Categoria: Destaques

  • Legado do Operário em Évora renova Atelier do Páteo

    Legado do Operário em Évora renova Atelier do Páteo

    O Legado do Operário de Évora – Associação Mutualista dinamizou uma intervenção no Atelier do Páteo, preparando o espaço para a chegada da Páscoa. Os alunos do atelier participaram ativamente na recuperação da pintura exterior dos quintais, tornando o espaço mais acolhedor e pronto para receber a habitual alegria das atividades das férias escolares.

    O Atelier do Páteo é um espaço dedicado a atividades artísticas, disponibilizado pelo Legado do Operário a crianças e jovens em Évora. Esta ação reforça a ligação da associação à comunidade e demonstra como os espaços culturais e educativos podem ser revitalizados com criatividade e colaboração.

    Quem ainda não é associado e frequenta o Atelier pode pedir informações sobre os benefícios de pertencer à família mutualista.

  • Mutualista da Covilhã recebe banda Musiteixo na Casa Moura

    Mutualista da Covilhã recebe banda Musiteixo na Casa Moura

    A Mutualista da Covilhã promoveu um momento de música e animação na Casa Moura, com a atuação da banda Musiteixo, um grupo conhecido por integrar ritmos tradicionais, promovendo a participação ativa do público.

    A atividade contou com a participação dos residentes da Comunidade de Inserção, um projeto que apoia pessoas em situação de vulnerabilidade social independentemente da sua origem ou nacionalidade, proporcionando formação, acompanhamento e oportunidades de integração na vida comunitária.

    Durante a sessão, os residentes tiveram a oportunidade de experimentar diferentes instrumentos de percussão, como triângulos, reco-recos e pandeiretas, criando música em conjunto. Entre risos e improvisos, exploraram novos sons e ritmos, num momento de inclusão, partilha e expressão artística que reforça a importância da música como ferramenta de socialização e bem-estar.

  • Webinar Jurídico com ampla participação das mutualidades

    Webinar Jurídico com ampla participação das mutualidades

    Foi amplamente participado o Webinar Jurídico UMP de março, realizado esta segunda-feira, sobre as alterações introduzidas no Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) das Mutualidades para 2026, que foi celebrado na última sexta-feira entre a UMP e vários sindicatos da UGT.
    Este evento online foi dinamizado pelo Gabinete Jurídico da UMP e permitiu esclarecer as associações mutualistas sobre as implicações das alterações ao CCT no quotidiano das instituições e dos trabalhadores.

  • Clínica de São Cristóvão assinala Dia do Doente com AVC

    Clínica de São Cristóvão assinala Dia do Doente com AVC

    A Clínica de São Cristóvão – Associação de Socorros Mútuos dos Empregados do Comércio em Lisboa, em parceria com a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, vai assinalar o Dia Nacional do Doente com AVC, nesta terça-feira, 31 de março, através da realização de um rastreio gratuito dirigido à população, na sede da autarquia.

    A iniciativa visa sensibilizar para o Acidente Vascular Cerebral (AVC), promovendo a sua prevenção, a identificação precoce de sinais de alerta e a ação adequada em caso de ocorrência. Esta ação reforça o compromisso da clínica com a promoção da saúde na comunidade, aliando prevenção à informação acessível e de qualidade.

    Participar neste rastreio é uma forma de cuidar da sua saúde e aprender a agir rapidamente perante um AVC, uma das principais causas de incapacidade e mortalidade em Portugal.

  • CIDACL apresenta “A Carochinha e o João Ratão”

    CIDACL apresenta “A Carochinha e o João Ratão”

    Na última sexta-feira, 27 de março, celebrámos o Dia Mundial do Teatro de uma forma muito especial!

    A nossa equipa educativa levou ao palco a divertida e tradicional peça “A Carochinha e o João Ratão”, proporcionando momentos de grande entusiasmo, alegria e imaginação às nossas crianças. Entre risos, surpresas e muita participação, todos puderam vivenciar a magia do teatro de forma próxima e envolvente.

    Esta iniciativa teve como objetivo promover o gosto pelas artes, estimular a criatividade e reforçar a importância do teatro como forma de expressão e aprendizagem.

    Foi, sem dúvida, um momento memorável que ficará guardado na memória de todos!

  • Governo reforça apoios aos combustíveis com impacto nas IPSS

    Governo reforça apoios aos combustíveis com impacto nas IPSS

    O Conselho de Ministros aprovou um novo pacote de medidas de apoio, com um valor global estimado de cerca de 150 milhões de euros por mês, com o objetivo de mitigar o impacto da subida dos preços dos combustíveis na economia. As medidas, anunciadas pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro, incluem um apoio direto às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), reconhecendo o seu papel essencial na resposta às comunidades.

    Entre as medidas agora aprovadas, destaca-se a atribuição de um apoio extraordinário e pontual de 600 euros por instituição, dirigido especificamente às IPSS. Este apoio pretende ajudar a compensar o aumento dos custos operacionais, nomeadamente com transporte de utentes, serviços domiciliários e logística associada às respostas sociais.

