Autor: Sara Paulino

  • Manual do Setor Social e Solidário – Direitos e Deveres Fiscais

    Foi aprovado, na terça-feira passada, 15 de setembro, em reunião da Comissão Permanente do Setor Solidário, o Manual do Setor Social e Solidário – Direitos e Deveres Fiscais.

    Este documento, cujas orientações são nacionais, dá resposta a um longo anseio do Setor Social e concretiza todas as reduções, isenções e deduções fiscais de que as instituições sociais podem beneficiar. À luz deste Manual, a relação entre o setor social e a autoridade fiscal passa a ser mais fácil e transparente.

    O documento estará também disponível na página web do Governo, em http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-solidariedade-e-seguranca-social/documentos-oficiais/20150921-msess-fisco-instituicoes-sociais.aspx.

     

  • Bolsas ES Jovem Candidaturas até 15 de setembro

     

    ESJOVEM

     

    O prazo de candidatura às Bolsas ES JOVEM / NOS ALIVE termina no dia 15 de setembro.
    Consulte no regulamento toda a informação sobre as Bolsas. 

  • Conferência “Convenção dos Direitos da Criança – 25 anos em Portugal”

     Conferencia crianças

     

     

    A iniciativa, a decorrer em Lisboa, dia 24 de setembro, pretende celebrar a Convenção dos Direitos da Criança e tem como lema: “25 anos em Portugal – Reforço de um compromisso”Para aceder ao formulário de inscrição clique aquie para mais informações consulte www.gulbenkian.pt.

  • UMP no aniversário da Associação de Socorros Mútuos Setubalense

    António Gonçalves, membro do Conselho de Administração, marcou presença no 127.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos Setubalense, em representação da UMP. Foi lembrado o trabalho da UMP em questões de especial relevância para a atividade de algumas associadas, como a legislação sobre as Farmácias Sociais ou a modernização e a capacitação de todas aquelas que têm apostado na melhoria dos seus recursos e dos seus serviços.

                     

  • Farmácia Social da ASMRA pode estar para breve

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    A Associação de Socorros Mútuos “Restauradora” de Avintes (ASMRA) celebrou, dia 16 de julho, o seu 122º aniversário, no qual participou o Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, lembrando a importância de avançar com o projeto para a construção da Farmácia Social na freguesia.

    Vítor Gonçalves, presidente da Mesa da Assembleia Geral da ASMRA, lamentou que os objetivos a que a Associação se propôs não estejam a ser cumpridos, “menosprezando a vontade de 13 mil associados”. Apesar de possuírem já um serviço médico, com as especialidades de optometria, psicologia, podologia, nutrição e enfermagem ao domicílio, muita outras coisas estão ainda no horizonte da atual direção: “Temos uma farmácia para abrir, um edifício para construir e um espaço médico para legalizar”.

    Luís Alberto Silva renovou a vontade de continuar a servir a comunidade, fortalecendo os laços mutualistas entre todos os associados e procurando alargar o alcance deste movimento. Nesse sentido, muito tem sido feito junto da Tutela para que, localmente, os projetos das Associações ganhem forma.

    “A UMP tem trabalhado junto do Ministério para desbloquear este impasse. O Tribunal Administrativo já deu razão à associação para abrir a farmácia, e resta agora que as entidades locais envolvidas desenvolvam o projeto nesse sentido. Temos lutado, com todas as forças e com a perseverança de quem não desiste, porque o Mutualismo e os Mutualistas merecem, esse, e todos os esforços que possamos fazer em prol do seu desenvolvimento”, afirmou, referindo-se ao projeto para a construção de uma Farmácia Social e Clínica na freguesia de Avintes.

    O “trabalho invisível” que tem sido feito, conforme lembrou António Sousa, presidente da Direção da ASMRA, também tem tido o apoio imprescindível da UMP: “Há 100% de colaboração com a UMP. Deram-nos muito apoio desde que cheguei a presidente, seja na organização contabilística, no apoio para a concretização do projeto da farmácia e até ao dar formação aos nossos funcionários. Não podia estar mais satisfeito e agradecido”.

