Blog

  • Planos da Clínica de São Cristóvão abordados com a UMP

    Planos da Clínica de São Cristóvão abordados com a UMP

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) manifestou disponibilidade total para apoiar do ponto de vista técnico e institucional a Clínica de São Cristóvão – Associação de Socorros Mútuos dos Empregados do Comércio de Lisboa (ASMECL) nos principais dossiês que tem entre mãos.

    Vocacionada para a prestação de cuidados de saúde, a ASMECL, localizada no Largo de São Cristóvão, com vista para o Castelo de São Jorge e para o Tejo, pretende alargar a capacidade da Unidade de Cuidados Continuados, que candidatou ao Plano de Recuperação e Resiliência, e criar um centro de formação especificamente dirigido para a área da saúde. Nas preocupações da instituição, que integra o grupo de trabalho da UMP para as questões relacionadas com a saúde, está também a revisão dos seus estatutos à luz do Código das Associações Mutualistas.

    Numa reunião com o Conselho de Administração da ASMECL, liderado por Maria Isabel Carvalho, o Presidente da UMP, Luís Alberto Silva, abordou as principais alterações introduzidas na revisão do Contrato Coletivo do Trabalho das Mutualidades, acordada com os sindicatos da UGT, e deu nota do calendário de eventos UMP previstos para 2024, nomeadamente do XIV Congresso Nacional do Mutualismo, a realizar no dia 24 de maio, das candidaturas a decorrer para o Prémio Inovar Para Melhorar e Prémio Trabalhador do Ano, do Encontro Nacional de Dirigentes, em 25 de outubro e dos webinars mensais.

    A agenda internacional da UMP contempla uma conferência sobre mutualismo em Angola, a participação, em abril, no fórum Internacional de Mutualismo, no Uruguai, e a organização em junho, da Assembleia Geral da União Mundial das Mutualidades, no Porto.

  • Ministra do Trabalho e Setor Social fazem balanço do mandato

    Ministra do Trabalho e Setor Social fazem balanço do mandato

    O Presidente da União das Mutualidades, Luís Alberto Silva, e os representantes máximos das demais entidades do setor social e solidário, mantiveram um encontro, esta terça-feira, com a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS), Ana Mendes Godinho, para fazer um balanço das medidas públicas e da cooperação entre o Estado e o Setor Social, no período que correspondeu ao mandato do governo que está agora a cessar funções.

    Depois de ter exercido as funções de Secretária de Estado do Turismo entre 2015 e 2019, assumiu a liderança do MTSSS em 2019, tendo gerido a crise pandémica e a crise inflacionista, em estreita articulação com o setor social. Foi também sob a sua tutela que foi assinada, em dezembro de 2021, a revisão do Pacto de Cooperação, e a 7 de dezembro de 2023, o Compromisso de Cooperação para 2023-2024, em que o Estado se obriga a rever o Código das Associações Mutualistas e o Regime Jurídico das Farmácias de Oficina, assim como se dispôs a celebrar protocolos com as instituições sociais com vista à prescrição de meios complementares de diagnóstico e terapêutica e à prestação de cuidados de saúde nas suas clínicas e hospitais, nas regiões onde o Serviço Nacional de Saúde revele dificuldades de resposta.

    Foi o último encontro entre a equipa do Ministério liderado por Ana Mendes Godinho e as entidades representativas do setor social, antes de o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, conferir posse a um novo Governo.

    Participaram no encontro, a Ministra Ana Mendes Godinho, a Secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes, a Vice-Presidente do Instituto da Segurança Social, Catarina Marcelino, e os líderes da União das Mutualidades, Luís Alberto Silva, da União das Misericórdias, Manuel Lemos, da CNIS, Lino Maia, e da Confecoop, Joaquim Pequicho.

  • Confira a edição n.º 122 do Correio Mutualista

    Confira a edição n.º 122 do Correio Mutualista

    O Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP) acolheu a apresentação do projeto “Y. ES – Diz Sim à Economia Social”, atraindo um auditório repleto de alunos interessados em saber mais sobre a economia social e as entidades que a integram. A sessão, dinamizada pela CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, proporcionou uma plataforma para a discussão e aprendizagem sobre o setor.

