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  • Primeiro-ministro recebe cumprimentos oficiais da UMP

    webPMA União das Mutualidades Portuguesas (UMP) apresentou-se hoje na Residência Oficial do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, para apresentar os primeiros cumprimentos oficiais.

    Os órgãos associativos da UMP recentemente eleitos para o triénio 2015-2017 fizeram-se representar pelo Presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Luís Costa, pela Presidente do Conselho Fiscal, Lícinia Martins, e pela Vice-presidente Norte do Conselho de Administração, Jani Silva.

    Os representantes da UMP aproveitaram o momento para transmitirem ao Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, à Assessora para os Assuntos Sociais, Eva Cabral e ao Chefe de Gabinete, Gilberto Jerónimo, os constrangimentos e expectativas do Movimento Mutualista, nas diversas áreas de atuação tuteladas pelos ministérios: da Solidariedade, Emprego e Segurança Social; da Saúde; da Economia; das Finanças; da Educação e Ciência; do Desenvolvimento Regional; da Agricultura e do Mar; dos Negócios Estrangeiros e da Justiça.

  • Luís Alberto Silva reeleito como Presidente da União das Mutualidades Portuguesas

    Realizou-se hoje, nas instalações da “Casa da Mutualidade” da Previdência Portuguesa – Associação Mutualista, em Coimbra, a Assembleia Geral Ordinária para a Eleição dos Órgãos Associativos da União das Mutualidades Portuguesas para o triénio 2015-2017 tendo saído vencedora a Lista A, com 41 votos, (61,2%). A Lista B obteve 25 votos, tendo-se verificado 1 voto nulo. De um total de 76 associadas, votaram 70 e verificaram-se 67 votos válidos.

    Na sequência da homologação dos resultados, a Presidente cessante da Mesa da Assembleia Geral deu posse, com efeito a partir do próximo dia 1 de janeiro, aos novos órgãos associativos. O Conselho de Administração é presidido pela Associação “A Familiar de Grijó – Associação Mutualista”, representada por Luís Alberto Silva.  

    Luís Alberto Silva manifestou grande satisfação pela sua reeleição e aproveitou para “agradecer aos Mutualistas que nos confiaram o seu voto, reafirmando o nosso compromisso em cumprir, de forma rigorosa, o programa que nos propusemos concretizar durante o próximo triénio.”

    Reforçou, ainda, o compromisso de que “no cumprimento do nosso Programa de Ação estaremos permanentemente ao lado das Associadas, numa relação aberta e franca, procurando contribuir, com o nosso empenho e capacidade e com a competência dos serviços da UMP, para as soluções mais adequadas aos problemas que se apresentem nesse caminho de afirmação do Mutualismo e das Mutualidades”.

     

    Lista dos Órgãos Associativos que compõem a Lista A

     Mesa da Assembleia Geral

    – A Mutualidade de Santa Maria – Associação Mutualista – Luís Filipe Coelho Oliveira Costa

    – Montepio Comercial e Industrial – ASM – Carlos Saul Duarte Gonçalves de Oliveira

    – Associação de Socorros Mútuos e Fúnebre do Concelho de Valongo – Manuel Gerardo  Monteiro Dias

     

    Conselho de Administração

    A Familiar de Grijó – Associação Mutualista – Luís Alberto de Sá e Silva

    – A Familiar – ASM da Póvoa de Varzim – Jani Salomé Marques Silva

    – ASM “Mutualista Covilhanense” – Nelson António Mendes da Silva

    – ASM Setubalense – Fernando Jorge de Oliveira Paulino

    – ASM Montepio Grandolense – António Pereira Gonçalves

    ASM Fraternal dos Artistas Vilafranquenses – José Vicente Costa de Carvalho

    – ASM dos Artistas de Bragança – José Santos Almeida

     

    Conselho Fiscal 

    – A Previdência Familiar do Porto ASM – Licínia de Paula Monteiro Pereira Martins

    – ASM 1º de Dezembro – Jorge Carlos da Conceição Cordeiro

    – ASM “Restauradora” de Avintes – António Fernando da Silva Sousa

  • Feliz Natal e um Próspero Ano Novo

    O Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas deseja um Feliz Natal e um Próspero Ano de 2015, fazendo votos para que conjuntamente continuemos a defender os interesses do Movimento Mutualista e a promover a importância do Mutualismo na Sociedade e no mundo.

