Blog

  • Convocatória de Assembleia Geral Extraordinária | 18 de março de 2017

    Convocatória de Assembleia Geral Extraordinária | 18 de março de 2017

     

    ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

    CONVOCATÓRIA

    Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea b) e e) do artigo 19º dos Estatutos desta União, convocam-se as Associadas da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) a reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a realizar no próximo dia 18 de março de 2017, às 10h00, no Auditório Municipal de Tondela, sito na Rua Comendador Alberto Cardoso Matos, N.º 97, 3460-554 Tondela, na cidade e concelho de Tondela, distrito de Viseucom a seguinte ordem de trabalhos:

    Primeiro: Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração para a Alteração Global dos Estatutos da União das Mutualidades Portuguesas;

    Segundo: Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração de Alteração ao Regulamento de Funcionamento da Assembleia Geral da UMP;

    Terceiro: Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração para a Fixação do Valor da Quota Associativa e das Quotas de Solidariedade Associativa.

    Nos termos do art.º 23.º, n.º 2, a Assembleia Geral reúne à hora marcada na convocatória se estiverem presentes mais de metade dos Associados com direito de voto ou meia hora depois com qualquer número de presenças.

    Os documentos aludidos na presente convocatória são enviados em conjunto com esta e estão disponíveis para consulta na Sede daUnião das Mutualidades Portuguesas e no sítio da Internet desta União, em www.mutualismo.pt, desde a data desta convocatória.

    Lisboa, 3 de março de 2017

    O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

    Luís Filipe Coelho Oliveira Costa

    Nota: Chama-se à especial atenção das Associadas para a Informação abaixo.

    Informação

    A Mesa da Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas chama à especial atenção dos Excelentíssimos Associados para as seguintes disposições Estatutárias e Regulamentares, relacionadas com a composição e funcionamento da Assembleia Geral:

    1º – Nos termos do número 4, do artigo 7º dos Estatutos da UMP, “As quotas consideram-se vencidas no primeiro dia dos meses a que digam respeito e são satisfeitas antecipadamente, por trimestre, semestre ou ano”. Por outro lado, nos termos do número 4 do artigo 10º dos Estatutos da UMP, “Os associados efetivos e participantes só poderão exercer os seus direitos se tiverem em dia as quotas”.

    2º – Nos termos do artigo 2º do Regulamento de Funcionamento de Assembleia Geral da UMP:

    Artigo 2.º

    (Composição e representação)

    1. A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados que estejam no pleno exercício dos seus direitos associativos.

    2. Com vista a instruir um dossier de apoio às Assembleias Gerais, os Associados devem enviar cópia simples dos Autos de Posse e dos Estatutos para a sede da UMP.

    3. As Associações Mutualistas participam, em princípio, na Assembleia Geral da UMP através de pessoa singular que seja membro da respetiva Direção/Conselho de Administração devendo ser portador de carta-mandato para esse efeito, salvo se a UMP possuir cópia dos documentos mencionados no número anterior, caso em que bastará a esse representante identificar-se, através de documento idóneo, para nela poder participar e votar.

    4. As Associações Mutualistas podem participar na Assembleia Geral através de qualquer outra pessoa singular desde que a mesma apresente, no dia da Assembleia Geral, carta-mandato dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

    5. Os Associados podem fazer-se representar por outros Associados, devendo o Associado Mandatário ser portador de carta-mandato do Associado mandante, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregue no dia da Assembleia Geral.

    6. As cartas mandato referidas nos números anteriores devem identificar claramente o Associado mandante e a pessoa singular sua representante ou o Associado Mandatário, devendo ser assinada por quem tem poderes para o ato e as assinaturas reconhecidas nos termos da Lei, salvo se a UMP dispuser de cópia dos documentos referidos no número 2 deste artigo, caso em que o reconhecimento das assinaturas não será necessário.

    7. É permitida a inscrição de qualquer Associado para participar e votar na Assembleia Geral até ao encerramento da sessão, seja em primeira sessão ou em qualquer um dos seus prolongamentos.

