Newsletter n.º 27 | 26.mai.2017
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Newsletter n.º 27 | 26.mai.2017
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Foi em ambiente de fraternidade Mutualista que as Associações Mutualistas de todo o país marcaram presença nas Jornadas Mutualistas Regionais, que tiveram lugar na Casa da Mutualidade – Galeria de Arte e Centro de Mutualismo, em Coimbra, no dia 26 de maio. Este encontro Mutualista trouxe a discussão o Compromisso de Cooperação para o Setor Social, referente ao biénio 2017-18, recentemente assinado com o governo, numa sessão de esclarecimento que se provou bastante produtiva e participada.
A iniciativa, que iniciou por volta das 9h30 e que se prolongou por toda a manhã, teve como objetivo esclarecer os Mutualistas sobre as novidades do Compromisso de Cooperação, bem como sublinhar as oportunidades que daí advêm para as Associações Mutualistas. Luís Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração da UMP, referiu à margem da iniciativa que “é fundamental que as Associações Mutualistas sejam conhecedoras dos trâmites do acordo que o governo assinou com os representantes do Setor Social português, de modo a que todos estejam na posse de ferramentas que serão uma indiscutível mais-valia para os dois anos a que se reporta este Compromisso. Sentimos ser oportuno consciencializar e esclarecer as Associações sobre os trâmites deste Protocolo de Cooperação, uma vez que o mesmo engloba matéria de inegável importância e interesse na ótica da ação social e, obviamente, do Mutualismo”.
Tal como as três edições das Jornadas Mutualistas realizadas em 2016, o balanço da primeira edição de 2017 voltou a ser extremamente positivo. Estes encontros têm percorrido todo o país e procuram descentralizar a ação da União das Mutualidades Portuguesas, tendo em perspetiva ações de informação orientadas para as Associações Mutualistas e para os seus profissionais e procurando dar voz às inquietações e aspirações do Movimento Mutualista, bem como aproximar o Mutualismo das populações.
“Estas iniciativas pretendem reforçar o Movimento Mutualista, unindo Associações de norte a sul do país em torno daquelas que são as grandes questões inerente ao Movimento, para que este se torne cada vez esclarecido, mais forte e mais unido. A UMP tem procurado ir ao encontro das Associações Mutualistas, perceber os seus anseios e responder com informação válida, completa e atualizada sobre diversas questões que influenciam o dia-a-dia das mesmas”, explicou Luís Alberto Silva.
A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) viajará a São Tomé e Príncipe, de 28 de maio a 4 de junho, numa visita que culminará com a assinatura de um protocolo de cooperação com o Ministério do Emprego e dos Assuntos Sociais, agendada para o dia 31 de maio. O presidente do Conselho de Administração da UMP aproveitará a deslocação ao arquipélago para reuniu com outros ministros são-tomenses, responsáveis por pastas como a Agricultura e o Desenvolvimento Rural ou Justiça, Administração Interna e Direitos Humanos.
Com esta visita e com a assinatura deste protocolo, Luís Alberto Silva pretende internacionalizar o Movimento Mutualista para São Tomé e Príncipe, começando por ratificar um primeiro acordo de parceria com o Governo são-tomense. O presidente da UMP reunirá também com Patrice Emery Trovoada, Primeiro-Ministro são-tomense, a quem aproveitará para pessoalmente endereçar convite com vista à participação no XII Congresso Nacional do Mutualismo e no Dia Nacional do Mutualismo, que decorrerá na Alfândega do Porto, a 7 e 8 de julho. De referir, também, que o Primeiro-Ministro de São Tomé será condecorado, nesse mesmo evento, com o Prémio Mutualismo e Solidariedade Internacional.
Nas reuniões que terá com os diversos ministros, Luís Alberto Silva focará questões tão amplas como a Segurança Social, Saúde, Família ou Educação, temáticas pelas quais o Movimento Mutualista se debruça e que a UMP pretende contribuir para a alavancagem em São Tomé e Príncipe.
“A assinatura de um protocolo de cooperação com o governo são-tomense representa uma marca história para o Movimento Mutualista português. A UMP congratula-se por concluir este passo basilar em relação ao projeto de internacionalização e estamos convictos de que o nosso conhecimento, disponibilidade e experiência mutualistas serão um fator determinante na procura de respostas aos problemas que São Tomé e Príncipe regista em relação às áreas de atuação em que a UMP intervém. No âmbito das nossas responsabilidades perante o Setor Social e perante a nossa posição como Membro Observador Consultivo da CPLP quisemos expandir o nosso trabalho além-mares e é com imensa vontade de contribuir para a melhoria do sistema social e da saúde em São Tomé e Príncipe que vamos dar início a este projeto de cooperação”, referiu Luís Alberto Silva
Após uma primeira visita institucional a São Tomé, que decorreu de 6 a 9 de dezembro de 2016, este projeto de internacionalização, orientado para os países da CPLP, pretende definir estratégias conjuntas de cooperação entre os vários países-membros da comunidade, com o objetivo de tornar o Movimento Mutualista reconhecido como solução comum na proteção social e na saúde.