    UMP PostalNatal2014

  • Primeiro-Ministro renova Protocolo de Cooperação com o Setor Social Solidário

    Na presença do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, o Presidente da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, renovou hoje, pela terceira vez, o Protocolo de Cooperação para o Setor Social Solidário, celebrado pelos Ministérios da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social com as Mutualidades, Misericórdias e Instituições de Solidariedade Social.

    A assinatura deste Protocolo, que decorreu na residência oficial do Primeiro-Ministro, reforça o reconhecimento da importância social e económica das instituições de solidariedade como parceiras do Estado, na repartição de obrigações e responsabilidades para a prestação de um melhor e mais completo serviço à comunidade.

    Paulo Macedo, Ministro da Saúde, considera que “o Protocolo é importante e oportuno. Mais do que preocuparmo-nos com o futuro, estamos hoje a estruturar o futuro. O presente compromisso de cooperação visa estender e reforçar a visão de uma parceria público-social, contribuindo para o desenvolvimento de novos modelos de respostas sociais em Portugal, nos quais a Saúde se destaca”.

    Quanto ao Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, afirmou que “temos todo o interesse em coordenar as atividades com o Setor Social e Solidário e da simples coordenação resulta o melhor serviço público, um melhor serviço para os nossos jovens. Neste protocolo estamos particularmente interessados em conjugar esforços na oferta no ensino pré-escolar e no ensino especial. Essa conjugação de esforços vai permitir que os mesmos recursos e outros recursos se juntem, possam chegar a mais crianças de uma forma mais racional, distribuída numa rede mais coordenada”.

    Pedo Mota Soares anunciou a aprovação hoje, em Bruxelas “do Fundo de Auxílio Europeu às pessoas mais carenciadas. Um Fundo de 180 milhões de euros para apoiar o fornecimento de produtos alimentares e outros produtos de primeira necessidade às famílias com maiores dificuldades”. O Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social referiu ainda que, “a negociação do Protocolo assinado hoje com o Setor Social Solidário foi dura e exigente, mas acaba com chave de ouro”.

    Para Luís Alberto Silva, este ato representa mais do que um simples “renovar de parceria…, na medida em que hoje concretizamos um salto qualitativo da maior importância para o país, ao alargar o âmbito do compromisso a um conjunto de outras prestações de serviços”. Além da verba, destinada ao orçamento da Segurança Social, ter sido reforçada em 50 M€ a aplicar na maximização das capacidades instaladas nas diversas respostas sociais, a grande novidade do Protocolo para o biénio 2015-2016 é a de que o Governo decidiu alargar o apoio aos setores da Saúde e da Educação, considerando que a ação de solidariedade social não se encerra no setor da Segurança Social mas abrange, igualmente, outros domínios.

    As três entidades signatárias deste acordo – União das Mutualidades Portuguesas (UMP), União das Misericórdias Portuguesas e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) – reconhecem esta como sendo a oportunidade para conjugar esforços e concertar respostas sociais mais adequadas às necessidades da comunidade, assentes numa lógica solidária e de proximidade.

    Luís Alberto Silva destacou que a assinatura deste compromisso com o Estado português se traduz num “desafio e numa janela de oportunidades para as mutualidades se tornarem mais empreendedoras e mais competitivas para apoiar o país no salto da integração e da coesão social”.

    O Presidente da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) afirmou ainda que a renovação deste Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário “permitirá continuar a afirmar o Mutualismo como uma resposta social e económica, de particular relevância em tempos de dificuldades acrescidas, tornando-o, efetivamente e cada vez mais, num parceiro do Estado, solidário, mas interventivo e defensor intransigente dos seus Valores”.