    8. No caso em que Assembleia funcione em mais de uma sessão, a inscrição/acreditação dos Associados far-se-á apenas uma vez e em qualquer uma das sessões podendo, todavia, os Associados alterar os seus representantes”.

     

  • Convocatória Assembleia Geral Ordinária | 18 de março de 2017

    Convocatória Assembleia Geral Ordinária | 18 de março de 2017

     

    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    CONVOCATÓRIA

    Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea b) do N.º 1 do artigo 21º dos Estatutos desta União, convocam-se as Associadas da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) a reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar no próximo dia 18 de março de 2017, às 09h00, no Auditório Municipal de Tondela, sito na Rua Comendador Alberto Cardoso Matos, N.º 97, 3460-554 Tondela, na cidade e concelho de Tondela, distrito de Viseucom a seguinte ordem de trabalhos:

    Primeiro: Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2016 e do respetivo Parecer do Conselho Fiscal;

    Segundo: Outros Assuntos de interesse para a União e suas Associadas.

    Nos termos do art.º 23.º, n.º 2, a Assembleia Geral reúne à hora marcada na convocatória se estiverem presentes mais de metade dos Associados com direito de voto ou meia hora depois com qualquer número de presenças.

    Os documentos aludidos na presente convocatória são enviados em conjunto com esta e estão disponíveis para consulta na Sede daUnião das Mutualidades Portuguesas e no sítio da Internet desta União, em www.mutualismo.pt, desde a data desta convocatória.

    Lisboa, 3 de março de 2017

    O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

    Luís Filipe Coelho Oliveira Costa

    Nota: Chama-se à especial atenção das Associadas para a Informação abaixo.

    Informação

    A Mesa da Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas chama à especial atenção dos Excelentíssimos Associados para as seguintes disposições Estatutárias e Regulamentares, relacionadas com a composição e funcionamento da Assembleia Geral:

    1º – Nos termos do número 4, do artigo 7º dos Estatutos da UMP, “As quotas consideram-se vencidas no primeiro dia dos meses a que digam respeito e são satisfeitas antecipadamente, por trimestre, semestre ou ano”. Por outro lado, nos termos do número 4 do artigo 10º dos Estatutos da UMP, “Os associados efetivos e participantes só poderão exercer os seus direitos se tiverem em dia as quotas”.

    2º – Nos termos do artigo 2º do Regulamento de Funcionamento de Assembleia Geral da UMP:

    Artigo 2.º

    (Composição e representação)

    1. A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados que estejam no pleno exercício dos seus direitos associativos.

    2. Com vista a instruir um dossier de apoio às Assembleias Gerais, os Associados devem enviar cópia simples dos Autos de Posse e dos Estatutos para a sede da UMP.

    3. As Associações Mutualistas participam, em princípio, na Assembleia Geral da UMP através de pessoa singular que seja membro da respetiva Direção/Conselho de Administração devendo ser portador de carta-mandato para esse efeito, salvo se a UMP possuir cópia dos documentos mencionados no número anterior, caso em que bastará a esse representante identificar-se, através de documento idóneo, para nela poder participar e votar.

    4. As Associações Mutualistas podem participar na Assembleia Geral através de qualquer outra pessoa singular desde que a mesma apresente, no dia da Assembleia Geral, carta-mandato dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

    5. Os Associados podem fazer-se representar por outros Associados, devendo o Associado Mandatário ser portador de carta-mandato do Associado mandante, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregue no dia da Assembleia Geral.

    6. As cartas mandato referidas nos números anteriores devem identificar claramente o Associado mandante e a pessoa singular sua representante ou o Associado Mandatário, devendo ser assinada por quem tem poderes para o ato e as assinaturas reconhecidas nos termos da Lei, salvo se a UMP dispuser de cópia dos documentos referidos no número 2 deste artigo, caso em que o reconhecimento das assinaturas não será necessário.

