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  • Casa cheia em Gondomar no encerramento das Jornadas Mutualistas Regionais

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    A União das Mutualidades Portuguesas promoveu esta sexta-feira (29 de setembro) a segunda edição das Jornadas Mutualistas Regionais 2017, na cidade de Gondomar, nas instalações da AMUT – Associação Mutualista. O evento reuniu cerca de 50 dirigentes, técnicos e colaboradores de Mutualidades de diversos pontos do país e ficou ainda marcado pela entrega da Chama Mutualista, um símbolo da coesão e vitalidade do Movimento Mutualista português.

    Mantendo uma política de proximidade e descentralização das suas ações, a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) dividiu a segunda edição das Jornadas Mutualistas Regionais entre Alcácer do Sal (no passado dia 25 de setembro) e Gondomar (29 de setembro). A cidade gondomarense marcou o encerramento deste evento que pretende analisar e discutir temáticas pertinentes para a atividade das Mutualidades, com um programa que incluía as medidas de apoio ao emprego do IEFP, os protocolos que a UMP tem em vigor com diferentes entidades, e também a legislação laboral aplicável às Associações Mutualistas.

    Depois das intervenções dos técnicos da União das Mutualidades Portuguesas, o presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, assumiu a palavra na sessão de encerramento, fazendo um balanço positivo desta segunda edição das JMR’17. “Apesar das Jornadas terem sempre um caráter mais técnico, consideramos que é muito importante o envolvimento de todas as Associações Mutualistas nestes eventos, não apenas dos seus técnicos e dirigentes mas também de todos os funcionários, que devem adquirir conhecimentos e competências e participar ativamente nesta discussão. Ficámos muito satisfeitos pela forma como a AMUT nos recebeu – trata-se de uma das mais recentes associadas da UMP e também quisemos que este evento servisse para fomentar a divulgação desta instituição, das suas pessoas, das suas instalações e da sua atividade”, afirmou Luís Alberto Silva.

    Ângela Pereira, presidente da Direção da AMUT – Associação Mutualista, também destacou as JMR’17 como um momento importante para a associação dos trabalhadores da Câmara Municipal de Gondomar. “Quando soubemos que teríamos tanta gente neste evento ainda pensámos se conseguiríamos receber todas as pessoas nas nossas instalações. Mas fizemos um esforço para que as Jornadas fossem aqui, na AMUT, e no final ficámos muito felizes por podermos dar o nosso contributo para o fortalecimento do Movimento Mutualista”, sublinhou Ângela Pereira. No final do evento, a presidente da AMUT também recebeu a Chama Mutualista das mãos de José Miguel Gomes, presidente da Direção da Associação Mutualista de Arcozelo. A Chama Mutualista é um objeto luminoso que percorre um roteiro pelas Associações Mutualistas portuguesas, fomentando o contacto e partilha de experiências entre Mutualidades de diferentes áreas geográficas. “Pessoalmente, considero que é um símbolo muito bonito e que, através da luz, representa a vitalidade e união do Movimento. Só tenho pena que fique apenas alguns dias aqui na AMUT”, afirmou Ângela Pereira, aludindo ao facto de a Chama Mutualista transitar na próxima semana para a Familiar de Grijó – Associação Mutualista.

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  • O Porvir da Família Telégrafo Postal é a mais recente Associada da UMP

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    A família da União das Mutualidades Portuguesas continua a crescer. Depois da AMUT – Associação Mutualista de Gondomar, é agora a vez d’ O Porvir da Família Telégrafo Postal – Associação Mutualista se juntar à UMP. A instituição, sedeada no Palácio dos Aboim, em Lisboa, recebeu esta quinta-feira (28 de setembro) a visita do presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, que se reuniu com o presidente da Direção d’O Porvir, António Soares.