    Para o setor social, fortemente dependente da mobilidade para assegurar serviços como o apoio domiciliário, centros de dia ou transporte de crianças, este reforço financeiro representa um reconhecimento da pressão acrescida que a escalada dos combustíveis tem provocado.

    Estas medidas vigoram, numa primeira fase, entre 1 de abril e 30 de junho, sendo aplicáveis nas semanas em que o preço dos combustíveis ultrapasse significativamente os níveis registados no início de março.

    Segundo Luís Montenegro, estas decisões assentam numa gestão “com equilíbrio, responsabilidade e prudência”, sublinhando que o contexto económico permanece incerto. O Governo pretende, assim, ajustar as medidas à evolução da situação, procurando proteger famílias, empresas e instituições, sem comprometer a sustentabilidade das contas públicas.

  • Revisão do CCT das mutualidades assinada para 2026

    Revisão do CCT das mutualidades assinada para 2026

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), a Federação Nacional da Educação (FNE) e uma frente sindical da União Geral de Trabalhadores (UGT) assinaram, em cerimónia pública realizada, esta sexta-feira, 27 de março, no auditório d’A Mutualidade de Santa Maria, em Esmoriz, o acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) das mutualidades para 2026. A sessão decorreu após a Assembleia Geral da UMP e reuniu dirigentes mutualistas e representantes sindicais, assinalando mais um momento relevante de concertação social no universo da economia social.

    Na ocasião, o Presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, destacou que este acordo traduz a capacidade do setor para construir consensos mesmo em contextos exigentes, sublinhando o papel determinante do diálogo construtivo ao longo de todo o processo negocial. Referiu que, apesar das naturais diferenças de posição, foi possível alcançar uma solução equilibrada, assente em cedências mútuas, que concilia a valorização dos trabalhadores com a sustentabilidade das instituições. Num contexto económico e social desafiante, salientou ainda a importância da cultura de responsabilidade e compromisso que tem marcado as relações laborais no setor mutualista, permitindo garantir estabilidade e paz social.

    O dirigente enalteceu também o trabalho desenvolvido pelos representantes da UMP no processo negocial e destacou o contributo de José Ricardo Coelho, reconhecendo publicamente o seu papel decisivo desde a celebração do primeiro CCT, em 2000, até às sucessivas revisões. Reafirmou que as mutualidades, enquanto organizações de pessoas para pessoas, continuam a enfrentar desafios estruturais, designadamente ao nível do financiamento, mas sublinhou que o caminho passa pela cooperação, pela qualificação e pelo reconhecimento contínuo dos trabalhadores.

    Por parte da FNE, o Vice-Presidente António Jorge Pinto, que coordenou a frente sindical nas negociações, destacou a valorização significativa das remunerações, abrangendo não apenas educadores, mas também trabalhadores das áreas administrativas e de apoio social. Ainda assim, advertiu que subsiste um percurso a fazer, quer ao nível salarial, quer na melhoria das condições de trabalho no setor.

    Já o Vice-Presidente da UGT, João Dias da Silva, que esteve na base do primeiro CCT em 2000, quando dirigia a FNE, sublinhou o alcance deste acordo num contexto em que os próprios fundamentos da contratação coletiva têm sido questionados. Considerou que a revisão agora assinada representa um passo importante na valorização dos trabalhadores e das instituições mutualistas, contribuindo diretamente para a qualidade das respostas sociais prestadas à comunidade.

    Subscreveram este acordo: a UMP; a FNE; SPZN – Sindicato dos Professores da Zona Norte; SPZC – Sindicato dos Professores da Zona Centro; SDPGL – Sindicato Democrático dos Professores da Grande Lisboa e Vale do Tejo; SDPSul – Sindicato Democrático dos Professores do Sul; SDPA – Sindicato Democrático dos Professores dos Açores; SDPM – Sindicato Democrático dos Professores da Madeira; STAE-ZN – Sindicato dos Trabalhadores de Apoio Educativo/Pessoal não Docente da Zona Norte; STAAE-ZC – Sindicato dos Técnicos Superiores, Assistentes e Auxiliares de Educação da Zona Centro; STAE Sul e RA – Sindicato dos Trabalhadores de Apoio Educativo e Social do Sul e Regiões Autónomas; SINDITE – Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica; SITRA – Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes; SINAPE – Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação; SITESE – Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços; SINDEP – Sindicato Nacional e Democrático dos Professores; SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos.

  • Assembleia Geral da UMP aprova Contas de 2025 sem votos contra

    Assembleia Geral da UMP aprova Contas de 2025 sem votos contra

    O Relatório e Contas da União das Mutualidades Portuguesas referente ao ano de 2025 e uma proposta de alterações aos Estatutos, foram aprovados, por maioria, pelas associadas reunidas em Assembleia Geral, esta sexta-feira, 27 de março, no auditório d’A Mutualidade de Santa Maria, em Esmoriz, com uma agenda que incluía ainda um período destinado à discussão de outros assuntos de interesse.