    Em dia de festa, ficou o compromisso, nas palavras do vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia, Patrocínio de Azevedo, que o projeto estará fechado em 2 a 3 semanas, frisando a importância de se trabalhar em parcerias para um bem comum: “Podem contar connosco, não será por falta do projeto que esta associação terá a vida condicionada”.

    O presidente do CA da UMP relembrou que estão prontos “para ajudar as Associadas neste esforço de modernização do movimento mutualista”.

  • A UMP lançou o Info 72! Acompanhe a atualidade do Mutualismo e da Economia Social.

    A nova edição da publicação quinzenal da UMP já está disponível.

    Leia em formato pdf.

     

    info72 news

  • Agradecimento

    Deixamos aqui o nosso agradecimento a todos os oradores, moderadores, patrocinadores e apoiantes, representantes governamentais, associados, outros congressistas e colaboradores, que nos honraram com a sua presença e apoio no XI CONGRESSO NACIONAL DO MUTUALISMO, que decorreu nos dias 9, 10 e 11 de Julho, em Santa Maria da Feira, e que muito contribuíram para tornar o Mutualismo mais forte, mais coeso e cada vez mais ativo. Muito obrigado e um bem-haja a todos!

     

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  • Conclusões XI Congresso Nacional do Mutualismo

    jani conclusoesEstimados congressistas,

    Ficou bem evidente, no final destes dois dias de discussão, que o trabalho que as mutualidades e os mutualistas têm desenvolvido tem sido determinante para salvaguarda da proteção social dos cidadãos.

    Só com grande esforço, empenho e dedicação tem sido possível caminhar rumo a uma sociedade mais justa, mais coesa e mais igualitária.

    Conseguimos, por mérito próprio, ser parceiros de confiança do Estado.

    Todavia, a atual crise económica também veio contribuir para estreitar a relação entre os setores social e público.

    Das muitas aprendizagens feitas, ficou claro que o trabalho desenvolvido pelas associações juvenis pode e deve ser desenvolvido em parceria com as mutualidades, porque ambos partilham o encontro de soluções sociais para a sociedade civil, no seu todo, e, em particular, na procura da inclusão social dos jovens.

    Ficou aqui reconhecido, neste congresso, que o Estado e todas as organizações partidárias precisam e querem o apoio das instituições da economia social, ou seja, das mutualidades, para conseguir salvaguardar a proteção social das populações.

    O mutualismo continua a demonstrar capacidade e competência para apresentar novas respostas e novas soluções.

    Estamos, por isso, dispostos a requalificar os nossos equipamentos e a modernizar os nossos serviços, de forma a adequá-los às atuais e reais necessidades das populações.

    Estamos, também, empenhados em promover a empregabilidade e, para isso, contamos com os apoios e incentivos disponíveis, nomeadamente, com as ferramentas que o novo Quadro Comunitário de Apoio – Portugal 2020 coloca, hoje, ao dispor das mutualidades.

    As Associações Mutualistas foram aqui também reconhecidas como bons parceiros no desenvolvimento económico além-fronteiras, nomeadamente, nos países da CPLP, onde a sua intervenção, inclusive na ajuda à criação de mutualidades, poderá ser concretizada através da cooperação com ONGs, de modo a criar uma ponte ao reconhecimento de sinergias mútuas.

    Na verdade, a internacionalização é um dos grandes desafios do mutualismo!

    Almejamos ver o Movimento Mutualista a liderar a Economia Social no mundo.

    Aliás, foi aqui, também, referido que as entidades competentes deveriam passar a integrar instituições da economia social nas comitivas oficias ao estrangeiro, como forma de divulgar o mutualismo e fazer o reconhecimento de terreno, para futuras intervenções sociais além-fronteiras.

