Luís Alberto Silva, presidente do CA da UMP, foi um dos convidados pela Revista Impulso Positivo a partilhar a sua opinião relativamente à crise dos refugiados.
Leia o artigo na íntegra (página 13) da edição digital da Revista Impulso Positivo aqui.
Luís Alberto Silva, presidente do CA da UMP, foi um dos convidados pela Revista Impulso Positivo a partilhar a sua opinião relativamente à crise dos refugiados.
Leia o artigo na íntegra (página 13) da edição digital da Revista Impulso Positivo aqui.
Nesta quadra festiva, em que especialmente se celebra o espírito de união, fraternidade e solidariedade – princípios e valores tão próprios do Mutualismo – a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) deseja a todos um bom Natal e um próspero ano de 2016.

Depois do contributo essencial da UMP para Norma Portuguesa 4543:2015 – “Sistemas de Gestão de Respostas Sociais”, elaborada no âmbito da Comissão Técnica-186 – Respostas Sociais e Cuidados Continuados Integrados, a UMP preside à subcomissão 4 da mesma CT, que coloca a inquérito público a norma sobre “Sistemas de Gestão de Unidades de Cuidados Integrados de Internamento”, no dia 15 de dezembro.
Todos os contributos são essenciais.
Leia o projeto de norma aqui.

Exmos/as Senhores/as,
Os estudos pós-graduados são hoje parte fundamental da missão universitária.
É com grande satisfação que vimos informar que se encontram abertas, até ao próximo dia 8 de janeiro de 2016, as candidaturas de Acesso à Pós-Graduação em Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade para o ano letivo 2015/2016.
No âmbito do Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio, na categoria “Formação Pós-Graduada”, atribuído a esta Pós-Graduação em 2014 pela CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, os/as estudantes selecionados/as nesta Pós-Graduação e que não possuam “meios para autofinanciar a sua participação“ poderão candidatar-se a Bolsa de Estudo, no valor de 300,00€ cada, relativa ao montante da propina.
Em anexo enviamos material de divulgação, agradecendo, desde já, a divulgação da existência desta Pós-Graduação, junto de possíveis interessados, dentro da vossa instituição.
As candidaturas são feitas online. Poderá encontrar mais informações na página web da FEUC.
Se quiser obter algum esclarecimento adicional ou mais informações sobre o curso e o seu funcionamento, não deixe de contactar a Escola de Estudos Avançados da FEUC (eea@fe.uc.pt | Telef. +239 790 501/510).
Esperamos por si!
Agradecendo desde já toda a atenção prestada,
Saudações Académicas
No prosseguimento da linha de atuação de anos anteriores, o Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) irá disponibilizar às Instituições Particulares de Solidariedade Social, nomeadamente às Associações Mutualistas, os elementos de suporte para o efeito pretendido (username e password, para as entidades que aderirem à atualização via internet, e formulários em suporte de papel, para as restantes entidades), tendo em vista a atualização da informação da Rede de Serviços e Equipamentos, por referência a 31 de dezembro de 2015.
A Carta Social consubstancia-se num estudo de análise da dinâmica da Rede de Serviços e Equipamentos Sociais, pretendendo dar a conhecer as respostas sociais, no âmbito da ação social, tuteladas pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (é esta a designação do novo governo?), em funcionamento no Continente, a sua caracterização, localização territorial, equipamentos e entidades de suporte. A Carta Social é fundamental no planeamento e no apoio à tomada de decisão no âmbito da expansão da Rede, assim como um meio essencial de informação ao cidadão.
A União das Mutualidades Portuguesas agradece a colaboração e o contributo de todas as Associações Mutualistas.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) lançam um manual com linhas de orientação para a receção a refugiados intitulado – “Acolhimento de refugiados: alimentação e necessidades nutricionais em situações de emergência”.
Trata-se de um documento inovador a nível nacional, utilizando a evidência científica mais recente proveniente de organismos internacionais e útil para quem ajuda, tanto em Portugal e a nível Europeu, no acolhimento a refugiados.
A sua inovação relaciona-se também com o fato de ser construído tendo em conta os produtos alimentares existentes em Portugal e a nossa cultura alimentar mediterrânica. Pretende-se estabelecer um referencial para a intervenção nutricional e alimentar aos refugiados que chegam a Portugal produzido por uma equipa multidisciplinar que ao longo de meses integrou nutricionistas, dietistas, médicos, veterinários, psicólogos e especialistas em relações internacionais
Destina-se a todos que prestam apoio, quer a nível individual quer a nível institucional.
Consulte o manual aqui.