    Consulte o documento assinado: “Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário”.

  • UMP assina Protocolo de Cooperação para o Setor Social e Solidário

    Na presença do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, o Presidente da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, assinará, no próximo dia 16 de dezembro, pelas 15H00, o Protocolo de Cooperação 2015-2016 para o Setor Social e Solidário, celebrado pelos Ministérios da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social com as Mutualidades, Misericórdias e Instituições de Solidariedade Social.

    A assinatura deste Protocolo terá lugar na residência oficial do Primeiro-Ministro e visa reforçar a relação de parceria Público Social que o Governo Português tem vindo a desenvolver com o Setor Solidário, com base na partilha de objetivos e interesses e da repartição de obrigações e responsabilidades de cada uma das partes.

    Esta é a terceira vez que o Estado celebra o compromisso de cooperação com as entidades do terceiro setor, o que vem reforçar o reconhecimento da sua importância social e económica como parceiras do Estado na prestação de um melhor e mais completo serviço à comunidade.

    A atual conjuntura económica impõe o reforço dos Serviços de Solidariedade Social, exigindo o auxílio às populações através de parcerias entre os vários atores sociais, Estado, Autarquias e Instituições da Sociedade Civil. Neste sentido, apesar do contexto económico-financeiro, fortemente marcado por grandes condicionamentos orçamentais, o Governo reflete, com a assinatura deste protocolo, uma clara intenção de potenciar a capacidade instalada das respostas sociais destas instituições, procurando assegurar uma maior eficácia na gestão dos equipamentos sociais e da rede solidaria e salvaguardar a sua sustentabilidade.

    As três entidades signatárias deste acordo – União das Mutualidades Portuguesas (UMP), União das Misericórdias Portuguesas e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) – reconhecem a assinatura deste acordo como sendo uma oportunidade para conjugar esforços e concertar respostas sociais mais adequadas às necessidades da comunidade, assentes numa lógica solidária e de proximidade.
    Luís Alberto Silva destaca que a assinatura deste compromisso com o Estado português traduz-se num “desafio e uma janela de oportunidades para as mutualidades se tornarem mais empreendedoras e mais competitivas para apoiar o país no salto da integração e da coesão social”.

     

    Governo alarga apoio aos setores da Saúde e da Educação

    Com a experiência recolhida nos dois anteriores Protocolos, este ano, e porque a ação de solidariedade social não se encerra no setor da Segurança Social mas abrange, igualmente, outros domínios como a Saúde, Educação ou ainda outras áreas em que as necessidades dos indivíduos e suas famílias não encontrariam apoio e respostas nas instituições estatuais, o Governo decidiu envolver outros dois setores da governação, como é o caso dos Ministérios da Educação e da Ciência e da Saúde.

    Assim sendo, estas três áreas de atuação vão atuar através da promoção e dinamização de práticas que desenvolvam a articulação e a complementaridade das respostas sociais existentes ou por implementar, valorizando a natureza dos serviços de proximidade às populações e respeitando o princípio da subsidiariedade com vista ao bem-estar das populações.

    Neste âmbito, e para a área da Saúde, está prevista a abertura de mais unidades de Cuidados Continuados Integrados pertencentes ao setor social e solidário; vai ser reforçada a oferta pública de Cuidados de Saúde Primários; vão ser devolvidos hospitais às instituições particulares de solidariedade social que atuam na área da saúde, num processo de parceria público-social com o objetivo de promover a melhoria no acesso aos cuidados de saúde, nos ganhos de eficiência e na redução de custos; deverão ser desenvolvidas experiências piloto na área da saúde mental de forma a implementar no terreno as respostas de cuidados continuados integrados específicos; serão criadas regras que permitam igual acesso ao serviço de transporte de doentes aos diferentes operadores; e, relativamente às Farmácias Sociais, vai ser dada continuidade à alteração da lei promovida em 31 de agosto, sendo uma prioridade melhorar e garantir o acesso equitativo de todos os cidadãos aos medicamentos de que necessitam.

