de Estatística. A UMP será, assim, a ponte de ligação entre Associações Mutualistas e serviços do Estado, reunindo documentos como Estatutos, Relatórios e Contas, Alterações Estatutárias, Autos de Posse, Atos eleitorais, entre outros, fazendo-os chegar aos serviços respetivos e simplificando o processo burocrático inerente.
    “Na UMP trabalhamos, diariamente, no sentido de modernizar o movimento mutualista. A nossa Plataforma Mutualista é uma solução de gestão integrada e inovadora que poderá trazer importantes benefícios na relação institucional com os nossos parceiros. Colocamos a plataforma ao serviço das nossas AM, que farão a entrega dos documentos obrigatórios através da UMP, agilizando o processo”, sublinhou o presidente da UMP.
    Na mesma reunião, a Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa anunciou que o Programa Simplex 2016 será apresentado já no dia 20 de maio, pelo que a UMP mostrou-se disponível para cooperar neste âmbito, fazendo chegar às suas Associadas um questionário com o levantamento dos constrangimentos que sentem com os diferentes serviços bem como das propostas e ideias de simplificação. Graça Fonseca compreende que há ainda muito a fazer, e assumiu o compromisso de ser uma mediadora entre as Mutualidades e os diferentes Ministérios.
    “Tendo como objetivo contribuir para aumentar a eficiência interna dos serviços públicos, procuraremos, em conjunto com as Associações Mutualistas, avaliar as propostas de simplificação dos mesmos do ponto de vista da sua pertinência e clareza e deixar ideias para novas medidas, que faremos chegar junto do Gabinete da Secretária de Estado da Modernização Administrativa”, disse o presidente da UMP.