    Neste sentido, fica o compromisso de que a União está disponível e tudo fará para que haja este diálogo e o sucesso pretendidos.

    Também o Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social deixou aqui um desafio para que as instituições se organizem e trabalhem de modo a que economia social, no seu todo, tenha um peso maior no PIB, estabelecendo a meta de cerca de 10%, porque, para além de produzirem riqueza, geram emprego, geram proteção social e dão respostas sociais muito importantes, sem descurar a inovação.

    Aliás, a consagração da lei de cooperação é uma realidade, e as mutualidades tiveram um papel muito importante na sua elaboração e aprovação.

    E, nesse sentido, há que alargar as áreas de cooperação com o Estado aos vários ministérios.

    Nesse âmbito, falou-se igualmente no termo parceria público-mutualista, que acreditamos ser um bom princípio.

    Na área da saúde, a importância das Mutualidades foi reconhecida nas respostas essenciais às populações. O Secretário de Estado da Saúde avançou com a notícia de que vai haver mudanças: o Estado vai deixar de ser “prestador” e passar a ser “contratador”.

    Os mutualistas vão ser chamados a este desafio. E nós vamos estar cá para isso!

    Com uma maior cooperação entre o Ministério da Saúde e as Mutualidades poder-se-ão dar respostas mais eficazes, nomeadamente, nos cuidados continuados, domiciliários, meios complementares de diagnóstico e assistência medicamentosa.

    Já provámos que as mutualidades, com pouco, conseguem fazer mais e melhor!

    Tem sido um percurso difícil, moroso, mas, a pouco e pouco, vamos conseguindo construir um futuro melhor.

    Efetivamente, o mutualismo é transversal e é aplicado em todas as idades e em todas as gerações.

    Os mutualistas têm um sentido mútuo, um sentido de solidariedade e do bem comum, capaz de proteger, corrigir, reparar e fomentar a Coesão Social.

    Por fim, ficou aqui patente que, para o cumprimento deste desidério, existem oportunidades e ferramentas ao dispor das mutualidades para a sua modernização, expansão e afirmação. Mais do que em sociedade, devemos viver em comunidade e, por isso, é nossa obrigação transmitir às gerações mais novas a mensagem de solidariedade e a paixão pelo mutualismo.

    “Compreender o mutualismo é viajar no tempo…”

    Pois modernizar e expandir o mutualismo é ousar e avançar no tempo.

    Esperamos que o que aqui foi dito sirva para a Afirmação do Mutualismo – a Modernização e a Expansão.

    Contamos com todos!

    Obrigada.

     

     

     

     

  • Campanha de Prevenção dos Afogamentos – verão de 2015

    A Direção Geral da Saúde apresenta uma campanha de prevenção do afogamento e alerta para que, quer seja em praias, rios, ribeiras ou lagoas quer seja em tanques, poços ou piscinas, as mortes por afogamento possam ser evitadas, sendo a prevenção essencial.

    Em Portugal, no ano de 2013, mais de cem pessoas perderam a vida por afogamento, sendo que mais de um terço destas mortes ocorreram nos meses de junho, julho e agosto, como é habitual praticamente todos os anos.

    A gravidade dos afogamentos não se restringe aos casos que resultam em morte, uma vez que as pessoas hospitalizadas na sequência de afogamentos têm, muitas vezes, prognóstico reservado. Em Portugal, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) estima que, para cada criança que morre afogada, 2 a 3 sejam internadas na sequência de um afogamento.

    Vigie atentamente os mais pequenos, instale barreiras de acesso às piscinas e reservatórios de água, opte sempre por locais considerados seguros e com vigilância e tenha sempre próximo os equipamentos de segurança. Estas são algumas das medidas que ajudam a salvar vidas!

    Saiba mais em www.dgs.pt.

     

    dgs afogamento

  • Já pode consultar o Info 71! A atualidade do Mutualismo aqui.

    A nova edição da publicação quinzenal da UMP já está disponível.

    Leia em formato pdf.

     

    info71 news