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  • UMP debate prioridades do mutualismo com Ministro da Presidência

    UMP debate prioridades do mutualismo com Ministro da Presidência

    O Presidente da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) reuniu-se esta sexta-feira, 24 de janeiro, com o Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro, no Campus XXI, em Lisboa. Durante a audiência, foram apresentados temas estratégicos e propostas concretas que refletem as preocupações e as prioridades do movimento mutualista.

    Um tema relevante abordado foi a extensão do protocolo no âmbito da prestação de cuidados de saúde e prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, celebrado recentemente com as Misericórdias, às mutualidades e demais famílias do setor social e solidário. Esta medida, segundo o dirigente, contribuiria para ampliar o acesso aos cuidados de saúde primários, beneficiando milhares de associados e promovendo a coesão no âmbito do setor social. O movimento mutualista vem reclamando há muito a autorização do Governo para a celebração de novos acordos para a prescrição de MCDT e novas convenções de especialidades médicas.

    Entre os principais pontos abordados, destacou-se também a necessidade de clarificar a legislação relacionada às farmácias sociais, propondo alterações ao Regime Jurídico das Farmácias de Oficina. O Presidente da UMP sublinhou a importância de desbloquear processos pendentes para a atribuição de alvarás, alguns em tribunal há vários anos, e de avançar com a abertura de novas farmácias, expansão que poderá reforçar o acesso a medicamentos e cuidados de saúde para as comunidades, especialmente as mais vulneráveis.

    Durante o encontro, o Presidente da UMP apresentou também a edição 2025 da revista MUT e a nova brochura institucional da organização, reafirmando o compromisso do movimento mutualista em dar maior visibilidade às suas iniciativas e às suas raízes históricas em Portugal.

    Esta reunião reforça o diálogo entre o Governo e o movimento mutualista, consolidando a posição da UMP como um parceiro estratégico no desenvolvimento do setor social em Portugal.

  • Bagão Félix defende ofertas mutualistas centradas na velhice

    Bagão Félix defende ofertas mutualistas centradas na velhice

     O antigo ministro das Finanças, Bagão Félix, que também exerceu funções governativas na área da Segurança Social, foi o convidado da VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas para abordar a complementaridade mutualista no futuro sistema de pensões. Um tema que captou a atenção dos presidentes e dirigentes mutualistas, tendo em conta que a previdência social é um dos fins fundamentais das mutualidades.

    O sistema público de pensões dificilmente conseguirá garantir, nos moldes e valores das prestações atuais, soluções sustentáveis para as crianças e os jovens de hoje. Embora a “almofada” de 30 mil milhões de euros da Segurança Social assegure o pagamento de dois anos de pensões, Bagão Félix estima que a evolução da pirâmide etária e da economia obrigará o Estado a recorrer a esse fundo já na década de 2040.

    Bagão Félix defende que o sistema de pensões deve manter o seu “alicerce público”, mas, “pela seriedade”, é necessário reconhecer que o valor das pensões tenderá a diminuir em relação aos salários. Nesse contexto, considera prudente acautelar o futuro através da poupança individual, que assegure um complemento à reforma. Numa sociedade que “vive muito para o dia seguinte”, o antigo ministro destaca a urgência de “pensar formas de poupar e pensar o futuro”, especialmente para as gerações mais jovens.

    Diante deste cenário, Bagão Félix acredita que o movimento mutualista tem um papel acrescido, embora precise de “atuar de forma mais agressiva” perante a concorrência do setor privado lucrativo, que opera com maior escala, massa crítica e sofisticação de gestão.

    Para o ex-ministro, as associações mutualistas devem procurar caminhos “menos sujeitos à concorrência”, valorizando os princípios da proximidade e capilaridade, oferecendo soluções mais atraentes para os jovens. Na sua visão, as ofertas mutualistas devem focar-se menos em produtos ligados à morte e à sobrevivência e mais em áreas como a velhice, a dependência e o desemprego de longa duração.