    As mutualidades portuguesas têm desempenhado um papel importante na sociedade, proporcionando soluções de previdência e assistenciais. Mas estarão as mutualidades alinhadas pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU? Como ajudam a construir um mundo melhor? Encontre a resposta AQUI.

    A União das Mutualidades Portuguesas, através do seu Gabinete Jurídico, representado pelo Dr. Paulo Teixeira (na foto), dinamizou um webinar onde foram apresentadas as principais alterações decorrentes da revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades, celebrado na última semana com a Federação Nacional da Educação (FNE) e outros 16 sindicatos da UGT. O nosso agradecimento a todas as associações mutualistas que participaram.

    Leia a Newsletter na íntegra, AQUI.

  • Seis dicas para mutualidades mais sustentáveis

    Seis dicas para mutualidades mais sustentáveis

    Construir um futuro eco consciente é um desafio que deve mobilizar as organizações e cada um de nós. As mutualidades estão sensibilizadas para a importância da sustentabilidade, propondo-se adotar práticas verdes e constituírem-se verdadeiros agentes da mudança positiva. E como o fazem, ou podem fazer?

    1. Eficiência energética:
    reduzir o consumo, maximizar o impacto

    Investir em eficiência energética é um passo deveras importante com impactos quase imediatos. Desde a iluminação LED até à otimização dos sistemas de climatização, as mutualidades podem reduzir significativamente a sua pegada de carbono. Ao adotarem fontes de energia renovável, como a solar ou eólica, e melhorando a eficiência dos edifícios, contribuem para uma transição mais sustentável. Existem fundos públicos que incentivam alguns destes investimentos.

     

    2. Gestão de resíduos:
    Reduzir, Reutilizar, Reciclar

    Promover práticas sustentáveis de gestão de resíduos é fundamental. Reduzir o desperdício, reutilizar materiais sempre que possível e implementar programas de reciclagem são contributos relevantes. As associações mutualistas também podem ser agentes mobilizadoras, promovendo iniciativas de sensibilização dos seus colaboradores e associados no sentido de alterarem comportamentos quotidianos, reduzindo a produção de resíduos e reaproveitando-os.

     

    3. Mobilidade sustentável:
    alternativas amigas do ambiente

    A utilização de veículos elétricos nas operações das mutualidades (nos serviços de apoio domiciliário e nos transportes de utentes, por exemplo) contribui para a redução das emissões de gases poluentes. E são vários os exemplos de organizações mutualistas que já optaram por essa solução. Também são válidas medidas como o incentivo aos colaboradores para usarem o transporte coletivo nas deslocações para o emprego ou não utilizarem o carro em curtas distâncias.

     

    4. Digitalização e redução de papel:
    uma mudança para o futuro

    A digitalização de processos internos reduz o consumo de papel e melhora a eficiência operacional. Ao promoverem a utilização de tecnologias digitais, as associações mutualistas não só contribuem para a preservação das florestas, mas também para uma gestão mais ágil e eficaz. E esse tem sido um processo contínuo no dia-a-dia da UMP, na sua relação com as filiadas e com as outras entidades.

     

    5. Sensibilização e educação ambiental:
    a importância do conhecimento

    As mutualidades podem envolver os colaboradores, associados e as suas comunidades locais na adoção de práticas mais sustentáveis. Por exemplo, através de campanhas de sensibilização nas redes sociais e de recolha de materiais para reciclagem (rolhas de plástico ou de cortiça, papel, embalagens de medicamentos fora do prazo de validade ou de que já não se necessita).

    6. Parcerias sustentáveis:
    multiplicar o impacto

    Ao estabelecer parcerias com fornecedores e parceiros comprometidos com práticas sustentáveis, as mutualidades podem influenciar positivamente toda a sua cadeia de valor. Dar prioridade a fornecedores e parceiros comprometidos com a sustentabilidade dos seus processos é uma forma de ampliar o impacto ambiental positivo.

    Como vimos num artigo anterior, as mutualidades estão alinhadas com vários dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, enunciados pela Organização das Nações Unidas (ONU). Além do seu contributo para um futuro mais sustentável, têm a responsabilidade de inspirar outras instituições e as suas comunidades a seguirem o mesmo caminho.