A União das Mutualidades Portuguesas, na pessoa do presidente do CA, Luís Alberto Silva, marcou presença na 188.ª Reunião Ordinária do Comité de Concertação Permanente (CCP) da CPLP, que teve lugar no dia 27 de novembro, na sede desta entidade.
O CCP é constituído por um representante de cada um dos Estados membros da CPLP e reúne-se no sentido de discutir e acompanhar as suas atividades. A UMP foi convidada a participar nesta reunião a fim de apresentar o Mutualismo e dar a conhecer os projetos da UMP, nomeadamente, ao nível da internacionalização do movimento.
Com efeito, no seguimento de diversos outros encontros com a CPLP e com vista a responder ao desafio lançado em 2013 pelo então Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, a UMP propõe a constituição de uma tipologia comum de Mutualismo no espaço da CPLP, ajustada às especificidades de cada país. A UMP mostrou-se, igualmente, disponível para partilhar know-how, articular sinergias e apoiar na criação de novas Mutualidades e no desenvolvimento das já existentes, com a implementação de novas modalidades de benefícios.
Entre os dias 18 e 20 de novembro, cerca de 150 participantes de 55 organizações de 22 países participaram na Assembleia da Association Internationale de la Mutualité (AIM), que se realizou em Lisboa. Discutiram-se vários assuntos de importância para as Mutualidades de todo o mundo, colocando o enfoque na diversidade de serviços de cada região, em especial ao nível da saúde. A questão dos serviços médicos para os refugiados colheu especial atenção durante a reunião sobre os assuntos europeus, tendo sido motivo de um intenso debate. “Os Estados-Membros da União Europeia devem conceder aos refugiados o acesso a cuidados de saúde primários e secundários em casos de doenças crónicas e agudas graves. Todos os refugiados devem poder ter um médico e obter prescrições para medicamentos necessários”, adianta o comunicado enviado pela Associação.
A AIM salientou também que estas pessoas devem poder contar com este apoio no acesso aos cuidados de saúde conforme descrito na Convenção sobre os Refugiados de 1951 e seu Protocolo de 1967.
A Assembleia-Geral da AIM foi um momento particularmente importante, com a discussão de assuntos internos à organização e a definição de novas metas para o ano de 2016.
No último dia deste evento, realizou- se o Seminário “Como tornar sustentável a provisão de produtos farmacêuticos de alta qualidade”, que contou com a participação de Rolf Stadié (presidente do Grupo de Trabalho de Farmacêuticos da AIM), Andreas Schiesser (Santésuisse), Gaelle Krikoria, Hélder Mota Filipe (vice-presidente do Infarmed) e Rui Santos Ivo (Presidente da Administração Central do Sistema de Saúde). Neste seminário, refletiu-se acerca do impacto de sistemas de saúde sustentáveis na economia dos países e de políticas que permitam a provisão sustentável de medicamentos.
Ao longo dos três dias, estiveram reunidos vários grupos de trabalho – regiões da América Latina, África e Médio Oriente e Comité dos Assuntos Europeus – no sentido de discutirem questões relevantes para o Mutualismo em todo o mundo. Em paralelo, realizou-se a reunião do Presidium da AIM, no qual a UMP tem assento.