    7. É permitida a inscrição de qualquer Associado para participar e votar na Assembleia Geral até ao encerramento da sessão, seja em primeira sessão ou em qualquer um dos seus prolongamentos.

    8. No caso em que Assembleia funcione em mais de uma sessão, a inscrição/acreditação dos Associados far-se-á apenas uma vez e em qualquer uma das sessões podendo, todavia, os Associados alterar os seus representantes”.

  • O Info 93 já está online. Todas as novidades em mais uma edição do boletim mensal da UMP

     A nova edição da publicação mensal da UMP já está disponível.

    Leia em formato folheável ou pdf.

    IMAGEMNOTICIAINFO93

  • Mutualidades esperam apoio da ARS Centro na concretização de projetos

    ARSA União das Mutualidades Portuguesas (UMP) reuniu, no dia 21 de fevereiro, com Presidente do Conselho Diretivo da ARS Centro, José Manuel Azenha Tereso e com o vogal Mário Ruivo.
    O presidente do CA da UMP, Luís Alberto Silva, apresentou alguns dos projetos que as Mutualidades gostariam de desenvolver no âmbito da saúde, tendo abordado a temática da saúde mental, na medida em que se regista um acentuado défice de respostas sociais dirigidas às pessoas com demências e respetivas famílias, em Portugal. “Parece-nos imperativo que sejam criadas infraestruturas no âmbito dos Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental dada a escassez desta resposta, pelo que acreditamos que a ARS poderá apoiar a UMP e as Associações Mutualistas na concretização de projetos que venham a dar resposta a esta e a outras lacunas que muito influem a qualidade de vida das pessoas”.
    No âmbito da prossecução dos seus fins principais – o da saúde – o Movimento Mutualista tem vindo a deparar-se com um conjunto de dificuldades e constrangimentos. Luís Alberto Silva acredita que as Administrações Regionais de Saúde poderão trabalhar em conjunto com a UMP na procura de soluções que respondam às necessidades sentidas pelas pessoas e pelo próprio sistema nacional de saúde. “É muito importante que permitir às Mutualidades a prescrição de MCDT’s para melhor servir a população. Na região centro, as Associações Mutualistas funcionam como uma resposta essencial para a população, sendo notória a sua importância nos surto de gripe. As Associações Mutualistas fazem, efetivamente, a diferença no acesso à saúde”, concluiu Luís Alberto Silva.

  • Conselho Consultivo do PNS reúne-se para traçar novas estratégias de saúde para 2017

    O Conselho Consultivo do Plano Nacional de Saúde reuniu-se, no dia 13 de fevereiro, nas instalações do INFARMED, IP, para discutir alguns assuntos prementes atendendo ao XXI programa do Governo e às opções do Plano de Saúde para 2017.

    A União das Mutualidades Portuguesas participou nesta reunião de trabalho, na qual foram discutidos temas como “Estratégia e Planos Locais de Saúde”, “Orientações Estratégicas do Programas Prioritários de Saúde”, “Saúde dos Portugueses 2016” e “Envelhecimento e Esperança de Vida Saudável aos 65 anos”.

    Foram apresentadas algumas preocupações e lançado o alerta relativamente a programas prioritários como a alimentação saudável ou o envelhecimento ativo, este ultimo atribuído ao crescente envelhecimento da população e à redução da taxa de natalidade que contribuiu para uma alteração da pirâmide etária com um progressivo alargamento do topo e um estreitamento da base. Já no âmbito dos planos locais de saúde foi destacado o Projeto de Saúde dos Municípios, cujos vários indicadores estudados, ao nível local e municipal, permitem reavaliar o impacto dos planos de saúde impostos/implementados e adaptar os mesmos às diferentes realidades locais.

