Autor: Super User

  • Convocatória Assembleia Geral Extraordinária | 9 abril às 09H

    Convocatória Assembleia Geral Extraordinária | 9 abril às 09H

    ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

    CONVOCATÓRIA

    Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea b) e g) do artigo 19º dos Estatutos desta União, convocam-se as Associadas da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) a reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a realizar no próximo dia 09 de abril de 2016, às 09:00h, no Auditório do “Balneário Rainha D. Amélia”, sita na Praça Dona Amélia, Termas de São Pedro do Sul, 3660-692 São Pedro do Sul, concelho de São Pedro do Sul, distrito de Viseu, com a seguinte ordem de trabalhos:

    Primeiro: Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração para a Alteração do n.º 4 do Artigo 3.º, do n.º 3 do Artigo 6.º, e dos Artigos 7.º, 8.º, 10.º, 31.º, 51.º e 52.º dos Estatutos da União das Mutualidades Portuguesas;

    Segundo: Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração para a Alienação das Instalações da Sede Social da União das Mutualidades Portuguesas.

    Nos termos do art.º 23.º, n.º 2, a Assembleia Geral reúne à hora marcada na convocatória se estiverem presentes mais de metade dos Associados com direito de voto ou meia hora depois com qualquer número de presenças.

    Os documentos aludidos na presente convocatória são enviados em conjunto com esta e estão disponíveis para consulta na Sede da União das Mutualidades Portuguesas e no sítio da Internet desta União, em www.mutualismo.pt, desde a data desta convocatória.

    Lisboa, 24 de março de 2016

    O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

     Luís Filipe Coelho Oliveira Costa

    Nota: Chama-se à especial atenção das Associadas para a Informação seguinte:


    Informação

    A Mesa da Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas chama à especial atenção dos Excelentíssimos Associados para as seguintes disposições Estatutárias e Regulamentares, relacionadas com a composição e funcionamento da Assembleia Geral:

    1º – Nos termos do número 4, do artigo 7º dos Estatutos da UMP, “As quotas consideram-se vencidas no primeiro dia dos meses a que digam respeito e são satisfeitas antecipadamente, por trimestre, semestre ou ano”. Por outro lado, nos termos do número 4 do artigo 10º dos Estatutos da UMP, “Os associados efetivos e participantes só poderão exercer os seus direitos se tiverem em dia as quotas”.

    2º – Nos termos do artigo 2º do Regulamento de Funcionamento de Assembleia Geral da UMP:

    Artigo 2.º

    (Composição e representação)

    1. A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados que estejam no pleno exercício dos seus direitos associativos.

    2. Com vista a instruir um dossier de apoio às Assembleias Gerais, os Associados devem enviar cópia simples dos Autos de Posse e dos Estatutos para a sede da UMP.

    3. As Associações Mutualistas participam, em princípio, na Assembleia Geral da UMP através de pessoa singular que seja membro da respetiva Direção/Conselho de Administração devendo ser portador de carta-mandato para esse efeito, salvo se a UMP possuir cópia dos documentos mencionados no número anterior, caso em que bastará a esse representante identificar-se, através de documento idóneo, para nela poder participar e votar.

    4. As Associações Mutualistas podem participar na Assembleia Geral através de qualquer outra pessoa singular desde que a mesma apresente, no dia da Assembleia Geral, carta-mandato dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

    5. Os Associados podem fazer-se representar por outros Associados, devendo o Associado Mandatário ser portador de carta-mandato do Associado mandante, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregue no dia da Assembleia Geral.

    6. As cartas mandato referidas nos números anteriores devem identificar claramente o Associado mandante e a pessoa singular sua representante ou o Associado Mandatário, devendo ser assinada por quem tem poderes para o ato e as assinaturas reconhecidas nos termos da Lei, salvo se a UMP dispuser de cópia dos documentos referidos no número 2 deste artigo, caso em que o reconhecimento das assinaturas não será necessário.

