Após um longo período de restrições e confinamentos, o CIDACL aposta cada vez mais em projetos de intervenção que promovam as brincadeiras ao ar livre e, por outro lado, a sustentabilidade ambiental. Com base nestes pressupostos, e no âmbito do Projeto de Estágio da aluna Liliana Contim, foi criado na instituição um novo Parque Infantil, elaborado exclusivamente com material reutilizável, e que simultaneamente será potenciador de muita diversão e alegria! Espreite, abaixo, este novo espaço, bem como as primeiras explorações das crianças.
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Correio Mutualista chega ao número 40
Mais uma semana, mais um Correio Mutualista chega à sua caixa de email, com todas as informações mais relevantes para as entidades da Economia Social, assim como as notícias da UMP e das suas associadas.
Caso não tenha recebido a edição número 40 da newsletter da UMP, clique, AQUI, para a ler. Pode também subscrever a newsletter no site da União das Mutualidades Portuguesas, do lado direito da página.
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Webinar de lançamento de 4 ferramentas OiRA no dia 15 de junho
Está agendado para o dia 15 de junho, das 14h30 às 16h30, com transmissão em direto no Vimeo, o Webinar Avaliar os Riscos Profissionais nas Instituições de Solidariedade Social, no âmbito do lançamento de quatro ferramentas OiRA: Estruturas Residenciais e Centros de Dia para Idosos; Creches e Jardins de Infância; Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão e Estruturas Residenciais; e Centros de Acolhimento (Adultos e Crianças).
A apresentação das ferramentas estará a cargo de Cristina Reis, Emídio Maia, Nuno Menaia (peritos autores das ferramentas).
Das entidades parceiras intervirão: Paulo Teixeira (União das Mutualidades Portuguesas), Macário Correia (CNIS), Joaquim Pequicho (Confecoop), Ana Teresa Lourenço (União das Misericórdias Portuguesas) e Ana Paula Fernandes (ALI-Associação de Apoio Domiciliário, de Lares e Casas de Repouso de Idosos).
A moderadora será Emília Telo, Coordenadora do Ponto Focal da EU-OSHA/Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).
A sessão é gratuita, mas é limitado o número de participantes.
Reserve já o seu lugar fazendo a sua inscrição AQUI.
Caso o formulário não permita mais inscrições, pode sempre ficar em lista de espera.
A organização enviará o link de acesso algumas horas antes do evento.
Para isso, deverá enviar um e-mail para o Secretariado do evento – euoshaportugal@leading.pt – indicando a sua intenção de assistir ao evento.
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UMM assinala quarto aniversário
A União Mundial das Mutualidades acaba de assinalar os seus quatro anos de existência, com uma declaração que aborda o percurso até ao momento e os desafios para a UMM e o mutualismo.
Partilhamos o conteúdo dessa declaração:
«Em 5 de junho de 2018, no Palácio das Nações Unidas na cidade de Genebra, Suíça, líderes mutualistas da América, Europa, África e Oriente Médio formaram a União Mundial das Mutualidades.
Pouco depois de seu nascimento, a UMM teve que enfrentar uma luta sem precedentes produzida pela crise da pandemia de COVID-19, atrasando a concretização dos objetivos que impulsionam essa união. No entanto, esta que afetou todos os povos do mundo, tem sido uma oportunidade histórica para as mutualidades, para demonstrarem a sua capacidade de gestão e o valor inquestionável das suas estruturas e serviços, articulando com os governos uma ação que proporciona emprego, inclusão e solidariedade.
O caráter único do mutualismo, fundamentalmente baseado em princípios que privilegiam o ser humano e o tornam o centro das suas ações, tem mostrado ao longo da história, sem dúvida, a forma mais viável e positiva de enfrentar os infortúnios que afligem os povos, especialmente os mais pobres e desprotegidos, alcançando transformações sociais e criando condições de inclusão e justiça social, em cada comunidade alcançada por seus serviços e benefícios.
Neste sentido, não desconhecemos que a enorme tarefa que exigirá a construção desta organização com bases sólidas e sustentáveis, cuja dimensão geográfica, a sua variedade linguística e a diversidade da idiossincrasia dos países, regiões e continentes, que se agrupam e representam em seus interesses particulares e necessidades variadas, constitui um desafio certamente sem precedentes dentro do sistema mutualista universal.
Assim, no quarto aniversário, renovamos o nosso compromisso, convictos do excelente resultado que terá a força da unidade representada pela UMM, fortalecida pela solidariedade e coincidência inalterável, que neste sentimento possui o sistema mutualista».
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ISCAP abre candidaturas a Mestrado na área da Economia Social
A primeira fase de candidaturas ao Mestrado em Gestão e Regime Jurídico-Empresarial da Economia Social, do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP), está a decorrer até 8 de julho.
Este Mestrado, em regime de estudos pós-laboral, visa responder às exigências económico-sociais que se colocam ao setor da economia social e pretende ter uma abordagem inovadora e multidisciplinar de gestão, jurídica, contabilística, económica, aplicação de novas tecnologias e de marketing.
O curso aposta numa forte ligação à prática, mediante contacto com projetos, entidades e redes nacionais e internacionais, desenvolvimento de ferramentas práticas de trabalho e de soluções inovadoras visitas e seminários com atores do terreno e aulas abertas com especialistas das áreas abrangidas no plano de estudos.