  • Mutualidades questionam CCDR

    rrrA Presidente do Conselho de Administração (CA) da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Maria Pereira Abrunhosa, recebeu, em audiência, o presidente do CA da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, no dia 16 de fevereiro.
    Nesta reunião, a UMP procurou tomar conhecimento acerca de novos financiamentos no âmbito do Quadro Portugal 2020, na medida em que a candidatura a determinados projetos está condicionada pelos apoios estruturais. Do mesmo modo, a UMP procurou saber que outras possíveis respostas para as Mutualidades do centro do país estarão disponíveis.
    “É muito importante que estejamos informados acerca destas questões para que as nossas Associações Mutualistas da região Centro possam alavancar os seus projetos e definir estratégias de atuação. Além do mais, é importante que possamos saber quais as áreas de intervenção social onde é mais prementes as mutualidades intervirem”, defendeu Luís Alberto Silva

  • Newsletter n.º 23 | 17 de fevereiro de 2017

     

    Newsletter n.º 23 | 17.fev.2017

     

    UMP flag lado esq cores

     banner pipm

     

    Mutual IN já está online

    MUTUALINFOTO

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) tem online, a partir desta sexta-feira, dia 17 de fevereiro, o website institucional do serviço Mutual IN, disponível em www.mutualin.pt. O Protocolo Mutual IN une Mutualidades de todo o país, facultando, aos Associados e beneficiários das Associações Mutualistas aderentes, os serviços de que dispõem a preços reduzidos. Ler mais

     

    tourism news

    Movimento Mutualista reivindica mais viagens sociais

    O movimento mutualista quer fortalecer a sua oferta ao nível das viagens sociais, por isso, o presidente do Conselho de Administração da UMP reuniu, no dia 14 de fevereiro, com a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. Ler mais

    assuntoseuropeus news

    UMP reúne com Secretária de Estado dos Assuntos Europeus

    O presidente do CA da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, reuniu, no passado dia 9 de fevereiro, com a Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Margarida Marques. Ler mais

    inr news

    UMP colabora com INR no âmbito da inclusão

    A UMP reuniu, dia 8 de fevereiro, com o recém-empossado presidente do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), Humberto Santos. Ler mais

    sofid news

    UMP procura SOFID para o desenvolvimento de projetos nos países da CPLP

    A União das Mutualidades Portuguesas foi recebida pelo presidente do Conselho de Administração da SOFID, António Rebelo de Sousa. Ler mais

    act newsletter

    Mutualidades querem trabalhar em parceria com ACT

    No passado dia 14 de fevereiro, a União das Mutualidades Portuguesas reuniu com a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). Ler mais

     

     

    banner irs news 

     

    facebook logo button twitter logo button website
  • Movimento Mutualista reivindica mais viagens sociais

    SDASFAFAFVO movimento mutualista e a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) querem fortalecer a sua oferta ao nível das viagens sociais, por isso, o presidente do Conselho de Administração reuniu, no dia 14 de fevereiro, com a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.
    De acordo com o Código das Associações Mutualistas, as Mutualidades podem prosseguir outros fins de proteção social e de promoção da qualidade de vida, sendo que, naturalmente, está comportada a possibilidade de exercerem a atividade de viagens sociais dirigidas a associados e seus beneficiários, de acordo com os seus Estatutos. No entanto, o Decreto-Lei n.º61/2011, de 6 de maio que transposta para a ordem jurídica da Diretiva n.º 2006/123/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de Dezembro de 2006, limita as Associações Mutualistas apenas a cinco viagens sociais por ano.
    “Com a limitação imposta a cinco viagens por ano, não só as Mutualidades não podem conceder o mesmo benefício a todos os Associados, como também, e devido a isso, torna-se inviável que as Mutualidades prossigam este fim, porque obriga-as a limitar a participação dos Associados. Atendendo, a que as nossas viagens se destinam a um público-alvo com menos possibilidades, estas representa uma oportunidade para que muitas pessoas saiam de casa e convivam, contrariando assim a depressão e promovendo a alegria e o bem-estar”, defende Luís Alberto Silva.
    O presidente do CA da UMP relembra que a área do Turismo Social é uma importante valência de algumas Associações Mutualistas e que não deve haver limitações para a realização de viagens de cultura e recreio. “O movimento mutualista congrega no país cerca de 1 milhão de associados e mais de 2 milhões e meio de beneficiários, pelo que limitar as viagens sociais é limitar a possibilidade destas pessoas saírem de casa e poderem vivenciar experiências únicas”.

