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  • Webinar Jurídico esclarece sobre Revisão do CCT das Mutualidades

    Webinar Jurídico esclarece sobre Revisão do CCT das Mutualidades

    A União das Mutualidades Portuguesas convida as associações mutualistas a garantir a sua presença no próximo Webinar Jurídico sobre a Revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades, que decorrerá no dia 14 de fevereiro, pelas 10h00, via Zoom.

    Dinamizado pelo Gabinete Jurídico da UMP este evento online vai abordar a revisão das tabelas remuneratórias A e B do Anexo III do CCT das Mutualidades para 2025, ao abrigo do N.º 2, do Artigo 2.º, do Contrato Coletivo de Trabalho publicado no BTE N.º 14.

    A participação dos Presidentes, Dirigentes e Trabalhadores das Associações Mutualistas é inteiramente gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, que pode ser efetuada AQUI.

    Recorde-se que a Cerimónia de Assinatura do CCT terá lugar no dia 7 de fevereiro, pelas 11h00, no Auditório d’A Mutualidade de Santa Maria, em Esmoriz, e contará com a presença dos representantes da UMP, da Federação Nacional da Educação (FNE), dos demais sindicatos subscritores e da UGT.

  • AMUT entrega Prémios de Mérito Escolar

    AMUT entrega Prémios de Mérito Escolar

    A AMUT – Associação Mutualista de Gondomar entregou os Prémios de Mérito Escolar do ano letivo 2023-2024 a sete alunos (associados familiares descendentes) que se distinguiram pela excelência das notas obtidas no final do Ensino Secundário.

    Este prémio, de natureza pecuniária, é atribuído anualmente aos alunos que completaram o Ensino Secundário com uma média final igual ou superior a 17 valores.

    A AMUT parabenizou os premiados e as suas famílias, formulando votos para que “este reconhecimento seja uma motivação para continuarem a perseguir os seus sonhos com a mesma excelência”.

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  • Utentes da ASM de Anta certificam competências através de RVCC

    Utentes da ASM de Anta certificam competências através de RVCC

    Várias utentes das respostas sociais a idosos da Associação de Socorros Mútuos São Francisco de Assis de Anta chegaram ao fim, com sucesso, dos respetivos processos de certificação de competências, através do programa RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências).

    Esta autêntica aventura partilhada com o Centro Qualifica CEPROF foi possível pela adesão das utentes ao desafio da instituição, que lhes permitiu valorizar a importância da aprendizagem ao longo da vida.

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  • Conheça as conclusões da VII Reunião Anual de Presidentes

    Conheça as conclusões da VII Reunião Anual de Presidentes

    A VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, realizada no dia 25 de janeiro de 2025, em Ílhavo, numa organização da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), evidenciou a necessidade de um esforço conjunto de todas as Associações Mutualistas para manter a relevância do mutualismo português no novo cenário global, marcado por profundas transformações económicas e sociais, que impactará mais ainda as gerações futuras. O protagonismo na inovação e na mudança é uma certeza no meio das incertezas e das circunstâncias que se apresentam no horizonte mutualista.

    Sob o lema “Novos Horizontes para o Mutualismo”, este evento contou com a participação da Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes; do Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, João Campolargo, que intervieram na sessão de abertura.

    Os trabalhos incluíram uma Conferência sobre “A complementaridade mutualista no futuro sistema de pensões”, proferida por António Bagão Félix, que exerceu funções governativas como Ministro e Secretário de Estado em áreas como as Finanças e os Assuntos Sociais; e um painel sobre “Novos Horizontes para o Mutualismo” em que intervieram os presidentes dos três Órgãos Associativos da UMP: Carla Silva (Mesa da Assembleia-Geral), Luís Alberto Silva (Conselho de Administração) e Armanda Pereira (Conselho Fiscal), abordando a evolução da UMP desde 2011 e projetando os eixos estratégicos para o período 2025-2028, correspondente ao mandato agora iniciado.