    As estatísticas revelam que, aos 65 anos, a esperança média de vida ronda os 20 anos, mas o período vivido com boa saúde é de apenas 8,4 anos, razões que desafiam o movimento mutualista a inovar e a reposicionar-se no terreno da proteção social complementar.

  • UMP desenha novos horizontes para o mutualismo

    UMP desenha novos horizontes para o mutualismo

    Na VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, realizada este sábado, 25 de janeiro, em Ílhavo, foi apresentado o painel “Novos Horizontes para o Mutualismo 2025-2028”, que destacou estratégias e desafios para fortalecer o setor no mandato dos órgãos associativos eleitos em dezembro últimos. Os oradores foram os presidentes da Mesa da Assembleia Geral, Carla Silva, do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, e do Conselho Fiscal, Armanda Pereira; que conduziram a sessão, traçando um paralelo entre a realidade da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) em 2011 e no final de 2024, e as grandes metas para o futuro.

    Armanda Pereira começou por caracterizar os principais indicadores da atividade da UMP com base no Relatório e Contas de 2011 (Luís Alberto Silva iniciou a sua primeira presidência em janeiro de 2012). Carla Silva descreveu o cenário atual e destacou a transformação significativa operada na última década. De 2 para 34 trabalhadores, de um orçamento de 304 mil para 1,1 milhões de euros, de 2 gabinetes especializados para 11, de 8 representações em organizações e grupos de trabalho nacionais para 43 e de uma representação internacional para quatro, além da incontornável evolução ao nível da atividade e do suporte especializado prestado às suas filiadas.

    Luís Alberto Silva aprofundou os eixos estratégicos para 2025-2028, apresentando iniciativas como o reforço da representatividade da UMP em Portugal e no cenário internacional. Destacou a necessidade de influenciar políticas públicas, ampliar parcerias internacionais e preparar o movimento para a presidência portuguesa no Comité Intercontinental da União Mundial das Mutualidades. “Queremos posicionar o mutualismo português como referência global, mostrando que somos uma solução social adaptada aos desafios contemporâneos”, afirmou.

    O presidente da UMP abordou a intenção de construir um Centro de Recursos Mutualistas, estudar um serviço mutualista de saúde integrado à escala nacional e o conceito de cartão de benefícios mutualistas. “O nosso objetivo é ampliar a proteção social e garantir que as mutualidades estejam preparadas para liderar soluções à medida das necessidades da sociedade, sustentáveis e inovadoras nos próximos anos”, concluiu.

    O painel destacou ainda a importância de fortalecer a identidade do mutualismo, com novos programas de formação para dirigentes, publicações que valorizem o património histórico do movimento e eventos mais abrangentes.

    Os presidentes e dirigentes participantes foram convidados a contribuir com propostas e ideias para a construção do plano estratégico 2025-2028 da UMP, reforçando o compromisso coletivo em abrir novos horizontes para o setor.

  • “O governo reconhece as mutualidades como parceiras do Estado”

    “O governo reconhece as mutualidades como parceiras do Estado”

    “O Governo não pode, nem tem ignorado as mutualidades” começou por dizer a secretária de Estado da Ação Social e Inclusão, Clara Marques Mendes, na abertura da VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, este sábado, 25 de janeiro, em Ílhavo, sublinhando que tem trabalhado com o setor “porque lhe reconhece um importante papel enquanto parceiro do Estado”.

    Passando em revista o que tem sido a atuação do governo, Clara Marques Mendes deu conta do trabalho desenvolvido para apuramento do custo efetivo das respostas sociais, que permite, agora, negociar um compromisso de cooperação para 2025 em moldes que garantam “mais previsibilidade” às instituições sociais, através de uma fórmula de atualização baseada no valor do salário mínimo nacional e da taxa de inflação.