    No que respeita à área da Educação, o protocolo de cooperação prevê, no que se refere à Educação Pré-Escolar e Ensino Básico, continuar a pautar-se pelo princípio da igualdade de oportunidades no acesso e frequência dos estabelecimentos, pelo que serão redefinidos os mecanismos e critérios de prioridades de seleção, bem como dos apoios financeiros para os acordos de cooperação, tanto para a componente letiva como familiar. Em relação à Educação Especial, está prevista a salvaguarda do processo de transição dos jovens com idade igual ou superior a 18 anos, que terminem o percurso escolar obrigatório e que tenham necessidades educativas especiais de caráter permanente, para preparar o seu futuro para soluções ajustadas ao seu perfil e aptidões.

     

    Protocolo 2015-2016 atribui 50M€ para a Segurança Social

    Neste Protocolo é de destacar que a verba destinada ao orçamento da Segurança Social vai ser reforçada em 50 M€, de forma a dar prioridade à contratualização de um conjunto de equipamentos sociais que têm vindo a ser construídos. Também o Fundo de Reestruturação do Setor Social (FRSS) vai contar com uma verba de 30M€, para apoiar a reestruturação e a sustentabilidade financeira das IPSS e equiparadas. Este Fundo tem sido gerido pelo setor social e solidário e é mais um exemplo de como o Estado eleva o grau de confiança junto deste setor.

  • AIM acolhe com satisfação os Intergrupos Economia Social e Serviços Públicos

    A Conferência dos Presidentes do Parlamento Europeu anunciou oficialmente a lista de Intergrupos para o período 2014-2019, no âmbito do Parlamento Europeu.

    É com enorme satisfação que a AIM vê o restabelecimento do Intergrupo para a Economia Social. Trata-se um grande sucesso para o setor da economia social. Este Intergrupo ajudará a colocar a economia social na agenda da União Europeia (UE), como uma alternativa capaz de gerar emprego e crescimento sustentável. A AIM, através de sua associação parceira – Economia Social Europa (SEE) – esteve envolvida na campanha para o restabelecimento deste Intergrupo. O Presidente da AIM, Christian Zahn, afirmou “as empresas de Economia Social podem desempenhar um papel fundamental, proporcionando aos cidadãos europeus serviços de alta qualidade, promovendo simultaneamente a coesão social. As Mutualidades, como empresas da economia social, estão a contribuir para uma Europa mais justa e mais orientada para o cidadão. É o que hoje, mais do que nunca, a UE necessita”.

    A AIM acolhe igualmente com grande satisfação o restabelecimento do Intergrupo para serviços públicos. De acordo com Christian Zahn, “este Intergrupo é uma oportunidade fantástica para discutir questões relativas à prestação de serviços públicos de alta qualidade e serviços sociais de interesse geral (SSIG) fornecidos por organizações privadas sem fins lucrativos, tais como as de todos os membros da AIM. A AIM irá promover uma discussão sobre os Serviços Sociais de Interesse Geral, uma vez que garantem a coesão social e territorial, proporcionando uma segurança essencial para os cidadãos”.

    A AIM considera muito interessante o trabalho a desenvolver pelo Intergrupo para o envelhecimento ativo, a solidariedade intergeracional e as políticas familiares. Este grupo de trabalho poderá tratar de questões que são de extrema importância e relevância para o trabalho da AIM e seus membros.

    2014/11/12 

  • União das Mutualidades Portuguesas integra Seminário Economia Social 2020

    Luís Alberto Silva, Presidente da União das Mutualidades Portuguesas, vai participar como orador no Seminário Economia Social 2020, organizado pela União das Misericórdias Portuguesas e que terá lugar hoje, dia 5 de dezembro, no Auditório de S. Marcos, da Misericórdia de Braga.