  • Revisão do CCT em destaque no Webinar Jurídico da UMP

    Revisão do CCT em destaque no Webinar Jurídico da UMP

    A União das Mutualidades Portuguesas, através do seu Gabinete Jurídico, representado pelo Dr. Paulo Teixeira (na foto), dinamizou um webinar onde foram apresentadas as principais alterações decorrentes da revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades, celebrado na última semana com a Federação Nacional da Educação (FNE) e outros 16 sindicatos da UGT.

    A iniciativa procurou disseminar as alterações introduzidas neste acordo, nomeadamente ao nível de várias matérias das relações de trabalho, entre as quais as tabelas salariais e os subsídios de natureza pecuniária.

  • A Beneficência Familiar amplia serviços com nova sede

    A Beneficência Familiar amplia serviços com nova sede

    A Beneficência Familiar do Porto anunciou a expansão dos serviços que disponibiliza aos associados e à comunidade. O novo edifício de sete pisos, situado em frente ao icónico Mercado do Bolhão, foi concebido para responder às crescentes necessidades dos seus associados, tendo agora uma infraestrutura preparada para acolher uma clínica de imagiologia e radiologia, tal como o seu Presidente, Carlos Jorge Silva, explica: “A intenção é prestar o serviço aos associados mutualistas, pois não há nenhuma resposta mutualista desta natureza no norte. Teremos que ter uma convenção com o Serviço Nacional de Saúde, pois não havendo taxas moderadoras, não temos capacidade de ter esta clínica com estas características. Está apetrechada com tudo: TAC, mamografias, densitometria óssea, ecografias e ressonância magnética.”

    Também a Universidade Sénior Mutualista beneficiou com esta expansão: “A Universidade Sénior teve um grande incremento na medida em que passou a abarcar diferentes áreas que até aqui não tinha”, refere Carlos Jorge Silva. “Já não são só as aulas de informática ou inglês mas também taichi, ginástica, yoga, pilates clínico, hidroterapia…”

    Para além das instalações médicas, a nova sede oferece também cofres robotizados que garantem acesso a um espaço de armazenamento pessoal disponível 24 horas por dia. Completam as instalações um ginásio, sauna, banho turco e piscina, bem como uma ótica, entre outros serviços, reforçando o compromisso d’A Beneficência Familiar com o bem-estar dos seus membros e da comunidade que serve.

  • ISCAP recebe projeto ‘Y.ES’ sobre Economia Social

    ISCAP recebe projeto ‘Y.ES’ sobre Economia Social

    O Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP) acolheu a apresentação do projeto “Y.ES – Diz Sim à Economia Social”, atraindo um auditório repleto de alunos interessados em saber mais sobre a economia social e as entidades que a integram. A sessão, dinamizada pela CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, proporcionou uma plataforma para a discussão e aprendizagem sobre o setor.

    No decorrer do evento, a União das Mutualidades Portuguesas, enquanto parceira do projeto, introduziu o conceito de mutualismo, explicando os seus princípios orientadores, as atividades desenvolvidas e as potenciais saídas profissionais. A Liga das Associações Mutualistas do Porto, também presente e representada pelo vice-presidente Carlos Jorge, ilustrou a aplicação concreta dos conceitos abordados e as oportunidades de carreira associadas.

    A iniciativa “Y.ES” continuará a sua missão de informar as novas gerações sobre o valor e o potencial da economia social, aguardando-se futuras comunicações sobre novas sessões e atividades complementares.

  • Mutualidades e os ODS: parcerias para um futuro sustentável

    Mutualidades e os ODS: parcerias para um futuro sustentável

    Estarão as mutualidades alinhadas pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU? Como ajudam a construir um mundo melhor? As respostas nas próximas linhas.

    As mutualidades portuguesas têm desempenhado um papel importante na sociedade, proporcionando não apenas soluções de previdência e assistenciais, mas também promovendo ativamente os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Estas organizações, com uma história secular e uma presença consolidada nas comunidades, têm vindo a revelar cada vez mais atenção às práticas que contribuem para um futuro mais sustentável para todos.