    A secretária de Estado anunciou que, durante o ano de 2025, será apresentada a lei de financiamento do setor social anunciada pelo Primeiro-Ministro e, que oportunamente, serão abertas candidaturas ao programa PARES e ao PROCOOP. Sustentando que “são necessárias mais e diferentes respostas sociais”, deu como exemplo o caso do serviço de apoio domiciliário, cujo modelo deve ser revisto “articulando a Segurança Social e a Saúde”.

    Intervindo também na sessão de abertura, o Presidente da União das Mutualidades Portuguesa, Luís Alberto Silva, apelou à ajuda da Secretária de Estado na resolução das questões estruturantes do setor das mutualidades, como a revisão do Código das Associações Mutualistas e do regime jurídico que impede a abertura de novas farmácias sociais, por exemplo.

     

    Luís Alberto Silva: O sucesso das mutualidades
    depende da sua capacidade de inovar e empreender”

    Luís Alberto Silva felicitou o Governo pelo protocolo que celebrou com as Misericórdias no âmbito dos cuidados de saúde e pediu a sua extensão às mutualidades, IPSS e cooperativas, na medida em que resolveria outro dos constrangimentos do movimento mutualista que é a falta de autorização para a celebração de novas convenções e acordos de especialidades médicas e meios complementares de diagnóstico e terapêutica.

    O envelhecimento demográfico, as novas dinâmicas da sociedade, a instabilidade económica e política, as dificuldades do Serviço Nacional de Saúde e na Segurança Social exigem ação das mutualidades. “Não podemos ser espectadores de um sistema em colapso! Temos que ser protagonistas da mudança!”, disse o dirigente máximo das mutualidades, na parte da intervenção que dedicou aos Presidentes e dirigentes mutualistas.

    “Como líderes, sabemos que o sucesso das Associações depende da nossa capacidade de inovar e de empreender. Não tenhamos receios!”, acrescentou, exortando os seus pares a não deixarem as suas instituições “reféns de modelos do passado” e encontrarem novas soluções mutualistas de previdência social, de prestação de cuidados de saúde e de apoio social que correspondam às preocupações e expectativas da sociedade atual. “Sem receios”, insistiu, lembrando que os antepassados, “em circunstâncias muito mais complexas e sem os recursos que hoje, criaram um sistema previdencial e mecanismos de assistência médica e medicamentosa que serviram de inspiração para a atualidade”. E finalizou: “Temos que estar à altura dos grandes homens e grandes mulheres mutualistas que nos antecederam”.

    Anfitrião do evento, o Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, João Campolargo, deu as boas-vindas a todos à “capital do bacalhau” e da “melhor porcelana do mundo” e fez um retrato da rede social do município, com 42 mil habitantes, 25% das quais com 65 anos ou mais.

  • A edição de 2025 da revista Mut lançada em Ílhavo

    A edição de 2025 da revista Mut lançada em Ílhavo

    A edição de 2025 da revista MUT, apresentada na VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, em Ílhavo, marca uma evolução significativa no posicionamento da publicação como uma plataforma de comunicação e reflexão sobre o mutualismo e a economia social. Com uma abordagem renovada e conteúdos diversificados, a revista apresenta entrevistas inspiradoras com personalidades, como a pivô de televisão Fátima Araújo e o mutualista covilhanense Carlos Casteleiro Alves, artigos de opinião e análises aprofundadas que exploram o impacto e a relevância das mutualidades em Portugal e no contexto global. Este esforço traduz a missão da MUT de ser mais do que um repositório de atividades anuais da UMP, tornando-se um veículo de diálogo para os diversos públicos do setor social.

    Entre os temas de capa, a entrevista com Luís Alberto Silva, reeleito Presidente da UMP, sublinha a transformação da instituição ao longo dos seus 12 anos de liderança, traça as metas ambiciosas para o novo mandato e aborda os desafios e as oportunidades que o movimento enfrenta, incluindo a expansão do mutualismo em territórios ainda não abrangidos e o fortalecimento das associações existentes.