    O Porvir da Família Telégrafo Postal foi fundado a 1 de Julho de 1923, com aprovação na Assembleia Geral de 15 de Setembro de 1925, e é, pode ler-se no seu website, “fundamentalmente uma associação de socorros mútuos vocacionada para a lutuosa. (…) Foi criado em momento social crítico, com carências económicas de várias espécies, entre elas a da falta de previdência e segurança sociais, crises politicas constantes, etc. O Porvir foi idealizado por um grupo de funcionários dos Correios e Telégrafos, com destaque para o protagonismo do Dr. José Magalhães e Meneses, 3.º Oficial e estudante de medicina, os quais na “arrancada” conseguiram mais de 5.000 assinaturas de adesão, sendo esses sócios considerados como os fundadores”, refere o site www.oporvir.pt.

    A recente filiação d’O Porvir na União das Mutualidades Portuguesas é mais um passo na expansão, afirmação e coesão do Movimento Mutualista português.

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  • Jornadas Mutualistas Regionais arrancaram em Alcácer do Sal

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    A segunda edição das Jornadas Mutualistas Regionais 2017 arrancou esta segunda-feira, nas instalações da Associação Alcacerense de Socorros Mútuos. Uma sessão produtiva e que permitiu às Mutualidades abordarem temas como a legislação laboral, medidas de apoio ao emprego e protocolos celebrados com diferentes entidades.

    Depois da primeira edição realizada em maio, em Coimbra, as Jornadas Mutualistas Regionais iniciaram esta segunda-feira a sua segunda edição de 2017, numa iniciativa da União das Mutualidades Portuguesas. O evento, realizado em Alcácer do Sal, reuniu dirigentes, técnicos e colaboradores de Associações Mutualistas da zona sul do país, com um programa que incluía três temas principais: protocolos de cooperação, que conferem vantagens às Associadas da UMP, medidas de apoio ao emprego promovidas pelo IEFP, e legislação laboral aplicável às Associações Mutualistas.
    A interação entre os participantes permitiu esclarecer dúvidas e fomentar a discussão sobre os temas em questão, numa dinâmica de proximidade e de partilha de experiências entre o Movimento Mutualista.

    Luís Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, participou no evento e destacou a dinâmica positiva destas Jornadas Mutualistas Regionais.
    “As Associações Mutualistas que estiveram presentes mostraram-se agradadas com a iniciativa. Foram colocadas várias questões que enriqueceram as Jornadas, inclusive sobre temas que já tinham sido abordados anteriormente mas que entretanto foram sendo alvo de atualizações e alterações. Por exemplo, o tema da legislação laboral aplicável às Mutualidades tenta precaver penalizações e promover uma relação transparente e positiva entre os trabalhadores e as Associações Mutualistas. O Conselho de Administração da UMP defende que esta envolvência entre dirigentes, técnicos e colaboradores das Mutualidades é fundamental para o desenvolvimento e coesão do Movimento Mutualista. Foi a primeira vez que a UMP realizou um evento em Alcácer do Sal, situação que nos deixou muito honrados. Fomos recebidos de forma muito amistosa pela Associação Alcacerense”, referiu Luís Alberto Silva, pouco depois da sua intervenção que encerrou o evento.

    Laura Quintas, membro da Direção da Associação Alcacerense de Socorros Mútuos, anfitriã deste evento, sublinhou que a sessão “foi muito útil e gostei particularmente da apresentação da Dra. Carmen Miranda sobre o tema da legislação laboral, onde falámos de aspetos práticos para os funcionários como contratos, diuturnidades, etc. Todos participaram e penso que correu muito bem. A intervenção do Dr. Luís Alberto Silva também é sempre muito tranquilizadora para as Associações Mutualistas. Tivemos muito gosto em receber as Jornadas Mutualistas Regionais”, concluiu.

    Depois do ‘arranque’ em Alcácer do Sal, a segunda edição das Jornadas Mutualistas Regionais prossegue na próxima sexta-feira, em Gondomar, nas instalações da AMUT – Associação Mutualista.

     

  • Newsletter n.º 34 | 22 de setembro de 2017

    Já está disponível a Newsletter nº 34 da União das Mutualidades Portuguesas, agora num novo e apelativo formato. Clique na imagem para visualizar.