Já lá vão vários meses desde que a Chama Mutualista começo a circular pelo país. De Associação Mutualista em Associação Mutualista, a Chama tem percorrido o país, de mão em mão, numa iniciativa que pretende materializar a força e coesão do movimento mutualista.
A Chama Mutualista começou a correr o país a 22 de Outubro, tendo a chama sido oficialmente acesa pelo Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades (UMP), Luís Alberto Silva, no decorrer do V Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas, em Coimbra. Neste ato simbólico, foi registada a primeira mensagem, em nome da UMP: “Que a Chama simbolize a força, vitalidade e coesão do movimento”.
A Chama Mutualista seguiu, depois, rumo à Liga das Associações de Socorro Mútuo do Porto tem circulado de norte a sul do país. Mais recentemente, a Chama Mutualista esteve na Associação Mutualista de Moreira da Maia e Freguesias Circunvizinhas, tendo depois seguido rumo A Mutualidade de Santa Maria, estando de momento na sede da MUDIP – Associação Mutualista Diplomática Portuguesa.
As Associações Mutualistas têm aderido em massa a esta iniciativa, mostrando grande entusiasmo e deixando bem evidente o sentimento uno que é característico ao Mutualismo e às diversas associações.
A Mutualidade de Santa Maria – Associação Mutualista, organizou, no passado dia 21 de maio, a primeira edição do Piquenique Mutualista. O evento teve lugar no Parque do Buçaquinho, em Cortegaça, no distrito de Aveiro e juntou miúdos e graúdos num convívio marcado pela boa disposição.
O certame, organizado no âmbito das comemorações do 120.º aniversário d’A Mutualidade de Santa Maria, incluiu workshops de jogos de tabuleiro para miúdos, dinamizado pela escola Xeque-Mate, o que ajudou a manter o ambiente alegre e festivo num domingo em que a meteorologia foi amiga da organização.
Gustavo Pinto, um dos participantes, de 10 anos, referiu “ter gostado muito do piquenique” bem como “dos diferentes jogos que não conhecia” e que “gostava de voltar a participar”. Já uma das ‘graúdas’ que participou na iniciativa, Susana Correia, saudou a organização e sublinhou “que estas iniciativas são excelentes para agregar famílias ao redor de algo tão tradicional como os piqueniques”, pelo que naturalmente “adorou a iniciativa”.

Será já no próximo dia 2 de junho que terá lugar a 3.ª Sessão Temática do Congresso Nacional da Economia Social 2017. Com início marcado para as 09h30, na Biblioteca Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, esta 3.ª sessão temática do Congresso Nacional da Economia Social 2017 será subordinada ao tema “Novos conceitos, modelos de organização e de governança”.
Esta 3.ª Sessão Temática terá lugar durante todo o dia e contará, como tem sido habitual, com a presença de figuras relevantes no âmbito da Economia Social, que irão dissertar e debater, em formato de conferências e mesas redondas, sobre as temáticas trazidas a discussão, como Saúde e Economia Social, A Economia Social e Solidária – novos conceitos, origens e designações no debate nacional e europeu, Economia social e desenvolvimento socioeconómico – atualidade e mudança ou Economia Social – novos modelos de organização, governança e ¬financiamento.
As inscrições são gratuitas e deverão ser concluídas até dia 31 de maio.

A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) reuniu com o diretor-geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP), José Luís de Albuquerque, e com a Sub Diretora-Geral, Rute Guerra, no passado dia 17 de maio, no âmbito do projeto de internacionalização que a UMP está a desenvolver.
Neste encontro com o GEP, gabinete sob a alçada do Ministério do Trabalho e da Solidariedade e Segurança Social, o presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva procurou sensibilizar o organismo para a importância da internacionalização da UMP e do Movimento Mutualista para os países da CPLP, assim como garantir suporte no âmbito do apoio institucional e logístico. Esta reunião antecede a visita do presidente do CA da UMP a S. Tomé e Príncipe, a realizar no final do corrente mês, onde será assinado um protocolo de cooperação com o Ministério do Emprego e Assuntos Sociais são-tomense.