    7. É permitida a inscrição de qualquer Associado para participar e votar na Assembleia Geral até ao encerramento da sessão, seja em primeira sessão ou em qualquer um dos seus prolongamentos.

    8. No caso em que Assembleia funcione em mais de uma sessão, a inscrição/acreditação dos Associados far-se-á apenas uma vez e em qualquer uma das sessões podendo, todavia, os Associados alterar os seus representantes”.


     Visualizar documento (PDF) – Proposta do Conselho de Administração para Alienação das Instalações da Sede Social da UMP

     Visualizar documento (PDF) – Proposta do Conselho de Administração para alteração dos Estatutos da UMP

  • A.S.SO.FARM na presidência da União Europeia das Farmácias Sociais

    Sem Título3

     

    O italiano Venanzio Gizzi é o novo presidente da União Europeia das Farmácias Sociais (UEFS), que a União das Mutualidades Portuguesas também integra.

    A representação italiana obteve, no passado dia 7 de março, uma votação unânime na organização que congrega milhares de farmácias de matriz mutualista em oito países da União Europeia.

    O novo presidente acredita que a vitória do seu projeto se deve à experiência de coragem e de sucesso obtida no contexto italiano. Venanzio Gizzi está seguro de que esta eleição representa o início de uma grande aventura, assumindo a ambição de inserir a UEFS não só no debate mas também nas soluções em torno da crise de identidade da União Europeia.

     

    Leia o texto original – PDF

  • UMP apresenta contributos do movimento mutualista em matéria de Educação

    Decorreu esta manhã uma reunião entre o Secretário de Estado da Educação, João Costa, e representantes do Movimento Mutualista português, nomeadamente, o presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, e a Vice-presidente da Associação Internacional das Mutualidades (AIM), Ana Silva.

    Este encontro serviu, entre outros propósitos, para apresentar aos representantes governamentais da área da Educação o trabalho já desenvolvido pelas Mutualidades neste domínio, como, por exemplo, a gestão de equipamentos de ensino pré-escolar e a cooperação no acolhimento de estágios curriculares e profissionais, mas também para evidenciar as várias linhas de atuação que o Mutualismo pretende seguir no campo educativo, como sejam, entre outras, a promoção da cidadania e inclusão social junto das crianças e jovens através de ações promotoras dos valores mutualistas, contando, para tal, com o apoio do Ministério da Educação.

    A União das Mutualidades Portuguesas acredita haver terreno fértil para a cooperação entre as Associações Mutualistas e o Governo em matéria de Educação, por isso mostrou a sua total disponibilidade para trabalhar de forma próxima as muitas ideias apresentadas na reunião de hoje. «Quando falamos de educação, falamos do futuro. Ora, o futuro como nós o antecipamos tem de ser necessariamente alicerçado em solidariedade e entreajuda mútua, pelo que a cooperação entre o Estado e as Mutualidades nos parece essencial, e há muitas possibilidades que podem ser trabalhadas.», afirmou Luís Alberto Silva, à saída do encontro.

  • Teresa Caeiro recebe UMP no Palácio de S. Bento

    A União das Mutualidades Portuguesas (UMP), representada pelo presidente do Conselho de Administração (CA), Luís Alberto Silva, e por José Carvalho, vogal do CA, foi hoje recebida pela Senhora Vice-presidente da Assembleia da República (AR), Teresa Caeiro, no Palácio de S. Bento.

    Para além da apresentação de cumprimentos oficiais, a UMP levou para esta audiência o tema da fixação da data do Dia Nacional do Mutualismo a 8 de julho, colocando em evidência a relevância da sua celebração e a Importância do Mutualismo no contexto da Economia Social enquanto alternativa de caráter social, que não depende do Estado nem tem fins lucrativos. O presidente da UMP informou que decorre já uma Petição Pública neste âmbito, com o objetivo não só de registar oficialmente em Diário da Assembleia da República esta data mas também de levar o tema a discussão em plenário da AR.