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  • CNES debateu estratégia para futuro quadro de apoios à Economia Social

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    O Conselho Nacional para a Economia Social (CNES) reuniu esta sexta-feira (22 de setembro) numa sessão plenária no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa. A sessão serviu para analisar o posicionamento estratégico do setor da Economia Social face aos futuros quadros comunitários de apoio, numa discussão que o Governo quer realizar, segundo refere a convocatória da reunião, “de uma forma abrangente, envolvendo os mais variados atores económicos e sociais”.

    O próximo período de programação de fundos europeus sucederá ao Programa Portugal 2020 e o objetivo do CNES é que os futuros instrumentos de apoio tenham uma intervenção efetiva junto das entidades da Economia Social.

    A União das Mutualidades Portuguesas, como membro efetivo do CNES, esteve representada na reunião pelo presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, e pela vice-presidente, Jani Salomé. “É fundamental a participação das entidades da Economia Social na definição da estratégia nacional para o próximo quadro de apoio comunitário Portugal 2030”, referiu Luís Alberto Silva à margem de uma reunião onde também esteve o primeiro-ministro português, António Costa, assim como outros membros do Governo, representantes de entidades da Economia Social e diferentes personalidades do setor. “Trata-se de uma discussão exigente e as entidades da Economia Social são capazes de dar um contributo muito significativo pois são conhecedoras das necessidades da sociedade civil e das respostas e atuações que se deverão adotar face às novas problemáticas, novas áreas de atuação e novas políticas da União Europeia”, concluiu o responsável da UMP.

     

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  • Conselho Nacional para a Economia Social reúne hoje em Lisboa

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    O Conselho Nacional para a Economia Social reúne esta sexta-feira (22 de setembro) numa sessão plenária no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa. A convocatória para a reunião, solicitada pelo Governo português, refere que “a reflexão estratégica sobre o futuro de Portugal no médio e longo prazo é um exercício da maior importância, que o Governo quer realizar de forma abrangente, envolvendo os mais variados atores económicos e sociais.

    “É intenção do Governo que nesta discussão se reflita sobre os grandes objetivos para o país, para os quais as políticas públicas se deverão orientar, o que necessariamente resultará também como linha orientadora para a preparação do próximo período de programação de fundos europeus, que deverá estar subordinada aos objetivos e opções que venham a ser definidos na estratégia para o país. Neste contexto, o Governo tem vindo a realizar um conjunto de audições públicas para discutir a Estratégia Nacional para o Portugal Pós 2020, na qual esta se insere”, refere a convocatória.

    Refira-se que a União das Mutualidades Portuguesas é membro efetivo do Conselho Nacional para a Economia Social, ao lado de outras entidades da Economia Social, do Governo e personalidades do setor.

  • A Beneficência Familiar organiza Campanha de Recolha Solidária

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    A Beneficência Familiar – Associação de Socorros Mútuos vai organizar uma recolha solidária de vestuário, calçado, livros, CDs e brinquedos, que poderão ser entregues na sede da instituição, no Porto (Rua Formosa n.º 325).

    A campanha decorre entre 2 de outubro e 7 de dezembro e osRECOLHA SOLIDÁRIA BENEFICÊNCIA FAMILIAR CARTAZ materiais recolhidos serão posteriormente doados, de acordo com as necessidades de associados d’A Beneficência Familiar que estejam em situação de carência.

    Mais informações pelo e-mail geral@abeneficencia.org ou pelo número 22 208 7520.

     

     

  • União das Mutualidades Portuguesas participou em reflexão sobre o setor no Fórum da Economia Social

    O Campus da Foz da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, recebeu na passada quarta-feira (20 de setembro) o III Fórum da Economia Social, promovido pela Unitate – Associação de Desenvolvimento da Economia Social, em parceria com a ATES-UCP – Área Transversal da Economia Social da Universidade Católica do Porto.