    ODS e o compromisso das mutualidades
    Os ODS da ONU representam uma visão ambiciosa para um planeta mais equitativo, saudável e resiliente até 2030. No coração deste compromisso global estão objetivos como Erradicação da Pobreza, Saúde de Qualidade, Educação de Qualidade, Trabalho Digno e Crescimento Económico. As mutualidades, enquanto entidades enraizadas nas comunidades e comprometidas com o bem-estar dos cidadãos, encontram-se naturalmente alinhadas com estas metas.

    Sustentabilidade nas operações diárias
    As mutualidades destacam-se pela sua abordagem sustentável nas operações quotidianas. Desde a implementação de práticas de gestão eficientes até à promoção da igualdade de oportunidades, as mutualidades preocupam-se em criar ambientes de trabalho justos e equitativos. Ao apoiarem a formação e educação, contribuem diretamente para a realização dos ODS relacionados com Educação de Qualidade.

    Impacto social positivo
    Além de assegurarem a previdência e assistência social, as mutualidades promovem um impacto social positivo nas comunidades. Iniciativas que visam a inclusão social, apoio a idosos, e igualdade de género são testemunhos deste compromisso. Desta forma, desempenham um papel releva nte  para atingir os ODS relacionados com Igualdade de Género, Redução das Desigualdades e Comunidades Sustentáveis.

    Cooperação e parcerias para o futuro sustentável
    As mutualidades entendem que a sustentabilidade não é um esforço individual, mas uma mobilização coletiva. Ao estabelecerem parcerias com entidades locais, governamentais e não-governamentais, multiplicam o impacto das suas ações. Através destas colaborações, contribuem significativamente para os ODS associados a Parcerias para a Realização dos Objetivos.

    O Futuro sustentável é construído em comunidade
    Numa época em que enfrentamos desafios globais complexos, as mutualidades constituem-se pilares fundamentais para a realização dos ODS da ONU. Ao promoverem uma abordagem centrada nas comunidades, estas organizações estão a prestar o seu contributo para a construção de um futuro mais sustentável e equitativo para todos. O compromisso das mutualidades com os ODS é um testemunho vivo do seu propósito e impacto positivo na sociedade.

  • Revisão do CCT das Mutualidades e outras notícias

    Revisão do CCT das Mutualidades e outras notícias

    O acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades, celebrado entre a União das Mutualidades Portuguesas (UMP), a Federação Nacional da Educação (FNE) e 16 outros sindicatos da UGT, “assegura condições laborais justas para os trabalhadores e condições sustentáveis para as mutualidades”. Nas intervenções que antecederam a formalização do acordo, o Presidente da UMP, Luís Alberto Silva, sublinhou que a revisão desta convenção coletiva está alinhada pelos objetivos da agenda para o trabalho digno, ao “valorizar o trabalho, criar condições atrativas para a entrada de jovens nas mutualidades, proporcionar um ambiente que retenha talento e, acima de tudo, ao reconhecer o compromisso exemplar dos trabalhadores com a missão e valores das associações mutualistas”. Leia a notícia na íntegra, AQUI.

    A União das Mutualidades Portuguesas vai promover, sexta-feira, dia 15 de março, pelas 10h00, no Zoom, um webinar onde vai apresentar as principais alterações decorrentes da revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades, celebrado na última semana com a Federação Nacional da Educação (FNE) e outros 16 sindicatos da UGT. Este webinar será dinamizado pelo Gabinete Jurídico da UMP, através do Dr. Paulo Teixeira, e dirige-se às associações mutualistas. A participação é gratuita, no entanto sujeita a inscrição prévia, mediante preenchimento do formulário disponibilizado AQUI.

    A União das Mutualidades Portuguesas evocou o Dia Internacional da Mulher, oferecendo, simbolicamente, uma flor a cada uma das mulheres presentes na cerimónia pública de assinatura do acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho das Mutualidades. 
    O Presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, dedicou uma parte da sua intervenção nesta cerimónia, a evocar as conquistas das mulheres ao longo dos anos e destacar a importância de “prosseguirmos o caminho rumo à igualdade de género”. Saiba mais AQUI

    Leia a Newsletter da União das Mutualidades Portuguesas na íntegra, AQUI.