    O objetivo deste Seminário é dar a conhecer às Entidades de Economia Social os programas operacionais do próximo quadro comunitário Portugal 2020, em que a área de economia social é, pela primeira vez, contemplada diretamente no acesso aos fundos comunitários. Pretende-se incentivar a participação ativa das várias instituições do setor para esta oportunidade que, como destaca Luís Alberto Silva, vai “servir para melhorar Portugal e a vida dos portugueses, confiando na contribuição do terceiro setor para a construção de uma economia socialmente sustentável”.

    O programa tem início às 14H00, com abertura a cargo do Eurodeputado José Manuel Fernandes e do Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

    Luís Alberto Silva participa no 1º Painel, às 15H15, subordinado ao tema “A importância e a diversidade da Economia Social em Portugal”, conjuntamente com Manuel de Lemos, Presidente da União das Misericórdias Portuguesas e Pe. Lino Maia, Presidente da CNIS.

    Às 16H10 sucede-se o tema “Economia Social: empreendedorismo e inovação”, com as intervenções de António Tavares, Provedor da Misericórdia do Porto; de Miguel Alves Martins, Diretor Executivo do IES; e Alfredo Cardoso, Presidente da Associação Santa Maria de Braga. O último painel “Um novo futuro, um novo paradigma: apresentação do PO ISE e PO regionais” terá lugar às 16H30 com a participação do Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Agostinho Branquinho e do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Manuel Castro Almeida.

    A sessão de Encerramento será da responsabilidade do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.

  • 131.º Aniversário A.S.M 1.º Dezembro

    A cerimónia de comemoração do 131.º aniversário da Associação de Socorros Mútuos 1.º de Dezembro, decorreu no passado dia 24 de novembro, na Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense.

    A Sessão Solene foi presidida por Jorge Cordeiro, Presidente da Direção, José Carvalho, membro do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas e representantes das Câmara Municipal de Almada.

    Na Sessão Solene os convidados assistiram à atuação do Grupo Coral da Associação e visualizaram um trabalho sobre a instituição, elaborado pelo associado Arlindo Louro.

    Neste momento e após vários anos de persistência, iniciaram as obras de restruturação com o apoio da Câmara Municipal de Almada, apostando assim na modernização das instalações e serviços correspondendo desta forma aos interesses dos associados.

     

     

  • Assembleia Geral Ordinária – Processo Eleitoral – Listas Candidatas

    elei 2015 2017

    Comunicação às Associações

    Convocatória Assembleia Geral Ordinária Eleitoral da União das Mutualidades Portuguesas

     Listas Candidatas aos Orgãos Associativos da União das Mutualidades Portuguesas para o Triénio 2015/2017

     

     

    Programas Eleitorais
    Lista A Lista B
    lista a  Lista B 
  • Mutualidades: um estatuto para desbloquear o seu potencial crescimento

     

    Contributo para a Conferência “Desbloquear o potencial da Economia Social para o crescimento da União Europeia”

    17 e 18 de novembro – Roma

     

    Mutualidades: uma importante parte interessada da economia social

    Tal como foi referido na declaração final da 1ª Conferência sobre o Empreendedorismo Social (em Estrasburgo – janeiro de 2014), as empresas sociais têm diferentes formas e dimensões, com diferentes normas jurídicas em toda a Europa. No entanto, as mutualidades partilham das seguintes características comuns, mencionadas na Comunicação da Comissão sobre a Iniciativa de Empreendedorismo Social:

            Ter como objetivo e fim da sua atividade comercial a justiça social com um alto nível de inovação social;

            Os excedentes serem reinvestidos, principalmente para atingir este objetivo social;

            Uma organização com gestão democrática ou participativa ou com enfoque na justiça social

    As mutualidades, como empresas sociais, oferecem um modelo de negócio para o século XXI que equilibra as necessidades financeiras, sociais, culturais e ambientais.