    Desta VII Reunião Anual de Presidentes Mutualistas produziram-se as seguintes conclusões e recomendações:

    1. As mutualidades, pelo impacto económico e social que geram nos territórios, não podem ser ignoradas pelo Estado, devendo ser encaradas como parceiras privilegiadas na prossecução de políticas públicas e respostas aos problemas dos portugueses nas áreas da saúde e bem-estar, previdência, ação social e habitação, entre outras. Elas congregam mais de um milhão de associados, concedem benefícios a mais de 2,5 milhões de portugueses, geram um Valor Anual Bruto superior a 327 milhões de euros, criam emprego (mais de 5000 postos de trabalho) e suportam mais de um terço dos impostos pagos ao Estado pelo setor da Economia Social e disponibilizam respostas de proximidade às populações, incluindo nos territórios de baixa densidade.

    2. É premente a revisão do Código das Associações Mutualistas, no sentido de eliminar sérios constrangimentos que prejudicam o desenvolvimento do setor mutualista e estão a bloquear decisões e investimentos de muitas associações. A Senhora Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes, informou os participantes de que a Senhora Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social estará a consultar os demais Ministérios envolvidos em algumas das matérias previstas no Código.

    3. Manifestar a incompreensão das mutualidades portuguesas relativamente ao Regime Jurídico das Farmácias de Oficina que impede cerca de duas dezenas de associações mutualistas de abrirem farmácias sociais, quando a assistência medicamentosa é um fim fundamental consagrado no Código das Associações Mutualistas. E pugnar pela revisão deste Regime Jurídico, já assumida pelo Estado na Adenda ao Compromisso de Cooperação celebrada em dezembro de 2023.

    4. Felicitar o Governo pela celebração de um protocolo com as Misericórdias na área da prestação de cuidados de saúde e prescrição de MCDT, solicitando que o mesmo seja estendido também às Mutualidades, IPSS e Cooperativas, entidades que têm no seu escopo essas missões e muito poderiam contribuir para melhorar o acesso dos portugueses aos cuidados de saúde.

    5. O Movimento Mutualista deve mobilizar-se para os desafios da inovação e sustentabilidade:
    • Desenvolvendo novos modelos (personalizados) de apoio domiciliário, de modo a retardar o mais possível a necessidade de institucionalização e respostas. A Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão anunciou que o Governo irá apresentar em breve um projeto piloto de apoio domiciliário, criado em conjunto entre o Ministério do Trabalho e o Ministério da Saúde, que visa tornar os apoios mais amplos e integrados.
    • Proporcionando modalidades mutualistas que protejam os cidadãos em situação de desemprego de longa duração, na velhice e na reforma (complementando o valor complemento da reforma pública, cujo diferencial relativamente ao último salário, tenderá a diminuir significativamente.
    • Diminuindo a sua exposição às modalidades de morte ou sobrevivência, que com a evolução da pirâmide etária, se tornarão insustentáveis financeiramente.

    6. Sublinhar a evolução da União das Mutualidades Portuguesas, especialmente na última década, no que concerne à sua estrutura e organização, representatividade nacional e internacional, proximidade e nível qualitativo e quantitativo dos serviços e apoio prestados às associações mutualistas suas filiadas, difusão do mutualismo e abertura do Movimento Mutualista à sociedade.

    7. Acolher os principais objetivos estratégicos do Conselho de Administração recentemente eleito para o período 2025-2028 e fazer votos para que se concretizem e contribuam para a valorização do património secular de intervenção social do Movimento Mutualista, do papel das mutualidades na sociedade e da cooperação com o Estado e os parceiros do setor social e solidário.

    8. Mandatar o Sr. Presidente do Conselho de Administração da UMP para reunir com o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Dr. João Campolargo, no sentido de sondar junto das forças vivas do Município sobre a pertinência da criação de uma Associação Mutualista no território.

    Estas conclusões refletem o compromisso das mutualidades portuguesas em explorar novos horizontes, que correspondam às necessidades e aos desafios da sociedade contemporânea e em afirmar a pertinência do modelo mutualista nos nossos dias e no próximo futuro.

  • AMSM e Exar fortalecem estratégias sobre migrações

    AMSM e Exar fortalecem estratégias sobre migrações

    O projeto Citizenship Lab mobiliza A Mutualidade de Santa Maria e a organização italiana Exar Social Value Solutions na testagem de diferentes metodologias e procedimentos de atuação no acolhimento e integração de migrantes e refugiados nas comunidades locais.

    A Mutualidade de Santa Maria e a Exar Social Value Solutions, estiveram a trabalhar em Turim, Itália, no fortalecimento de estratégias para responder ao acolhimento e acompanhamento de migrantes e refugiados no que concerne ao exercício da cidadania e educação, formal e informal.
    Citizenship LAB é um projeto que fomenta a cooperação entre os dois atores Europeus, em conformidade com as regras estabelecidas pela comissão europeia e pela Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação.

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    @A Mutualidade de Santa Maria

  • Mutualista da Covilhã leva medicamentos aos associados

    Mutualista da Covilhã leva medicamentos aos associados

    A farmácia da Mutualista da Covilhã, que celebrou os seus 12 anos em janeiro, levou a iniciativa “Farmácia à sua Porta” à zona do couto mineiro e passou pelos Cambões, na freguesia de S. Jorge da Beira, a quase uma hora da Covilhã, de onde a farmacêutica Madalena Santos regressou de coração cheio após ouvir as palavras dos associados.

    O serviço gratuito de entrega de medicamentos e de aconselhamento farmacêutico aos associados na cidade da Covilhã e freguesias rurais do concelho é promovido desde 2020. A farmacêutica que assegura o serviço faz-se transportar numa viatura 100% elétrica.

    Saiba mais AQUI.

     

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    @Mutualista da Covilhã

  • Assembleia Geral da OIES aprova Contas e Programa de Ação

    Assembleia Geral da OIES aprova Contas e Programa de Ação

    A Assembleia Geral da Organização Internacional da Economia Social (OIES), de que a União das Mutualidades Portuguesas faz parte, aprovou, por unanimidade, o Relatório e Contas de 2024 e o Programa de Ação para 2025 desta instituição.

    O Relatório de Atividades de 2024 salienta o conjunto de procedimentos que a OIES teve que cumprir para regularizar a sua situação e poder, a partir de agora, desenvolver as suas atividades na plenitude. Ainda assim, no ano que passou foi criada a presença digital da OIES, através da construção e lançamento do seu site institucional e das suas páginas nas principais redes sociais.

    Divulgar a OIES através das suas plataformas de comunicação, marcar presença em eventos internacionais relacionados com a Economia Social, apresentar candidaturas a financiamentos europeus para o desenvolvimento de projetos e a captação de novos membros para alargar a sua base associativa são alguns dos objetivos da organização previstos no Programa de Ação para 2025.

    A Assembleia Geral da Internacional Social Economy Organization decorreu, em Turim, Itália, reunindo os representantes das organizações fundadoras: UMP (Portugal), Consorzio Kairòs (Itália) e FAN – Força Associativa Nacional (Brasil).

  • Acordo de revisão do CCT das mutualidades é assinado dia 7

    Acordo de revisão do CCT das mutualidades é assinado dia 7

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), a Federação Nacional da Educação (FNE) e outros sindicatos da UGT assinam no dia 7 de fevereiro, pelas 11h00, o acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades.

    A cerimónia decorre no auditório d’A Mutualidade de Santa Maria, em Esmoriz, e reúne os representantes de todas as signatárias deste acordo, de entre os quais, o Presidente da UMP, Luís Alberto Silva, o Secretário-Geral da FNE, Pedro Barreiros, e o Secretário Geral Adjunto da UGT, Dr. José Cordeiro.

    Este acontece a poucos dias de se celebrarem cinco anos da assinatura do primeiro Contrato Coletivo de Trabalho no setor das mutualidades, que veio valorizar os trabalhadores e as organizações mutualistas.