    A revista dedica ainda espaço para o impacto económico das mutualidades, sublinhando como estas organizações contribuem não apenas para a coesão social, mas também para a economia nacional, criação de emprego, geração de receita fiscal e promoção de condições de trabalho dignas.

    A dimensão internacional ganha destaque nesta edição, de 68 páginas a cores e profusamente ilustradas, com a notícia da futura presidência portuguesa da União Mundial das Mutualidades em 2027, um marco que consolida o papel da UMP no cenário global. Além disso, são apresentadas iniciativas de inovação social, como o uso da arteterapia em projetos de saúde mental, e reportagens sobre histórias de sucesso no associativismo. Pode conhecer, entre outros, os exemplos do voluntariado sénior na AMUT de Gondomar, da inserção de pessoas com paralisia cerebral em contexto de trabalho numa cafetaria d’A Previdência Portuguesa, de Coimbra, o apoio à formação de enfermeiros na ASMECL/Clínica São Cristóvão, em Lisboa, e o investimento da Beneficência Familiar, do Porto, que impulsiona novas atividades e respostas aos associados.

    Por fim, a revista inclui artigos de opinião assinados por figuras relevantes, como Clara Marques Mendes, Secretária de Estado da Ação Social, e Adalberto Campos, ex-Ministro da Saúde, que abordam temas como o financiamento do setor social e o papel das mutualidades na sustentabilidade do sistema de saúde. A coordenadora nacional da Garantia para a Infância, Sónia Almeida aborda o compromisso e a ação do setor social no combate à pobreza e na implementação desta agenda. Já o Secretário-Geral da UGT, Mário Mourão, assina um artigo sobre os desafios da contratação coletiva nas instituições sociais.

    Com uma linha editorial plural e uma forte aposta na qualidade dos conteúdos, a revista MUT reafirma-se como um instrumento de promoção e debate sobre o desenvolvimento do mutualismo e da economia social.

    Em breve estará disponível para leitura na área Biblioteca Mutualista no portal mutualismo.pt.

  • O retrato atual das mutualidades, em publicação da UMP

    O retrato atual das mutualidades, em publicação da UMP

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) apresentou, este sábado, 25 de janeiro, o anuário As Mutualidades Portuguesas 2025, na VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas. A publicação oferece um retrato atualizado e detalhado sobre as associações mutualistas, as suas modalidades, respostas, número de associados, órgãos associativos, recursos humanos, entre outros dados, reforçando o compromisso da UMP em divulgar o movimento mutualista.

    A nova edição destaca-se pela integração de duas associações mutualistas que aderiram à UMP em 2024, enriquecendo o movimento e fortalecendo a representatividade do setor. Além disso, são apresentados alguns resultados relevantes de um inquérito anual realizado junto das associações filiadas, cujos dados foram fundamentais para a análise de tendências, identificação de desafios e desenvolvimento de estratégias conjuntas que promovam a sustentabilidade e o crescimento das mutualidades.

    O anuário reúne também uma descrição abrangente das áreas de atuação das mutualidades, desde saúde (mais de um milhão de atos realizados em 2024) e previdência social até à ação social, habitação e atividades (culturais, recreativas e solidárias). São ainda apresentados os protocolos de colaboração com entidades públicas e privadas, que concedem vantagens às associações mutualistas e aos seus associados.

    A brochura, de 100 páginas, é uma ferramenta que divulga o dinamismo do movimento mutualista e reforça a presença institucional da UMP e das suas filiadas junto de parceiros estratégicos e da sociedade em geral.
    Em breve estará disponível para leitura na área Biblioteca Mutualista no portal mutualismo.pt.

  • Conheça a Comunidade de Inserção da Mutualista da Covilhã

    Conheça a Comunidade de Inserção da Mutualista da Covilhã

    A Estrutura de Acolhimento Temporário (EAT) da Mutualista da Covilhã, inaugurada em junho de 2023 para acolher migrantes e refugiados, evoluiu para uma Comunidade de Inserção. Localizada nas instalações da Casa Moura, na Avenida de Santarém, esta nova resposta social surge ao abrigo de um acordo de cooperação com o Instituto de Segurança Social (ISS).