    As mutualidades estão totalmente comprometidas com as metas da economia social,  podem responder aos novos problemas sociais e enfrentar vários desafios:

            Lutar contra a exclusão social;

            Financiamento de proteção social (pensões, cuidados de saúde) numa sociedade em envelhecimento e numa economia global;

            Acesso a tratamentos médicos complexos e dispendiosos, bem como de doenças crónicas que requerem enormes recursos humanos

    Portanto, de acordo com a nossa experiência, os empreendedores sociais devem ser partes interessadas a longo prazo. Na realidade, as mutualidades têm uma visão a longo prazo, estão focalizadas nas necessidades dos seus membros e não no retorno financeiro. Portanto, estão prontas para fornecer uma solução sustentável e economicamente viável, socialmente responsável aos desafios atuais. Por estas razões, a empresa social não pode estar limitada a uma reação provisória de curto prazo para os problemas sociais. O conceito de empresa social não deverá apenas abranger o objetivo social de uma empresa, mas outros elementos devem ser levados em consideração, como uma boa governação, com base nos seus princípios de funcionamento:

            Envolvimentos dos funcionários/beneficiários/clientes

            Capacidade de criar inovação social

            Propriedade coletiva dos excedentes

            Os excedentes são reinvestidos para satisfazer as necessidades dos seus membros

    Mutualidades, um impulsionador para o crescimento da EU

    Na Europa, as mutualidades empregam 350 000 pessoas e prestam uma vasta variedade de serviços a 230 milhões de cidadãos europeus. Com cuidados de saúde e serviços sociais, as mutualidades são igualmente ativas em todas as vertentes de seguro, vida e não vida e saúde. São companhias de seguros que prestam os seus serviços com base nos princípios mutualistas: proximidade com seus segurados, atuando exclusivamente no interesse dos seus membros segurados e gestão democrática. Das quase 6000 empresas de seguros na Europa, mais de metade são mutualidades ou cooperativas. O setor é responsável por 28% dos prémios na Europa.

    As especificidades das mutualidades permitem a prestação desses serviços a um preço mais justo para os seus membros, sem qualquer discriminação com base na idade, condição social ou estado de saúde.

    Desde o início da crise, os gastos públicos foram drasticamente reduzidos. As políticas sociais e de saúde foram especialmente afetadas. Na realidade, devido à progressiva renúncia das autoridades públicas, as mutualidades prestam serviços de saúde ou seguro de saúde, que serão, muito improvavelmente, prestadas por organizações com fins lucrativos, devido à sua não-lucratividade. As mutualidades prestam serviços sociais de interesse geral e, portanto, desempenham um papel fulcral na garantia da coesão social e territorial, para atingir os objetivos de crescimento no contexto da Estratégia Europa 2020. Ao realizar os serviços sociais de interesse geral, as mutualidades prestam serviços de interesse público que qualquer outro fornecedor (organização com fins lucrativos), não aceitaria de todo, ou em parte, devido à sua desvantagem económica.

    Acresce que as mutualidades têm mostrado uma resistência especial durante a crise graças à sua gestão e modelo económico. São geridas democraticamente por membros que decidem sobre a governação e as orientações gerais da sua organização. Ao contrário das sociedades com fins lucrativos, as mutualidades não pagam aos acionistas. Os excedentes são reinvestidos em respostas às necessidades dos seus membros.

    Neste contexto, o estatuto da mutualidade Europeia: uma forma de desbloquear o potencial das mutualidades

    O contributo das mutualidades para um mercado interno mais sustentável e mais orientado para o cidadão não é suficientemente reconhecido pelas autoridades europeias. Apesar de representarem 28, 4% do mercado de seguros e darem um enorme contributo para o mercado interno da UE, bem como para o desenvolvimento social e económico, as mutualidades não têm qualquer reconhecimento legal a nível europeu. Com a criação de um Estatuto da Mutualidade Europeia, poderiam oferecer cuidados de saúde acessíveis e seguros .