  • Website Mutual IN já está online e promete revolucionar acesso aos serviços de saúde

    foto mutuA União das Mutualidades Portuguesas (UMP) tem online, a partir desta sexta-feira, dia 17 de fevereiro, o website institucional do serviço Mutual IN, disponível em www.mutualin.pt. O Protocolo Mutual IN une Mutualidades de todo o país, facultando, aos Associados e beneficiários das Associações Mutualistas aderentes, os serviços de que dispõem a preços reduzidos.
    O portal permitirá aos associados e beneficiários mutualistas, e demais população que queira fazer parte do universo mutualista, o acesso a um conjunto de informações úteis e serviços de cada Associação Mutualista subscritora.
    O presidente do CA da UMP explica o que consubstancia, em termos práticos, este novo website institucional, e de que forma o Mutual IN poderá ajudar as pessoas. “O website Mutual IN é um meio facilitador de marcação de consultas online, permitindo que um Associado que necessite de uma consulta ou serviço de saúde e bem-estar, seja qual for a sua natureza (de clínica geral, de especialidade ou de estética, por exemplo), de que a sua Associação não dispõe, possa aceder ao mesmo numa outra Associação Mutualista subscritora do Mutual IN, que o disponha”.

    O website está dividido em quatro áreas – Saúde, Modalidades, Respostas sociais e Outros serviços – compilando um conjunto de informações úteis para os Associados e demais população. Uma das grandes novidades é a possibilidade de se marcarem consultas online. “Este é um projeto inovador que dará a muitos dos portugueses a possibilidade de acederem a especialidades médicas e demais serviços a preços realmente reduzidos, dando visibilidade e dimensão ao movimento mutualista, aproximando-o das pessoas e vice-versa”, referiu o presidente do CA da UMP.
    “O novo website Mutual IN é mais um importante passo dado na projeção do movimento, na medida em que os Associados irão ter acesso a um conjunto de serviços mais alargado. Tal permitirá a fidelização dos Associados existentes e, também, a captação de novos Associados, que só têm vantagens se fizerem parte do nosso movimento, quer no que ao leque e qualidade de serviços de que dispomos diz respeito, quer ao nível dos preços que praticamos. Este novo mecanismo, aproxima, igualmente, as Associações Mutualistas, tonando o movimento mais forte”.

  • UMP quer trabalhar parceria com ACT

    16602860 1269681976453737 7451106479219435792 nNo passado dia 14 de fevereiro, a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) reuniu com a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). Teresa Pargana, chefe de Divisão da Direção de Serviços de Apoio à Atividade Inspetiva, e Paula Lopes Vieira, chefe de Divisão de Coordenação da Atividade Inspetiva, procuraram dar resposta às solicitações da UMP, no âmbito do cumprimento das obrigações legais por parte das Associações Mutualistas.

    “É nosso desejo estabelecer um modelo de cooperação institucional entre a UMP e a ACT, com o objetivo de melhor capacitar esta União para ações de informação, divulgação e sensibilização das Mutualidades no que respeita ao cumprimento das obrigações legais e, se necessário, apoiá-las na adoção e implementação de medidas e ações corretivas”, referiu Luís Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração da UMP.
    Desta forma, está prevista a assinatura de um protocolo de cooperação que permita à ACT participar nas atividades desenvolvidas pela UMP, como as Jornadas Mutualistas, Encontro Nacional de Dirigentes, entre outras.
    Esta é uma medida essencial pois as Associações Mutualistas geram um conjunto de serviços e equipamentos sociais no âmbito da sua ação complementar de proteção social.