    Este encontro serviu igualmente para a UMP sensibilizar a Presidência da Assembleia da República para a importância da publicação breve do Código das Associações Mutualistas, inteirando Teresa Caeiro do processo. Outro tema essencial ao Movimento Mutualista levado a discussão por Luís Alberto Silva foi o Estatuto Fiscal das IPSS, com o objetivo de mostrar à Vice-presidente da AR os obstáculos, dificuldades e constrangimentos que as Mutualidades ainda enfrentam em matérias legais e fiscais bem como as diligências que já vêm sendo desenvolvidas nestas matérias.

  • Jornadas Mutualistas Regionais registam balanço positivo

    As Jornadas Mutualistas Regionais’16 chegaram ao fim, depois de duas semanas de intensa participação dos mutualistas de todo o país. Tavira, Santa Maria da Feira, Lisboa e Porto foram os locais desta primeira fase das JMR’16, onde foi possível analisar e debater os problemas que as Mutualidades enfrentam e, conjuntamente, encontrar respostas e soluções para os mesmos.

    As instalações do Monte-Pio Artístico Tavirense – Associação de Socorros Mútuos, em Tavira, foram o ponto de partida para estas Jornadas Mutualistas Regionais. Foram mais de 15 os mutualistas da zona do Algarve que quiseram participar neste

    encontro, onde, entre outros assuntos, foi possível divulgar os protocolos e parcerias celebrados entre a UMP e outras entidades, bem como para explorar ideias de projetos a alavancar. “Os protocolos estabelecidos procuram encontrar condições mais vantajosas em diferentes áreas de negócio que interessam às Associadas, como, por exemplo, protocolos com empresas especializadas em têxteis para respostas sociais ou ainda marcas de referência para aquisição de equipamentos lúdico-pedagógicos. Por outro lado, procuramos auscultar que outro tipo de protocolos possam ser úteis às Associações Mutualistas”, explicou a UMP.
    Foi igualmente uma oportunidade de se explorarem as dificuldades e a realidade de cada uma das Associações e perceber de que forma concreta é possível melhorar o seu trabalho.
    No Europarque de Santa Maria da Feira, marcaram presença cerca de 20 mutualistas de várias Associações. Para além disso, anAssociação Internacional do Mutualismo (AIM) também se fez representar nesta partilha de conhecimentos, experiências e informações, onde foi reforçada a importância do Movimento Mutualista.
    António Martins de Oliveira, presidente da Direção da Previdência Portuguesa, relembrou que esta é uma oportunidade para ouvir e conhecer diferentes perspetivas acerca do funcionamento das Associações Mutualistas, e para se inteirarem de alguns problemas que merecem uma reflexão mais aprofundada. “Há questões técnicas e jurídicas que levamos para estudar, bem como alguns dados essenciais para problemas que temos que resolver. Esta é também uma oportunidade para congregar ideias, no sentido de tentar obter caminhos comuns em benefício de todos. Se as Associações não falarem, não há ligações, e estas devem ser feitas para obtenção de vantagens. Uma metodologia idêntica partilhada por todos é muito importante na nossa sociedade e nomeadamente para os valores mutualistas”, defendeu.
    Também o presidente da A.S.M. de Serzedo lembrou que a participação das Associações Mutualistas é essencial para permitir encontrar soluções conjuntas: “Nós procuramos interessar-nos e inteirar-nos das situações, mas de toda a maneira este tipo de encontros parcelares permite uma proximidade com outras pessoas e o conhecimento de outras realidades, permitindo a todos colocar as suas dúvidas. Sabemos que as Associações funcionam muito isoladamente, embora a UMP procure a congregação e proximidade. A Associação de Serzedo procura mostrar o seu trabalho e estar de portas abertas, partilhando as nossas soluções”.
    A Vice-Presidente Norte do CA da UMP, Jani Salomé, disse que os encontros permitem prestar esclarecimentos e perceber em que é que a UMP pode corresponder. “É também bom para percebermos que as Associações estão empenhadas no desenvolvimento e dinamização do movimento mutualista, e isso para nós é essencial”, esclareceu.
    Lisboa recebeu as JMR’16 no dia 1 de março e técnicos, e dirigentes da zona sul do país, num total de 15 participantes, puderem ficar também a conhecer a fundo os protocolos celebrados pela UMP, tendo, para isso, contado com a presença de alguns parceiros, que responderam, em primeira mão, às dúvidas das Associações Mutualistas. 

    Entre os temas que mais preocupam as Associações estão os processos técnicos relacionados com os concursos do PT2020 e o que se perspetiva para o futuro, sobretudo no que diz respeito às novas gerações, quer na renovação dos órgãos associativos quer na captação de novos associados. Foi um dia de trabalho participado e ativo, onde as Associadas tiveram oportunidade de apresentar os seus constrangimentos e necessidades e, consequentemente, apontar áreas em que a UMP poderá dar respostas, para levarem a bom porto os seus projetos. “As Jornadas são uma oportunidade para o debate de ideias, projetos e para, igualmente, se perceber como é que as Associadas se podem ajudar mutuamente, porque esse é também o espírito do Mutualismo – «um por todos e todos por um». Por isso, nas Jornadas, procurar-se-á analisar que novos desafios a sociedade impõe às Associações Mutualistas e como se pode capacitar a organização, os dirigentes e os técnicos para responder aos mesmos”, referiu Luís Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas.
    O último dia de Jornadas teve lugar no Porto, na Biblioteca Almeida Garrett, que acolheu mais de três dezenas de mutualistas, em representação de 13 Associações do Norte do país. Os trabalhos foram bastante participados, sendo que os temas suscitaram elevado interesse nos presentes, com particular enfoque nos novos projetos e intervenções sociais a desenvolver pelas Mutualidades.
    Estes encontros percorreram todo o país, procurando descentralizar a ação da UMP e dar voz às inquietações e aspirações do movimento mutualista, mas também pretenderam aproximar o Mutualismo das populações, daí que tenham sido escolhidos para a sua realização, preferencialmente, espaços públicos.

    “Este é um momento muito importante para as Associações Mutualistas, na medida em será reforçada a importância do Movimento Mutualista, para que este se torne cada vez mais forte e unido. Tem sido uma prática do Conselho de Administração da UMP ir ao encontro das Associações Mutualistas, pelo que o facto de percorrermos todo o país é seguirmos essa política denproximidade, isto é, de descentralizarmos a nossa ação e estarmos cada vez mais perto das nossas Associadas”, explicou LuísnAlberto Silva.

  • Convocatória de Assembleia Geral Ordinária | 20 fev. | 09h00

    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    CONVOCATÓRIA

    Nos termos e para os efeitos do disposto nas alíneas e) e f) do artigo 19.º e da alínea b) do artigo 21.º dos Estatutos desta União, convocam-se as Associadas da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) a reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar no próximo dia 20 de fevereiro de 2016, às 09h00na Sede da Associação de Socorros Mútuos Freamundense – Associação Mutualista, sita no Largo António José de Brito, na freguesia de Freamunde, concelho de Paços de Ferreira, distrito do Porto, com a seguinte ordem de trabalhos:

    1. Apreciação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2015 e do respetivo Parecer do Conselho Fiscal;

    2. Apreciação, discussão e votação da Proposta do Conselho de Administração para a fixação de data para comemoração do Dia do Mutualismo;

    3. Outros assuntos de interesse para a União e suas Associadas.

    Nos termos do art.º 23.º, n.º 2, a Assembleia Geral reúne à hora marcada na convocatória se estiverem presentes mais de metade dos Associados com direito de voto ou meia hora depois com qualquer número de presenças.

    Os documentos aludidos na presente convocatória são enviados em conjunto com esta e estão disponíveis para consulta na Sede da União das Mutualidades Portuguesas e no sítio da Internet desta União, em www.mutualismo.pt, desde a data desta convocatória.