A União das Mutualidades Portuguesas é uma das entidades parceiras do ISCAP.
Consulte o Edital dos Mestrados 2022-2023 do ISCAP e o folheto referente ao Mestrado em Gestão e Regime Jurídico-Empresarial da Economia Social.
Foto: D.R.
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Correio Mutualista 39 já está no seu email
Mais uma semana, mais um Correio Mutualista chega à sua caixa de email, com todas as informações mais relevantes para as entidades da Economia Social, assim como as notícias da UMP e das suas associadas.
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Governo de STP abre as portas ao mutualismo português
Os principais atores – governo e entidades que trabalham as matérias sociais – acreditam que o ressurgimento do mutualismo em São Tomé e Príncipe pode ser um contributo importante para a saúde e bem-estar da população e para combate à pobreza. É uma das conclusões da conferência internacional “O papel da proteção social complementar para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: O caso do mutualismo”, organizada pela União das Mutualidades Portuguesas e cofinanciada pelo Camões, I. P., que contou com a participação de membros do Governo, entidades do setor social local, Organizações Não Governamentais, representantes da Segurança Social São-Tomense e Portuguesa, universidades, embaixadores e mutualistas angolanos.
Adlander Matos, Ministro do Trabalho, Solidariedade, Família e Formação Profissional, que abriu a conferência, considerou que o mutualismo enquanto modelo económico e social complementar dos sistemas públicos de previdência social e de proteção social, pode contribuir para combater a pobreza no território e para a concretização dos objetivos de desenvolvimento sustentável”.
O Presidente da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, manifestou disponibilidade para cooperar com o Estado são-tomense na construção do edifício legislativo que enquadre a atividade das associações mutualistas. Por outro lado, deu conta do interesse em cooperar com outras associações portuguesas e parceiros locais, no desenvolvimento de um projeto socioeconómico de raiz mutualista, potenciando recursos endógenos e gerando impacto social, através da criação de emprego e de equipamentos e respostas sociais.
O embaixador de Portugal em São Tomé e Príncipe, Rui Carmo, que encerrou os trabalhos, sublinhou que Portugal continua e continuará a ser “um parceiro fundamental” em áreas tão importantes como a saúde e a proteção social.
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UMP e Governo de São Tomé e Príncipe celebram protocolo
O Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, presidiu à cerimónia de celebração de um protocolo de cooperação entre o governo e a União das Mutualidades Portuguesas, tendo em vista o reforço, valorização e enquadramento do setor da economia social e solidária naquele território.
O protocolo estabelece as bases para uma colaboração da UMP na conceção de uma lei de bases da economia social e solidária e a criação de regimes jurídicos específicos para as diversas entidades, nomeadamente do movimento mutualista em São Tomé e Príncipe.
Com este ato protocolar abre-se caminho à cooperação em domínios como a capacitação das mutualidades locais no desenvolvimento de uma rede de apoio social integrado, de cobertura equitativa do país, e na prossecução dos fins de proteção complementar nos domínios da segurança social e saúde.
Pela experiência que detém nestas áreas, a União das Mutualidades Portuguesas constitui-se, através deste protocolo, num parceiro privilegiado do governo são-tomense na realização e concretização de parcerias, aconselhamento em matérias consideradas “especialmente relevantes para o Governo são-tomense, quer no âmbito do Programa Estratégico de Cooperação ou de outras medidas, quer ainda com outras entidades da economia social e solidária.
O governo são-tomense garante apoio institucional e logístico à concretização deste protocolo, nomeadamente, apoio na organização e realização de eventos ou encontros nacionais ou internacionais de promoção e difusão do mutualismo, integração de representantes da UMP em comissões, conselhos e grupos de trabalho para auxiliar o governo, apoio logístico, agilização de contactos e informações.
No âmbito da sua missão de difundir o mutualismo e o modelo mutualista português nos países da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) – recordou o Presidente da UMP, Luís Alberto Silva – a União das Mutualidades Portuguesas tem vindo, nos últimos anos a cultivar com o governo de São Tomé e Príncipe “uma relação baseada na confiança recíproca e disponibilidade comum para colaborar no desenvolvimento e fortalecimento do setor social e solidário neste território”.
De acordo com o dirigente o ato singelo de celebração do protocolo “representa uma nova página neste processo de cooperação” que pretende vincar o papel decisivo do setor social no combate à pobreza, na melhoria da qualidade de vida das populações, na solidariedade social, saúde, educação, formação profissional e empregabilidade”.
Para Jorge Bom Jesus, a conferência organizada pela UMP, mostrou o caminho que o país vai ter que desbravar, sublinhando que “o mutualismo nunca foi tão indispensável como nos tempos que correm, de recessão, guerra, de muita privação e de muitas contrariedades e por isso, as pessoas têm que estar no centro do processo de desenvolvimento, enquanto atoras e destinatárias”.O protocolo envolve a UMP e os Ministérios São-tomenses da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Rural; Educação e Ensino Superior; Turismo, Cultura, Comércio e Indústria; Saúde; Trabalho, Família, Solidariedade e Formação Profissional; Juventude, Desporto e Empreendedorismo.
Assista à reportagem em formato vídeo, em baixo:




