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  • UMP aprova Programa de Ação e Orçamento para 2026

    UMP aprova Programa de Ação e Orçamento para 2026

    A Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) aprovou, por maioria e com apenas uma abstenção, o Programa de Ação e Orçamento para 2026, na sessão realizada esta sexta-feira, 14 de novembro, no auditório d’A Mutualidade de Santa Maria, em Esmoriz.

    O Programa de Ação e Orçamento agora validado projeta uma UMP mais influente, mais sólida e ainda mais próxima das associações mutualistas e das suas comunidades. Apresentado pelo presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, o documento organiza-se em cinco eixos estratégicos que reforçam a intervenção institucional, a capacitação, a proteção social, a inovação e a comunicação, orientando a atuação da UMP num momento decisivo para o mutualismo português.

    O primeiro eixo aponta para o reforço da influência institucional, com o objetivo de intensificar a intervenção política e técnica junto do Governo e parceiros da economia social, consolidando também a presença da UMP em órgãos nacionais e internacionais. Este caminho prepara igualmente a presidência portuguesa da União Mundial de Mutualidades (2027-2029) e reforça a liderança em redes como a Organização Internacional da Economia Social e em projetos europeus.

    O segundo e terceiro eixos centram-se no fortalecimento das associações mutualistas e na expansão da proteção social. Entre as prioridades estão programas de formação e capacitação técnica, o apoio especializado da UMP e parcerias com o ensino superior. Na área social, destacam-se o desenvolvimento do Serviço Mutualista de Saúde, o estudo e lançamento de novas modalidades mutualistas e o incentivo à criação e ampliação de respostas sociais para infância, idosos e habitação acessível, bem como iniciativas de literacia em saúde e bem-estar.

    A inovação, sustentabilidade e comunicação completam os eixos estratégicos para 2026. A UMP pretende ultimar os projetos de arquitetura e especialidades do futuro Centro de Recursos Mutualistas, lançar novos projetos-piloto, avançar na transição digital e promover práticas de sustentabilidade e inclusão. No plano comunicacional, está previsto o reforço dos grandes eventos da UMP, uma presença digital mais consistente e a produção de estudos, publicações e investigações que valorizem o papel do mutualismo.

  • Rastreio de saúde oral do Legado Operário em Évora

    Rastreio de saúde oral do Legado Operário em Évora

    O Legado Operário de Évora, associação mutualista com quase um século de história ao serviço de comunidade, promove esta quinta-feira, 13 de Novembro, um rastreio gratuito de saúde oral, na Clínica S. João de Deus, unidade clínica da instituição.

    A iniciativa integra a estratégia do Serviço de Medicina Dentária da Clínica e tem como objectivo sensibilizar a população para a importância da prevenção e dos bons hábitos de saúde oral. As vagas esgotaram em poucos dias com dezenas de pessoas interessadas em participar nesta acção, que se destina aos associados e à comunidade local.

    O Director Clínico do Legado Operário, Dr. João Miguel Costa, sublinha que “esta é uma oportunidade para valorizar a medicina dentária preventiva e sensibilizar as pessoas para a importância dos cuidados de saúde oral, que podem fazer a diferença nas suas vidas”.

    O rastreio inclui uma breve observação clínica, aconselhamento individual e recomendações de cuidados orais. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

    Fundado em 1927, o Legado Operário de Évora é uma associação mutualista sem fins lucrativos dedicada à protecção social, saúde e bem-estar dos seus associados. Com quase 100 anos de história, mantém viva a missão de cuidar das pessoas, criar laços e construir relações entre gerações.

    Na imagem, o “Dentinho” que andou nas ruas de Évora a anunciar a iniciativa.

  • Webinar financeiro UMP realiza-se a 21 de novembro

    Webinar financeiro UMP realiza-se a 21 de novembro

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) promove no próximo dia 21 de novembro, às 10h00, um Webinar Financeiro dedicado ao tema “Estudo de Viabilidade Económica nas Modalidades Associativas de Saúde das Associações Mutualistas”. O encontro será realizado na plataforma Zoom e destina-se a dirigentes, técnicos e colaboradores das associações filiadas.

    O webinar tem como objetivos principais: compreender o enquadramento legal do estudo de viabilidade económica; identificar os elementos obrigatórios e as boas práticas na sua elaboração e promover a sustentabilidade e a transparência das associações mutualistas, reforçando a gestão responsável e estratégica das modalidades de saúde.

    Esta iniciativa integra o programa regular de webinars da UMP, que abrange diversas áreas de gestão das associações mutualistas, incluindo financeira, jurídica, comunicação e projetos. A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

    Os webinars da UMP são uma oportunidade para fortalecer conhecimentos, partilhar experiências e consolidar boas práticas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do movimento mutualista em Portugal.
    Inscrições e informações AQUI.

  • Mutualista da Covilhã distinguida com o Prémio Caixa Social 2025

    Mutualista da Covilhã distinguida com o Prémio Caixa Social 2025

    A Mutualista da Covilhã foi esta segunda-feira, dia 27 de outubro, distinguida com o Prémio Caixa Social 2025, promovido pela Caixa Geral de Depósito (CGD), pelo projeto “Saúde Conectada – Literacia Digital para um Acesso Simples à Saúde”. O anúncio foi feito ao final da tarde numa cerimónia que decorreu no Pequeno Auditório da Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest, em Lisboa.

    O projeto “Saúde Conectada”, a executar ao longo de um ano e a implementar já a partir de novembro, propõe uma resposta inovadora para combater o fosso digital no acesso à saúde através da capacitação direta de pessoas com baixa literacia digital ou dificuldades no acesso a tecnologia, sobretudo seniores, migrantes e residentes em zonas rurais do concelho da Covilhã. O objetivo é o uso autónomo e seguro de ferramentas como o SNS24, apps de saúde ou plataformas de marcação de consultas online. A intervenção prevê oficinas práticas com diferentes grupos vulneráveis em várias zonas do concelho e em conjunto com vários parceiros.

    “Este prémio reconhece o trabalho de proximidade que desenvolvemos diariamente com as comunidades mais vulneráveis e encoraja-nos a apostar na inclusão digital como ferramenta de promoção da saúde e da cidadania”, destaca Nelson Silva, Presidente da Mutualista da Covilhã.

    “É uma distinção que ganha especial significado porque este é um projeto que é transversal à intervenção que a instituição já desenvolve exatamente nestas três áreas, que são a Terceira Idade, as Migrações e a Saúde de proximidade e com respostas como a Unidade Móvel de Saúde, presente em 21 localidades, ou o Viv’Aldeia – Saúde, Vida e Comunidade” – com ação em 9 aldeias e financiada pelo Portugal 2030 através das Parcerias para a Inovação Social e o Município da Covilhã como investidor social –, acrescenta Nelson Silva.

    Aquela que foi a 7ª edição dos Prémios Caixa Social avaliou 286 candidaturas de entidades do Terceiro Setor, oriundas de todo o país. Ao todo, foram premiados 44 projetos, dos quais 21 na área da Inclusão Social e Solidariedade, 17 na área da Formação e Capacitação e 6 na área da Prevenção e Cuidados de Saúde, categoria onde se insere o projeto da Mutualista da Covilhã. O montante global atribuído ascende a 1 milhão de euros.

    A escolha dos projetos vencedores ficou a cargo de um júri independente presidido por António Farinha Morais (Presidente do Conselho de Administração da CGD) e composto por Filipe Almeida (Portugal Inovação Social), Filipe Santos (Universidade Católica Portuguesa), Isabel Mota (Fundação Calouste Gulbenkian) e Maria Marín (Administradora não executiva da CGD).

    Esta foi a segunda vez que a associação venceu os Prémios Caixa Social. A primeira foi em 2021. O Prémio Caixa Social 2025 constitui o 24º prémio ganho pela associação desde 2013.

  • ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA – CONVOCATÓRIA

    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA – CONVOCATÓRIA

    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    CONVOCATÓRIA

     

    Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea h) do artigo 15.º, da alínea c) do n.º 1 do artigo 17.º e do artigo 19.º dos Estatutos desta União, convocam-se as Associadas da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) para reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar no próximo dia 14 de novembro de 2025, às 09h30, no Auditório de A Mutualidade de Santa Maria – Associação Mutualista, sito na Avenida 29 de Março, n.º 652, 3885-518 Esmoriz, concelho de Ovar, distrito de Aveiro, com a seguinte ordem de trabalhos:

    1. Apreciação, discussão e votação do Programa de Ação e Orçamento para 2026, o qual vai acompanhado do respetivo Parecer do Conselho Fiscal.
    2. Discussão de outros assuntos de interesse.

    Nos termos do número 5 do artigo 19.º dos Estatutos da UMP, a Assembleia Geral reúne à hora marcada na convocatória, se estiverem presentes mais de metade dos Associados com direito de voto, ou meia hora depois de qualquer número de Associadas.

    Os documentos aludidos na presente convocatória estão, desde esta data, disponíveis para consulta na Sede da União das Mutualidades Portuguesas e publicados no sítio da Internet, em www.mutualismo.pt, e foram enviados por correio eletrónico para todas as Associadas nesta mesma data.

    Esmoriz, 28 de outubro de 2025

     

    A Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

    Carla Sofia Oliveira Silva

     

     

    NOTA: Chama-se à especial atenção das Associadas para a Informação seguinte

    Informação:

    A Mesa da Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas chama à especial atenção dos Excelentíssimos Associados para as seguintes disposições Estatutárias e Regulamentares, relacionadas com a composição e funcionamento da Assembleia Geral:

    1º – Nos termos do número 3, do artigo 7º dos Estatutos da UMP, “As quotas consideram-se vencidas no primeiro dia dos meses a que digam respeito e são pagas antecipadamente, trimestralmente, semestralmente ou anualmente”. Por outro lado, nos termos do número 5 do artigo 9º dos Estatutos da UMP, “Os associados efetivos e participantes só poderão exercer os seus direitos se tiverem em dia as quotas”.

    2º – Nos termos do artigo 2º e 5º do Regulamento de Funcionamento de Assembleia Geral da UMP:

    Artigo 2º

    (Composição)

    1. As Assembleias Gerais são realizadas de forma presencial sendo, contudo, permitido o recurso em simultâneo a meios telemáticos, desde que se encontrem assegurados os respetivos meios, a autenticidade das declarações e a segurança das comunicações.
    2. A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados efetivos que estejam no pleno gozo dos seus direitos associativos, isto é, que tenham sido admitidos há mais de doze meses, tenham as quotizações pagas e em dia e não estejam suspensos nos termos dos Estatutos.
    3. Os Associados participantes, desde que tenham as suas quotizações pagas e em dia e não estejam suspensos nos termos dos Estatutos, podem participar nas reuniões da Assembleia Geral, mas sem direito a voto.
    4. Os Associados beneméritos e honorários podem participar nas reuniões da Assembleia Geral, mas sem direito a voto.
    5. Os Associados efetivos e participantes que não estejam no pleno gozo dos seus direitos associativos apenas podem assistir às Assembleias Gerais.”

     

    Artigo 5.º

    (Representação)

     

    1. Os Associados participam na Assembleia Geral da UMP, em princípio, através de representante pessoa singular que seja titular efetivo da respetiva Direção/Conselho de Administração, devendo este ser portador de carta-mandato para esse efeito, salvo se a UMP possua no seu dossier de apoio às Assembleias Gerais cópia dos documentos referidos no artigo anterior, bastando a esse representante identificar-se através de documento idóneo, para nela poder participar e, se permitido, votar.
    2. Os Associados podem, igualmente, participar na Assembleia Geral através de qualquer outra pessoa singular desde que a mesma apresente, no dia da Assembleia Geral, carta-mandato dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
    3. Os Associados efetivos podem, nos termos previstos nos Estatutos, fazerem-se representar por outros Associados efetivos, devendo o Associado Mandatário ser portador de carta-mandato do Associado mandante, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregue no dia da Assembleia Geral.
    4. As cartas-mandato referidas nos números anteriores devem, cumulativamente:
      a)    Identificar o Associado mandante e a pessoa singular sua representante ou o Associado mandatário;
      b)    Indicar se se destinam a uma Assembleia Geral em concreto ou às Assembleias Gerais, ordinárias e/ou extraordinárias, que venham a realizar-se dentro de um período temporal determinado;
      c)    A extensão dos poderes de representação que são conferidos pelo Associado mandante ao seu representante pessoa singular ou ao Associado mandatário;
      d)    Ser assinadas por quem estatutariamente obriga a Associação e com as assinaturas reconhecidas nos termos da lei, na qualidade e com poderes para esse ato, salvo se a UMP possua no seu dossier de apoio às Assembleias Gerais cópia dos documentos referidos no anterior artigo 4.º deste RFAG, caso em que o reconhecimento das assinaturas não será necessário.
    5. Na mesma sessão da Assembleia Geral, nenhum Associado efetivo pode, para além de si próprio, representar mais que um Associado efetivo e nenhuma pessoa singular pode ser representante de mais do que dois Associados.
    6. É permitida a inscrição de qualquer Associado para assistir, participar e, se permitido, votar na Assembleia Geral até ao encerramento da sessão, seja em primeira sessão ou em qualquer um dos seus prolongamentos.
    7. No caso em que Assembleia funcione em mais de uma sessão, a inscrição/acreditação dos Associados far-se-á apenas uma vez e em qualquer uma das sessões podendo, todavia, os Associados alterar os seus representantes.

     

    Anexos

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  • Dirigentes reforçam rede e inovação no movimento mutualista

    Dirigentes reforçam rede e inovação no movimento mutualista

    “É unindo forças, trabalhando em rede, criando sinergias, partilhando conhecimento e cooperando, em vez de trabalhar apenas nas nossas conchas, que o mutualismo jamais morrerá.”
    Foi com estas palavras que o presidente da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, abriu o XIV Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas, que reuniu dezenas de dirigentes e representantes de mutualidades de todo o país na Casa da Mutualidade, em Coimbra.

    O dirigente sublinhou que o encontro representa “uma oportunidade para partilhar experiências, aprender, inspirar e projetar o futuro”, num contexto que considera particularmente desafiante: o envelhecimento populacional, as desigualdades no acesso à saúde, as pressões sobre a proteção social e o aumento do isolamento e da solidão.

    “É precisamente nestes cenários que o mutualismo se torna indispensável, oferecendo soluções humanistas e solidárias”, afirmou, defendendo uma atitude mais proativa do setor: “Temos de ser humildes e reconhecer que nem sempre estivemos suficientemente presentes ou ativos, e em muitos momentos esperámos em vez de agir. Com este evento queremos dar um sinal de que começamos a mudar essa narrativa e a assumir o protagonismo que nos cabe.”

    Luís Alberto Silva recordou ainda que o mutualismo “é a mais antiga escola de solidariedade organizada”, representando instituições com séculos de história que “resistiram a pandemias, guerras, crises económicas e políticas”.

    “Somos empreendedores sociais natos. Onde outros veem problemas, os mutualistas criam soluções. Não somos seguidores: somos atores, protagonistas, visionários”, concluiu o presidente da UMP, citando Cícero Galvão, que já afirmava que “o mutualismo não morreu nem morrerá”.

    A importância da cooperação foi também reforçada por António Martins de Oliveira, presidente do conselho de administração d’A Previdência Portuguesa, que deixou um aviso claro: “Se nada for feito, parte do movimento mutualista vai ficar pelo caminho.”

    “Ou trabalhamos em conjunto e em rede, ou vamos enfrentar graves obstáculos que ditarão o fim das mutualidades. Temos de criar sinergias, envolver os jovens e divulgar o espírito mutualista, que é social, não político”, defendeu.

     

    Mutualidades em Ação:
    experiências e inovação no terreno

    O painel “Mutualidades em Ação: Experiências, Desafios e Oportunidades” trouxe ao XIV Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas exemplos inspiradores de mutualidades que inovam em diversas áreas — da saúde à educação, da proteção social à inclusão.

    Alexandre Lopes, presidente da Associação de Socorros Mútuos de São Mamede de Infesta, relatou a transformação estratégica da instituição após recuar numa candidatura ao PRR à construção da uma Unidade de Cuidados Continuados: “Foi um passo atrás para dar dois em frente”, projetando, agora, uma nova unidade de medicina de reabilitação física, orçada em cerca de 4 milhões de euros. A aposta feita nos últimos anos nesta especialidade fez a faturação da Climutua crescer de 1 milhão para 2,3 milhões de euros, ampliando o atendimento de 200 para 800 utentes diários.

    Armanda Pereira, presidente da Associação de Socorros Mútuos Freamundense, partilhou o caminho de recuperação financeira da instituição, que aumentou a capacidade de creche (de 42 para 138 lugares, adaptando salas de pré-escolar e outros espaços do seu centro infantil) e modernizou e equipou de novo as suas infraestruturas (revestimento do edifício a capoto, substituição de caixilharia, renovação da lavandaria, cozinha e outros espaços) com recurso a fundos do PRR. “As dificuldades também nos movem”, afirmou, salientando que o investimento de mais de 100 mil euros foi feito sem recurso à banca.

    Da Mutualidade de Santa Maria, Luís Miranda destacou o papel pioneiro da instituição na formação profissional e inclusão de imigrantes. Com mais de 45 mil horas de formação anuais e 750 formandos por ano, a mutualidade já apoiou 228 cidadãos estrangeiros e, através do seu Centro Qualifica, contribuiu para o reconhecimento de competências de mais de 2.200 pessoas. O futuro da instituição passa pela criação de respostas aos idosos e pelo serviço online na sua farmácia social.

    Já Nelson Silva, presidente da Mutualista da Covilhã, trouxe o exemplo de uma mutualidade do interior que se tem reinventado e conquistado 22 prémios nacionais, “com foco na solução e não nos problemas”. Entre os projetos em curso, destacou, na área da saúde, iniciativas em telemedicina e medicina preventiva, na habitação a construção de 35 apartamentos, sem barreiras arquitetónicas e com serviços de apoio domiciliário associados, além da aposta nas migrações como via para garantir sustentabilidade (recursos humanos) e rejuvenescimento da base associativa (dois terços dos novos associados são imigrantes com menos de 50 anos) e nos regimes complementares de segurança social, fruto da sua ligação à Mutuália. “Não podemos ter medo de inovar, de fazer diferente”, foi uma das mensagens que deixou no evento.

    No encerramento do encontro, o vice-presidente da UMP, Luís Cristina de Barros, sintetizou o espírito das intervenções: “Ficou absolutamente claro que o mutualismo cresce quando decide fazer, investir e inovar e quando não se resigna perante as dificuldades”. E deixou o compromisso da UMP em ajudar as associações mutualistas nesses desafios.

    Confira a reportagem fotográfica do XIV Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas AQUI.