    Lisboa, 05 de fevereiro de 2016

    O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,

    Luís Filipe Coelho Oliveira Costa

    Nota: Chama-se à especial atenção das Associadas para a Informação seguinte:

    Informação

    A Mesa da Assembleia Geral da União das Mutualidades Portuguesas chama à especial atenção dos Excelentíssimos Associados para as seguintes disposições Estatutárias e Regulamentares, relacionadas com a composição e funcionamento da Assembleia Geral:

    1º – Nos termos do número 4, do artigo 7º dos Estatutos da UMP, “As quotas consideram-se vencidas no primeiro dia dos meses a que digam respeito e são satisfeitas antecipadamente, por trimestre, semestre ou ano”. Por outro lado, nos termos do número 4 do artigo 10º dos Estatutos da UMP, “Os associados efetivos e participantes só poderão exercer os seus direitos se tiverem em dia as quotas”.

    2º – Nos termos do artigo 2º do Regulamento de Funcionamento de Assembleia Geral da UMP:

    Artigo 2º

    (Composição e representação)

    1. A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados que estejam no pleno exercício dos seus direitos associativos.

    2. Com vista a instruir um dossier de apoio às Assembleias Gerais, os Associados devem enviar cópia simples dos Autos de Posse e dos Estatutos para a sede da UMP.

    3. As Associações Mutualistas participam, em princípio, na Assembleia Geral da UMP através de pessoa singular que seja membro da respetiva Direção/Conselho de Administração devendo ser portador de carta-mandato para esse efeito, salvo se a UMP possuir cópia dos documentos mencionados no número anterior, caso em que bastará a esse representante identificar-se, através de documento idóneo, para nela poder participar e votar.

    4. As Associações Mutualistas podem participar na Assembleia Geral através de qualquer outra pessoa singular desde que a mesma apresente, no dia da Assembleia Geral, carta-mandato dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

    5. Os Associados podem fazer-se representar por outros Associados, devendo o Associado Mandatário ser portador de carta-mandato do Associado mandante, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e entregue no dia da Assembleia Geral.

    6. As cartas mandato referidas nos números anteriores devem identificar claramente o Associado mandante e a pessoa singular sua representante ou o Associado Mandatário, devendo ser assinada por quem tem poderes para o ato e as assinaturas reconhecidas nos termos da Lei, salvo se a UMP dispuser de cópia dos documentos referidos no número 2 deste artigo, caso em que o reconhecimento das assinaturas não será necessário.

    7. É permitida a inscrição de qualquer Associado para participar e votar na Assembleia Geral até ao encerramento da sessão, seja em primeira sessão ou em qualquer um dos seus prolongamentos.

    8. No caso em que Assembleia funcione em mais de uma sessão, a inscrição/acreditação dos Associados far-se-á apenas uma vez e em qualquer uma das sessões podendo, todavia, os Associados alterar os seus representantes”.

     Consulte os anexos em formato pdf:

    – Proposta do Conselho de Administração para a fixação de data para comemoração do Dia do Mutualismo

    – Relatório e Contas de 2015

  • Pós-graduação Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade | Candidaturas Abertas

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    Exmos/as Senhores/as,

    Os estudos pós-graduados são hoje parte fundamental da missão universitária.

    É com grande satisfação que vimos informar que se encontram abertas, até ao próximo dia 8 de janeiro de 2016, as candidaturas de Acesso à Pós-Graduação em Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade para o ano letivo 2015/2016.

    No âmbito do Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio, na categoria “Formação Pós-Graduada”, atribuído a esta Pós-Graduação em 2014 pela CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, os/as estudantes selecionados/as nesta Pós-Graduação e que não possuam “meios para autofinanciar a sua participação“ poderão candidatar-se a Bolsa de Estudo, no valor de 300,00€ cada, relativa ao montante da propina.

    Em anexo enviamos material de divulgação, agradecendo, desde já, a divulgação da existência desta Pós-Graduação, junto de possíveis interessados, dentro da vossa instituição.

    As candidaturas são feitas online. Poderá encontrar mais informações na página web da FEUC.