    Na Assembleia, o Presidente da UMP, Luís Alberto Silva, destacou que o exercício de 2025 encerrou com um resultado líquido positivo, refletindo também um ano de afirmação institucional, marcado pela consolidação da relevância pública do mutualismo e pelo reforço da influência da União.

    No mesmo âmbito, foram ainda apreciadas e aprovadas alterações aos estatutos da União das Mutualidades Portuguesas, com o objetivo de reforçar a adequação da sua estrutura orgânica aos desafios atuais do setor.

    No período destinado à discussão de outros assuntos de interesse, Luís Alberto Silva apresentou, em linhas gerais, o programa comemorativo dos 850 anos de mutualismo em Portugal, que vai desenrolar-se entre maio de 2026 e maio de 2027, e acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho e as diversas iniciativas em curso, nomeadamente as Jornadas Mutualistas Nacionais, Prémios Inovar Para Melhorar e Trabalhador do Ano.

  • Jornadas Mutualistas 2026 com inscrições abertas até 2 de abril

    Jornadas Mutualistas 2026 com inscrições abertas até 2 de abril

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP) relembra que continuam abertas, até 2 de abril, as inscrições para as Jornadas Mutualistas 2026, uma iniciativa de formação certificada dirigida a dirigentes, técnicos e colaboradores das associações mutualistas filiadas.

    Promovida no âmbito do projeto de Capacitação Institucional e com apoio financeiro da União Europeia, esta iniciativa pretende reforçar competências estratégicas e operacionais nas áreas do Mutualismo, Comunicação Institucional e Inovação Social, contribuindo para o desenvolvimento e modernização das associações mutualistas.

    O programa formativo terá uma duração total de 48 horas, distribuídas por seis dias de formação, organizados em três momentos ao longo do ano: abril, junho e setembro de 2026. Ao efetuar a inscrição, cada participante fica automaticamente inscrito no conjunto das três sessões formativas.

    Para facilitar a participação das associações mutualistas de todo o país, as Jornadas Mutualistas serão realizadas em duas edições: uma no Serviço de Formação Profissional de Rio Meão, em Santa Maria da Feira, destinada sobretudo às associações da região Norte, e outra no IEFP de Xabregas, em Lisboa.

    Ao longo da formação serão abordados temas fundamentais para o desenvolvimento do setor mutualista, incluindo o enquadramento histórico e jurídico do mutualismo em Portugal, estratégias de comunicação institucional e digital, utilização de ferramentas de Inteligência Artificial na comunicação e desenvolvimento de projetos de inovação social aplicados às mutualidades.

    Uma componente central do programa será o trabalho prático em grupo, durante o qual os participantes irão conceber propostas de projetos de inovação social aplicáveis às suas associações, integrando conhecimentos adquiridos nas diferentes áreas da formação.

    A participação é gratuita e inclui almoço na cantina do IEFP. Para participantes provenientes das associações mutualistas de Bragança, Covilhã, Alentejo e Algarve, a inscrição inclui também alojamento, pequeno-almoço e jantar.

    Mais informações, sobre objetivos, conteúdos programáticos, formadores e condições logísticas nesta brochura e formulário de inscrição disponível AQUI.

  • Presidente da Assembleia da República recebe UMP em audiência

    Presidente da Assembleia da República recebe UMP em audiência

    O Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, recebeu a União das Mutualidades Portuguesas (UMP), numa audiência institucional centrada na valorização do papel do mutualismo na sociedade portuguesa. Estas iniciativas visam não só celebrar o legado histórico do movimento, como também sensibilizar os poderes públicos para ua necessidade de um maior reconhecimento institucional do mutualismo.

    Atualmente o universo mutualista presta serviços e apoio a mais de 2,5 milhões de portugueses, assumindo um papel relevante na promoção da coesão social e no reforço das respostas de proteção social em diversas áreas.

    Embora o mutualismo tenha ganho expressão a partir do século XIX, num contexto marcado pela industrialização e pela inexistência de um sistema público de proteção social, as suas raízes são muito mais antigas. Já na Idade Média, comunidades organizavam-se para enfrentar coletivamente situações de doença, incapacidade, perda de meios de subsistência ou morte, dando origem a confrarias e irmandades baseadas na solidariedade recíproca.

    A historiografia aponta par a existência destas formas de entreajuda organizada desde o século XII, destacando-se a Confraria de Fungalvaz, no concelho de Torres Novas, cujo Compromisso remonta a 1176, constituindo um dos mais antigos testemunhos documentais de solidariedade organizada em Portugal.

    A UMP reafirmou, assim, junto do Presidente da Assembleia da República, a importância estratégica do mutualismo enquanto parceiro do Estado na construção de uma sociedade mais solidária e inclusiva, através de sistemas complementares de previdência, saúde, e de uma rede de respostas sociais à infância, idosos e aos cidadãos mais vulneráveis, habitação, formação e qualificação.