Luís Alberto Silva aproveitou ainda para endereçar convites com vista à participação no XII Congresso Nacional do Mutualismo, que se realizará nos próximos dias 7 e 8 de julho, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) fez-se representar, no próximo dia 23 de maio em Madrid, na Conferência europeia sobre o modelo de empresa de economia social. Nesta conferência esteve presente o presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, num evento onde também que também contou com a presença do ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva.
Este encontro resultou na assinatura de uma “Declaração de Madrid”, que pretende conceder a cidadania europeia às empresas de economia social. Além disso, a conferência incluiu um painel sobre “Economia Social e Instituições Europeias” e ainda um outro sobre “Economia Social na agenda dos Estados Membros”. 
Esta conferência foi organizada pelo Grupo do Luxemburgo, que atualmente é presidido pela Espanha. O Grupo do Luxemburgo é formado pelos ministros e outros responsáveis governamentais encarregues pelas pastas sobre economia social. Portugal é membro do Grupo do Luxemburgo, que reúne já mais de metade dos ministros dos 27.
Luís Alberto Silva, que representou a UMP nesta conferência, mostrou-se “satisfeito por estar presente num evento de escala internacional, dado que na perspetiva da UMP e do Movimento Mutualista português é fundamental marcar presença em eventos desta envergadura, onde se discute, à escala europeia, os grandes desígnios para o Setor Social”, referiu.


A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) assinou, no passado dia 15 de maio, um protocolo de cooperação, no âmbito do Projeto Rede de Creches, com a Câmara Municipal de Lisboa (CML). A UMP fez-se representar pelo presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, e por José Carvalho, vogal do CA, numa cerimónia protocolar onde também marcaram presença outras instituições que integram o projeto.
O Projeto Rede de Creches assume-se como uma rede colaborativa e aposta na articulação de iniciativas e recursos entre o Município, as onze creches do projeto B.a.bá e duas creches das Unidades de Educação da CML. A assinatura deste protocolo prevê o incremento de sinergias entre as trezes creches agregadas à luz deste projeto, o que dará origem à criação de uma rede colaborativa. O objetivo passa pela otimização dos serviços disponibilizados e pela alavancagem de diversas iniciativas que impliquem e sirvam, genericamente, os treze centros infantis da rede, tanto no âmbito dos projetos educativos como da formação integrada para profissionais e famílias.
À margem da cerimônia protocolar, Luís Alberto Silva referiu que “este protocolo de colaboração é mais um passo na criação de uma rede altamente integrada de centros infantis em Lisboa. Por parte da UMP, que gere o Centro Infantil Dr. António da Costa Leal, este protocolo representa uma excelente oportunidade para que se fomentem sinergias entre os centros infantis, pelo que esperamos que este projeto resulte na partilha efetiva de recursos e conhecimentos, dinamizando e aprimorando o excelente trabalho que tem sido desenvolvido no apoio à infância e às famílias”, concluiu.
Recorde-se que o projeto B.a.bá foi criado pela Câmara Municipal de Lisboa com o objetivo de aumentar a rede pública de creches em 2500 vagas, por forma a atingir 50% de taxa de cobertura no concelho. A gestão destas creches está a cargo das instituições da Economia Social e Solidária, tendo a UMP a responsabilidade da gestão do Centro Infantil Dr. António da Costa Leal, situado na freguesia de Santa Clara (Charneca).
Veja o protocolo aqui!

O presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, reuniu no dia 11 de maio com o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, para debater os contornos de colaboração, tanto ao nível logístico como de apoio à comunicação, na organização do XII Congresso Nacional do Mutualismo, que se realizará nos próximos dias 7 e 8 de julho, no Centro de Congressos de Alfândega do Porto.
“O XII Congresso Nacional do Mutualismo é um marco fundamental para o Movimento Mutualista, que detém uma importância incontornável no norte do país, nomeadamente no distrito do Porto, uma vez que a região do Grande Porto alberga 27 Associações Mutualistas e é um dos principais focos nacionais do Mutualismo. Nesse âmbito, a autarquia do Porto é um importante parceiro da UMP, por reconhecer a importância do Mutualismo na região, o que nos leva a procurar constantemente modelos de colaboração bilateral, que permita a organização de atividades e divulgação da Mensagem Mutualista”.
O presidente da Câmara Municipal do Porto confirmou a sua presença na Sessão de Abertura do XII Congresso Nacional do Mutualismo, no dia 7 de Julho, a ter lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, bem como a sua presença na visita organizada aos Paços do Concelho, no âmbito do mesmo evento.