    Sob o tema “A Importância do Social na Economia”, o evento reuniu cerca de 150 pessoas, entre oradores, convidados e público em geral, que abordaram o contexto e os desafios atuais do setor da Economia Social. A União das Mutualidades Portuguesas foi uma das entidades convidadas para a sessão de abertura e esteve representada por Ana Silva, que na sua intervenção destacou a preponderância deste setor na sociedade portuguesa.

    “O setor da Economia Social é um dos pilares do modelo social português, designadamente no que respeita ao modelo de regulação das relações sociais e de construção de uma estratégia de proteção social. Mas é, também, um importante agente na criação de emprego, na criação de rendimento, um impulsionador da participação cívica, do conhecimento, da inovação, da iniciativa e coesão territorial”, enumerou Ana Silva.

    Recordando que “as respostas dadas pelas organizações que compõem o setor social nasceram de uma vocação e de uma tradição com séculos de existência”, a representante da UMP sublinhou que “Portugal, hoje, continua a enfrentar desafios na esfera social e económica que têm de ser assumidos, por todos, de forma permanente, e em crescendo. Citaria apenas alguns factos que, por necessitarem de respostas adequadas e urgentes, deveriam merecer a melhor atenção. Refiro, por exemplo, o acentuado envelhecimento da população, o desemprego, ou, ainda, as formas complementares de assegurar os rendimentos e o enquadramento de apoio na reforma. Um contexto onde torna imperioso assegurar a sobrevivência da mensagem mutualista e a atualidade dos seus valores e princípios”, concluiu.

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  • Os 120 anos da Associação Mutualista de Arcozelo

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    O passado sábado (16 de setembro) marcou a comemoração do 120º aniversário da Associação Mutualista de Arcozelo, numa celebração que juntou cerca de 320 pessoas.

    Na cerimónia, realizada na Quinta da Ribeira, em São Félix da Marinha, estiveram presentes, entre outros, o presidente do C.A. da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, a vereadora da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Elisa Cidade (em representação do presidente da Câmara Municipal, Eduardo Vítor Rodrigues), os presidentes das Juntas de Freguesia circunvizinhas à Associação Mutualista de Arcozelo, e diversos associados com mais de 50 anos de ligação à Associação, que foram homenageados durante o evento.

    O dia ficou também marcado pela entrega da Chama Mutualista a Arcozelo por parte da Associação de Socorros Mútuos S. Francisco de Assis de Anta, que albergou este símbolo da vitalidade e coesão do Movimento Mutualista durante as recentes comemorações do seu 112º aniversário.

    Depois de uma intervenção de Luís Alberto Silva, o presidente do C.A. da UMP trocou lembranças com José Miguel Gomes, presidente da direção da A.M. de Arcozelo, numa cerimónia que incluiu ainda o tradicional cântico de parabéns e bolo de aniversário.

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  • A.S.M. São Francisco de Assis de Anta celebra 112º aniversário e recebe Chama Mutualista

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    O dia 10 de setembro (domingo) foi particularmente festivo para a Associação de Socorros Mútuos S. Francisco de Assis de Anta. Nesse dia a instituição não só celebrou o seu 112º aniversário como também recebeu a Chama Mutualista, símbolo criado pela União das Mutualidades Portuguesas para representar a força e vitalidade do Movimento Mutualista.

    Na cerimónia de celebração do aniversário estiveram presentes, entre outros, o presidente da Câmara Municipal de Espinho, Pinto Moreira, a representante local do Instituto da Segurança Social, Paula Beleza, e o deputado Luís Montenegro, que se juntaram às comemorações.

    A União das Mutualidades Portuguesas esteve representada por José Almeida, membro do Conselho de Administração e que entregou a Chama Mutualista proveniente da Associação Mutualista de Moreira da Maia e Freguesias Circunvizinhas, que na passada semana também celebrou o seu 120º aniversário. Durante a cerimónia da Associação S. Francisco de Assis de Anta também foi lida uma mensagem endereçada pelo presidente do C.A. da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva.

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