“Não podemos continuar a ver a formação como um prejuízo ou um incómodo por afastar o trabalhador do posto de trabalho durante dois ou três dias.” Foi com esta mensagem clara que o Presidente da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, encerrou há uma semana as Jornadas Mutualistas Nacionais sobre Mutualismo, Comunicação e Inovação Social.
“Um trabalhador capacitado valoriza-se e contribui para o progresso da mutualidade. E um dia, se sair, pode até exigir legalmente o pagamento de todas as horas de formação que não lhe tenham sido proporcionadas”, alertou o Presidente da UMP, sublinhando que quem não investe nas suas equipas, fragiliza o futuro da sua instituição. Esta formação certificada pela DGERT é contabilizada nas 50 horas anuais obrigatórias que as entidades empregadoras devem assegurar aos seus trabalhadores.
A mensagem é clara: a formação não é um custo — é uma alavanca estratégica para a inovação e sustentabilidade do movimento mutualista.
Assista à reportagem sobre as Jornadas Mutualistas Regionais AQUI.