    A Comunidade de Inserção amplia o âmbito de acolhimento, passando a atender pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade, marginalização ou exclusão social, independentemente da origem ou nacionalidade. O encaminhamento dos beneficiários continua a ser da responsabilidade do ISS, enquanto a Mutualista da Covilhã assegura o apoio necessário para que os acolhidos desenvolvam competências sociais e profissionais, com vista à integração na sociedade.

    Com 18 camas, a estrutura conta com quartos, gabinetes, áreas de apoio e um espaço exterior amplo, integrando a iniciativa ISI – Iniciativa Social Integrada. Este projeto inclui também dois Apartamentos de Autonomização na Covilhã, com capacidade para cinco jovens cada, destinados a apoiar a transição para a vida adulta.

    Segundo Nelson Silva, Presidente do Conselho de Administração da Mutualista da Covilhã, a Comunidade de Inserção proporciona “as condições para que desenvolvem competências sociais e profissionais, enquanto recebem o suporte necessário para reconstruir as suas vidas, com vista à integração”.

    Desde a sua abertura, a EAT acolheu 64 pessoas, sendo que 36 já tinham concluído o seu percurso em dezembro de 2024. Antes da criação da EAT, a Casa Moura foi palco de outro projeto na área das migrações: a Casa de Acolhimento Especializada (CAE) para Crianças e Jovens Estrangeiros Não Acompanhados, que funcionou entre 2020 e 2022 e acolheu 32 jovens de várias nacionalidades.

  • A missão da UMP em Marrocos

    A missão da UMP em Marrocos

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) esteve presente em Marrocos para participar na reunião do Comité Intercontinental da União Mundial das Mutualidades (UMM), um organismo de referência na coordenação e promoção do mutualismo a nível global.

    No primeiro dia da missão, Luís Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração da UMP, representou Portugal no 5.º Fórum da Mutuelle Générale Staff of Public Administrations (MGPAP), liderada por Moulay Brahim El-Atmani, que acumula a presidência da UMM, onde abordou o sistema nacional de saúde português.

    A UMP marcou ainda presença na 77.ª Assembleia Geral da MGPAP, realizada em Marrocos, num encontro que reuniu mutualistas de diversos países e destacou-se como um momento de partilha de experiências e estratégias para fortalecer o papel das mutualidades no apoio às comunidades.

    A missão da UMP incluiu um encontro com o embaixador português em Marrocos, Carlos Pereira Marques. Acompanhada pelos representantes americanos da UMM, a delegação portuguesa abordou o tema “O mutualismo no mundo”, destacando o papel crucial das mutualidades no desenvolvimento social global.

    Deu-se também a reunião do Comité Intercontinental da UMM, presidido por Moulay Brahim El-Atmani em representação da União Africana. Este encontro, que contou com a participação de representantes da Europa, América e África, viu ser aprovado o Programa de Ação da UMM e deu início à preparação dos detalhes da 7.ª Assembleia Geral da UMM, agendada para abril, no México.

  • ASMAB anuncia resultados de Campanha de Natal da Missão Continente

    ASMAB anuncia resultados de Campanha de Natal da Missão Continente

    A Associação de Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança (ASMAB) foi uma das entidades beneficiadas pela Campanha de Natal 2024 da Missão Continente. A iniciativa, sob o lema “Quando ajudamos, todos recebem mais”, angariou 994 euros para apoiar a associação na sua missão de prestar apoio à comunidade local.

    Este contributo foi possível graças à generosidade dos clientes da loja Continente Modelo em Bragança, que adquiriram vales durante a campanha, destinando o valor diretamente à ASMAB. A entrega simbólica do apoio contou com a presença de representantes da associação e da equipa do Continente.

    Para mais informações sobre as próximas campanhas, visite Missão Continente.