    Sem reconhecimento legal, as mutualidades têm mais dificuldade em enfrentar a regulamentação europeia como a Solvência II, na qual as mutualidades estão em desvantagem competitiva em comparação com as sociedades anónimas, especialmente em termos de requisitos de capital social (SCR), levando em consideração o princípio da diversificação.

    Além de que, em muitos casos, os regulamentos da UE (que se aplicam ao setor dos seguros) são, antes de mais, formulados para as sociedades de ações, por exemplo, a diretiva relativa às fusões transfronteiriças e, portanto, não levam suficientemente em conta as particularidades das mutualidades.

    As políticas atuais não são suficientes para ajudar as mutualidades a crescer de forma eficiente. A única medida que poderia permitir o desenvolvimento do seu modelo sustentável e inclusivo e possibilitar o seu contributo para o desenvolvimento da economia social europeia, seria a criação de um estatuto europeu para as mutualidades.

    As Mutualidades têm apelado por um estatuto, que iria remover os obstáculos à cooperação transfronteiriça entre mutualidades, e levar em consideração as suas características específicas, em particular o facto de operarem no interesse geral. Esta declaração foi confirmada por Luigi Berlinguer, nas suas recomendações formais à Comissão sobre o Estatuto da Mutualidade Europeia, aprovada em 15 de março de 2013.

    O relatório Berlinguer é um dos poucos documentos publicados pelas instituições europeias que contemplam a ideia do estatuto da mutualidade europeia:

            Em 2011, a Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais do Parlamento Europeu encomendou um estudo intitulado «o papel das mutualidades no século 21», que sublinhou o papel importante das mutualidades para um crescimento inclusivo e sustentável na União Europeia;

            Em 2012, a Comissão Europeia exigiu um estudo sobre a situação e as perspetivas das mutualidades na Europa, que explica os diferentes tipos de organizações mutualistas nos países da Europa e analisa as barreiras que as mutualidades enfrentam sempre que desejam estabelecer atividades além-fronteiras ou criar agrupamentos.

            Em 2013, o Parlamento Europeu publicou uma «avaliação do valor acrescentado europeu», em relação ao estatuto da mutualidade europeia, que destaca a mais-valia social e económica das mutualidades e reforça a importância do estatuto da mutualidade europeia.

    Recentemente, a Comissão Europeia parece ter levado em consideração os argumentos das mutualidades. Após a publicação de uma consulta pública, em 2013, as inúmeras respostas das partes interessadas demonstraram a necessidade do Estatuto. A Comissão Europeia tem estado a trabalhar num estudo de avaliação de impacto, que analisa a possibilidade e o valor acrescentado da criação de um estatuto da mutualidade europeia. As conclusões não foram ainda publicadas.

    Simultaneamente, em janeiro de 2014, durante a Conferência de Estrasburgo sobre Empreendedorismo Social, foi anunciada uma proposta legislativa para criar um estatuto europeu para as mutualidades, dando assim oportunidade a estas organizações para desenvolver o seu modelo inclusivo e os valores democráticos, a solidariedade e a orientação não lucrativa, em toda a UE.

    A 16 de outubro de 2014, o Comité Económico e Social Europeu publicou o relatório sobre o empreendedorismo social onde, mais uma vez, apela à Comissão Europeia uma proposta para um estatuto europeu para as mutualidades.

    Este relatório, aprovado por Ms. Ariane Rodert, lembra à nova Comissão o trabalho já realizado pela antiga Comissão e o trabalho que ainda deve ser realizado, antes da publicação de um EME.

    O estatuto da mutualidade europeia iria, sem qualquer dúvida, desbloquear o potencial da economia social. A nova Comissão Europeia tem de ouvir o apelo tanto dos atores europeus – Parlamento Europeu, Comité Económico e Social Europeu – como das mutualidades, e impulsionar o reconhecimento legal de um estatuto da mutualidade europeia, durante o seu mandato.