    Se quiser obter algum esclarecimento adicional ou mais informações sobre o curso e o seu funcionamento, não deixe de contactar a Escola de Estudos Avançados da FEUC (eea@fe.uc.pt | Telef. +239 790 501/510).

    Esperamos por si!

    Agradecendo desde já toda a atenção prestada,

    Saudações Académicas

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  • Encontro “Sistemas de Gestão de Respostas Sociais” | 30 novembro Caparica – Auditório do IPQ | 2 dezembro Porto Auditório IEP

    Header IPQ LOGO

     

    O Instituto Português da Qualidade, promove no dia 30 de novembro de 2015, no Auditório do IPQ, em Caparica, e no dia 2 de dezembro, no Auditório do IEP, no Porto, um Encontro subordinado ao tema “Sistemas de Gestão de Respostas Sociais”. Este Encontro pretende divulgar a Norma Portuguesa – NP 4543:2015 – “Sistemas de Gestão de Respostas Sociais. Requisitos”. Este documento elaborado no âmbito da “CT-186 – Respostas Sociais e Cuidados Continuados Integrados” especifica os requisitos para implementar um sistema de gestão nas várias áreas das respostas sociais. Os requisitos definidos nesta norma são genéricos e podem ser aplicáveis a todas as organizações que fornecem estes serviços, nomeadamente acolhimento temporário, atendimento e apoio à pessoa com deficiência, actividades de tempos livres e ocupacionais, creches, entre outros. Neste Encontro pretende-se também promover a normalização nacional e divulgar o modo de funcionamento da comissão de normalização nacional CT 186, da qual a União das Mutualidades Portuguesas faz parte. Este evento destina-se preferencialmente a todas as organizações que promovem respostas sociais, nomeadamente: centros de acolhimento temporário/lar de infância e juventude; centros de atendimento e de apoio à pessoa com deficiência; centros de atividades de tempos livres; centros de atividades ocupacionais; creches/creches familiares; educação pré-escolar; lares residenciais e residências autónomas; estruturas residenciais para idosos; serviços de atendimento e acompanhamento social; serviços em contexto comunitário; serviços em contexto domiciliário, bem como a todas as suas partes interessadas. A participação é gratuita, não dispensando a inscrição prévia, que deverá ser efetuada através do preenchimento e submissão do formulário / ficha de inscrição, até ao dia 27 de novembro para Lisboa e dia 30 de novembro para o Porto ou do envio de e-mail para eventos@ipq.pt. A União das Mutualidades Portuguesas, desde já, convida V. Exas. a estarem presentes neste evento

    Seguidamente são apresentados os programas:

    Programa Sistemas de Gestão de Respostas Sociais a 30 de novembro no IPQ Caparica

    Programa Sistemas de Gestão de Respostas Sociais a 2 de dezembro no Auditório IEP Porto

  • Apresentação pública NP 4510:2015 “Atividades de enriquecimento curricular e de apoio à família”

    IPdaQualidadeO Instituto Português da Qualidade, em colaboração com a DireçãoGeral da Educação vai organizar no próximo dia 9 de fevereiro, pelas 9:30, no Auditório do IPQ – Monte de Caparica, um Seminário subordinado ao tema – “Apresentação pública da NP 4510:2015 “Atividades de enriquecimento curricular e de apoio à família (programa em anexo).

    Esta Norma, editada no passado dia 15 de janeiro, foi elaborada no âmbito de uma Comissão Técnica Portuguesa de Normalização, presidida pela DireçãoGeral da Educação e constituída por mais de 20 entidades do setor da educação e social, entre elas a União das Mutualidades Portuguesas.

    Este Seminário é gratuito, com inscrição obrigatória e sujeito a um número limitado de participantes de acordo com a capacidade da sala. A inscrição deverá ser enviada para eventos@ipq.pt até ao dia 6 de fevereiro.

    Informamos ainda que o mesmo Seminário realizar-se-á no dia 24 de fevereiro no Porto. Contamos disponibilizar, brevemente, informação sobre o local e forma de inscrição para a sessão de dia 24.

     

    Programa Seminário